Correio Paulinense

Paulínia, 29 de maio de 2024
Segundo Habitação, mais de 4 mil paulinenses esperam por moradia popular

Última atualização em 13 de novembro de 2023

Com 593 unidades, o Vida Nova foi o último residencial popular erguido no município, cerca de 12 anos atrás
Foto: Divulgação/Enplan

 

De acordo com a Secretaria de Habitação de Paulínia, 4.115 moradores formam a fila de espera por casas populares na cidade. A informação foi prestada à Câmara Municipal (CMP) pelo titular da pasta, José Claudio Castoldi, no último dia 30. “Para dimensionar a quantidade de moradias necessárias para atender o direito de acesso habitacional por parte da população de Paulínia, usamos o Cadastro do PAS (Programa de Ação Social), da Secretaria Municipal de Assistência Social e Proteção à Pessoa. Há, atualmente, no PAS, 6.217 munícipes inscritos e, destes, 4.115 se declaram com interesse em adquirir habitação popular”, explicou.

O secretário também frisou que, visando diminuir o déficit habitacional, a Prefeitura de Paulínia (PMP) já definiu uma área pública para construção de casas populares. A área citada por Castodi fica localizada no bairro Saltinho, possui pouco mais de 103 mil metros quadrados e será ocupada, exclusivamente, por unidades do Minha Casa Minha Vida, programa do Governo Federal – LEIA +

Avaliado em R$ 31 milhões, o terreno público será vendido, através de concorrência pública, ainda sem data para acontecer.  Poderão participar construtoras ou incorporadoras que preencherem os requisitos previstos no edital da futura licitação. “Não há data prevista de entrega, haja vista estarmos em fase de implantação; todo processo licitatório demanda tempo”, afirmou o secretário. O último conjunto habitacional popular construído no município foi o Residencial Vida Nova – Minha Casa Minha Vida 2, cujo sorteio das 593 unidades ocorreu em novembro de 2014.

Castoldi concluiu o documento que enviou ao Legislativo, ressaltando: “Esclarecemos mais, empreendimentos particulares estão sendo realizados em nosso Município, através do  Programa “Minha Casa Minha Vida”, financiados pela Caixa Econômica Federal e/ou outras instituições financeiras, totalizando mais de 3.400 unidades, o que  vislumbra a diminuição do déficit”.

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