Correio Paulinense

Paulínia, 5 de março de 2024
Paulínia é a 9ª cidade mais rica do país, aponta levantamento do IBGE

Última atualização em 28 de dezembro de 2023

Mesmo com tanto vigor econômico, Paulínia ainda está longe de ser modelo em serviços públicos essenciais como, por exemplo, na saúde, uma das áreas mais deficitárias
Foto: Paulínia Vista de Cima

Levantamento divulgado no último dia 15 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta Paulínia como a nona cidade brasileira com o maior Produto Interno por habitante (PIB per capita), em 2021: R$ 457.517,70.  O PIB per capita é a soma de todos os bens e serviços produzidos no município dividida pelo número de habitantes.

Ou seja, se Paulínia tivesse repartido com todos os moradores a riqueza que produziu dois anos atrás, cada um receberia, igualmente, R$ 457 mil.  Catas Altas (MG) registrou a maior renda por habitante: R$ 920.833,97. No ranking nacional das dez cidades mais ricas do Brasil, Paulínia é a única representante do estado de São Paulo.

Já a participação da cidade no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, entre 2020 e 2021, foi de R$ 52,3 bilhões, também segundo o IBGE.  Nesse caso, entre os 25 municípios que mais contribuíram com o PIB nacional, Paulínia ficou em 21º lugar. Da Região Metropolitana de Campinas (RMC), além da antiga Vila de José Paulino, somente Campinas aparece nesse ranking, em 12º lugar, com um PIB de R$ 72,9 bilhões.

Histórico
Desde 1999, pelo menos, Paulínia figura entre as dez cidades mais prósperas do Brasil, tendo ocupado o 1º lugar do ranking por dois anos consecutivos: 2016 e 2017, com PIB per capita de R$ 314.637,69 e  R$ 344.847,17, respectivamente. Na comparação com 2020, quando ficou em 4º lugar, o município caiu cinco posições em 2021.

Veja colocações entre 2015 e 2021:

2015 – – R$ 276.972,13
2016 – – R$ 314.637,69
2017 – – R$ 344.847,17
2018 – – R$ 306.163,17
2019 – – R$ 341, 552,82
2020 – – R$ 344.390,47
2021 – – R$ 457.517,70

Entretanto, mesmo com tanto vigor econômico, a cidade ainda está longe de ser modelo em serviços públicos essenciais como, por exemplo, na saúde, uma das áreas mais deficitárias há décadas. Alcançamos o primeiro bilhão de reais em receita líquida no ano de 2013. Hoje, dez anos depois, Paulínia está terminando 2023 com uma receita de R$ 2,3 bilhões, e estima arrecadar outros R$ 2,5 bilhões em 2024 – leia mais sobre o Orçamento 2024.

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