Correio Paulinense

Paulínia, 22 de maio de 2024
“Vou para a Prefeitura segunda-feira e agirei com prudência”, diz Fiorella (PP), pela segunda vez prefeito interino de Paulínia

Última atualização em 11 de abril de 2014

[imagem] Prudência foi a palavra usada pelo presidente da Câmara de Paulínia, Marcos Roberto Bolonhesi, o Marquinho Fiorella (PP), para definir ao jornalista Mizael Marcelly o comportamento dele como Prefeito Municipal Interino, a partir de hoje, dia 11. A juíza Marcia Yoshie Ishikawa cassou o mandato de Edson Moura Junior (PMDB) e do vice dele Francisco Almeida Bonavita Barros (PTB) na tarde de segunda-feira, dia 7. Os dois são acusados de se elegerem em 2012, mediante fraude eleitoral. Já no fim da tarde de hoje (11), Fiorella (PP) foi notificado para assumir a cadeira, imediatamente.

O novo prefeito de Paulínia falou com exclusividade ao jornalista Mizael Marcelly, momentos após ser notificado pela Justiça Eleitoral. “Vamos assumir na segunda-feira, ver como as coisas estão, para depois tomarmos medidas. Entretanto, ressalto que agirei com prudência”, disse ele. Em relação à possíveis mudanças de Secretariado, Diretores e Cargos Comissionados do ex-prefeito Edson Moura Junior (PMDB), Fiorella disse que “ainda é muito cedo para adiantar qualquer coisa, neste sentido”. Já no Legislativo, quem assume a vaga de Fiorella (PP), também interinamente, é o vice-presidente Danilo Barros (PCdoB).
E AGORA, COMO FICA?
Esta é a segunda vez que Fiorella (PP) assume interinamente a Prefeitura de Paulínia. Em 2008, ele ficou no cargo durante uma semana, até o ex-prefeito José Pavan Junior (PMDB) retornar à Prefeitura. Desta vez, Fiorella (PP) poderá também devolver o mandato para Moura Junior (PMDB), que tenta uma liminar no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) para permanecer no cargo até o julgamento final da condenação que o cassou; dar posse, outra vez, ao ex-prefeito José Pavan Junior (PMDB), segundo colocado nas eleições de 2012 e que também tenta liberação judicial para voltar ao comando da cidade; ou, finalmente, convocar nova eleição, em 30 dias, caso os dois ex-prefeitos não obtenham sucesso na Justiça. 
Fotos: Lucas Rodrigues/CP Imagem

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