Correio Paulinense

Paulínia, 22 de maio de 2024
Tradição?!? Em 1993, o antigo Lar dos Velhinhos foi a 1ª entidade da cidade à sentir o peso da politicagem. Quem era o prefeito, na época? Quem denunciou a falta da lei da subvenção do "Lar"? Quem?

Última atualização em 28 de abril de 2014

[imagem] Boooooooooooooa noooooite meus amores! Pois é, diante dos últimos “espetáculos político-administrativos”, dentro e fora da Prefeitura, tenho atrasado muito a coluna (eu sei). Nossa, que raiva! Parece até que eles protagonizam pautas cabeludas, propositadamente, só para atrasar o nosso lado. Ah, dá licença (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaadas)!  Mas, Vocês (MEU QUERIDO E FIEL PÚBLICO) advertem:  FICAR ENTALADO, FAVORECE OS MENTIROSOS E VIGARISTAS. Então, acabei de levar três tapinhas (de leve pois sou frágil…gargalhaaaaaaaaaaaaaadas) nas costas, para desengasgar e rasgar sobre os bafos, a partir de agora.

Sobre o quiproquó lamentável e deprimente entre Aristeia Aparecida Rodrigues, diretora da Promoção Social, e Leca Herrera, ontem (27) à tarde, em frente a UBS do Centro, vou exercer o meu direito de não comentar especificamente sobre esse bafo, pois a matéria e o vídeo bastam para mostrar os fatos. Mas, não posso perder a oportunidade de destilar um veneninho básico (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas), para alegrar ainda mais este início de final de noite.  Só faltou Aristeia chamar o “rapaz da foto” para defendê-la da “Louis Viton” de Leca Herrera (gargaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas).  Misericórdia! Aí o bafão seria coisa de cinema
Tratando do assunto de forma geral, o “X” da questão é outro. Conhecendo o nível de seu grupo político melhor do que ninguém, os Mouras (pai e filho) jamais deveriam “obrigar” os “pobres” dos comissionados à trabalhar em pleno domingão, pois alguns, que fingem ser “pau pra toda obra”, no fundo ficam revoltados e aí querem descontar em inocentes, que nada têm a ver com o pato. Xingam de Vaca do c………, de “seu merda”, outro com o dedo em riste diz que se o cara não ficar na dele vai levar porrada e por aí segue a baixaria. Isso só comprova o péssimo nível do governo, nível este que, em minha opinião, não deveria ficar tão evidente assim. Mas se eles querem mesmo é escancarar, então que se lasquem! “E o quico?”
O erro em colocar do Chefe do Serin à Diretora do Paz para ralar neste domingo (27) tornou-se ainda mais grave, por tratar-se de uma disputa, entre oposição e governo, pelo comando do Conselho Municipal de Saúde (CMS), uma das áreas mais caóticas da atualidade. Com Moura Junior (PMDB) amargando recordes de rejeição popular, governando a city sustentado por uma liminar judicial e os cargos de comissão apavorados com a possibilidade de darem adeus aos gordos salários, a tarde de ontem só poderia terminar em bafão mesmo. Cada um puxando a sardinha pro seu lado. 
Competentes ou não, os CC’s, de 4 a 9, merecem descansar, pois não é fácil trabalhar a semana inteira para um governo como este, de Moura Junior (PMDB). No vídeo das confusões, o que tinha de secretários, diretores e CC’s menores (em termos de classificação), “de graça”, em frente a UBS do Centro não estava no gibi. Renato Cardoso (Saúde), Sanzio Rodrigues (Negócios da Receita), Paulo Mota (Defesa Civil), Laércio Giampaolli (Transporte), além do presidente do Pauli Previ, aparecem nas imagens. O que esse pessoal estava fazendo lá? Ah, já sei: eles formam “pessoal de apoio”, inventado por Moura Junior (PMDB).

Mas, que raio de “apoio” é esse que só arma confusão e baixaria, piorando ainda mais o que já está horrível: a imagem do governo? Eles barram a imprensa nos eventos oficiais, barram compradores de casas no teatro municipal, agridem paulinenses no carnaval, quebram retrovisores de carros adversários, xinga o povo de babaca, ameaçam, partem pra cima das pessoas como selvagens, enfim. Desculpem, mas se “apoio” for isso, marquem a minha volta urgeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeente à Paris, no voo “2424” da “Varigay” (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). Então estamos todos zuretas das ideias ou para eles “apoio” é baderna e violência. 
Se algum quadro de servidores tivesse que apoiar (sem aspas) os trabalhos da eleição do CMS era o pessoal da Secretaria de Saúde. Concordam? O que tem a ver uma diretora da Promoção Social, o chefe do Serin, o Presidente do Pauli Previ, Secretários e Diretores de outras pastas “perambulando” por lá? Só podia dá no que deu. Só não vi Arthurzinho Freire (Negócios Jurídicos) na gravação. Também só faltava aquele intragável (politicamente falando), de terno preto e gravata cor de gema de ovo estragado, na frente da UBS do Centro distribuindo “simpatia e humidade” (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). Por falar nele…
“O prefeito fez isso para cumprir a lei, uma lei federal”, disse o intragável (politicamente falando)  Arthur Augusto de Campos Freire, secretário dos Negócios Jurídicos do governo cassado, sobre o ataque desumano à APAE da City. Pela mãeeeeeeeeeeee do guarda! É muita cara de pau. Misericórdia!

Para ferrar crianças especiais e executar o plano cruel de fechar a APAE, assim como fecharam o Caco e reduziram à pó a AIJ, transformam ORIENTAÇÃO em LEI. Para ferrar a AUPACC, o Lar São Francisco, a Casa do Menor, a Viva Brasil (Abadá Capoeira), a Associação Protetora dos Animais, o Paulínia Racing Bicicross, fazem em nome da lei. Para desempregar e não pagar os direitos trabalhistas de 405 pais de famílias, fazem em nome da lei. TUDO EM NOME DA LEI. 

UMA OVAAAAAAAAAAAA!!!! Na verdade, onde eles escrevem “lei” leia-se VINGANÇA. Uma vingança doentia que não leva em conta os direitos das pessoas, tenha elas necessidades especiais ou não, sejam crianças, adolescentes, adultos ou idosos, e muito menos as próprias pessoas, atacadas covardemente pelo poder que eles detém: o da caneta, como o próprio secretário Arthur se vangloria por ai. “Quem manda somos nós”, vive repetindo o aloprado. 
“O prefeito tem respeito com o dinheiro público. O prefeito tem respeito, principalmente, com os munícipes”. Nessa o Dr. Arthur se superou.  Primeiro Moura Junior (PMDB) provou não ter respeito por ele próprio, quando escalou um secretário como Arthur para falar em seu nome, desde que assumiu a Prefeitura. O prefeito deveria ter recebido pessoalmente os jornalistas para explicar à sociedade os desatinos “administrativos” que vem cometendo na Prefeitura. Mas, como nem ele conseguiria explicar o inexplicável, passou a bola para o secretário Arthur, que deixou as coisas piores do que já estão. Este secretário não consegue nem ser uma piada de mau gosto, mas isso é problema deles. 
Quem respeita o dinheiro público gasta TRÊS MILHÕES E MEIO DE REAIS em quatro dias de exibição de filmes (V “Festival” de Cinema)?; Paga quase R$ 300 mil para quatro ou cinco alas de uma escola de samba desfilar em Paulínia?; Lança edital de R$ 17 milhões para festas?; Reserva mais de R$ 50 milhões públicos para torrar com um festival de cinema que só enche os bolsos de artistas e cineastas, que além de tudo ainda se hospedam em “cinco estrelas” da região, comem e bebe do melhor, às custas do povo paulinense?; Gasta uma fortuna para plantar coqueiros na cidade?; Pretende comprar chuveiro de quase R$ 2 mil, Palmeiras de R$ 9 mil, 200 mil metros quadrados de grama, entre outras aberrações encontradas no Edital 22/2014, suspenso semana passada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE)? Me respondam: RESPEITA? 
Quem respeita os munícipes joga no olho da rua centenas de trabalhadores?; Fecha programas sociais que atendiam milhares de pessoas carentes, da cesta básica ao psicólogo, do cobertor no frio ao remédio?; Sentencia à falência uma instituição como o Caco, com 37 anos de serviços prestados e hoje não passa de um amontoado de móveis que nem eles tiveram a decência de comprar para ajudar no pagamento dos direitos dos empregados demitidos?; Chama o próprio povo de babaca em pleno níver da city?; Permite o seu “pessoal de apoio”  agredir e maltratar as pessoas, das formas mais nojentas que existem?; Deixa faltar remédios para quem precisa?; Prejudica o sonho da casa própria de dezenas de famílias, que fizeram de tudo para comprá-las?; Investe contra entidades por picuinha e vingança política? Respondam, outra vez: RESPEITA? Se tem uma coisa que o atual governo já provou, por A mais B, que não tem é RESPEITO PELO DINHEIRO PÚBLICO E NEM PELA POPULAÇÃO. 
Mas quem pensa que esse negócio de perseguir entidades sociais por picuinha política foi um lançamento exclusivo do atual governo Moura (pai e filho) está totalmente enganado.  Em 1993, primeiro ano da era Moura na city, o então prefeito pai, incluiu no Orçamento para o Exercício de 94 uma verba de R$ 1.193,27 para o Lar dos Velhinhos, hoje um centro geriátrico municipalizado. Acontece que ele colocou no Orçamento municipal, mas não criou a lei específica para a subvenção do Lar, que na época assistia 44 idosos com a maior dificuldade, e não recebeu a tão importante ajuda.
Como lembrei disso? Além de lembrar EU SEI DISSO porque fui eu, com pouco menos de dois de profissão, quem denunciou o caso, com exclusividade. O então vereador Odair Bordignon (PDT) requereu informações ao então prefeito Moura pai sobre o caso e também falou comigo. “(…) O prefeito (Moura pai) tinha a obrigação de mandar para o Legislativo um projeto de lei de subvenção. Somos obrigados a reconhecer que mais uma vez o Executivo (Moura pai) falhou”. Além de denunciar, conversei pessoalmente com o secretário dos Negócios Jurídicos do 1º governo Moura pai, o saudoso advogado e queridíssimo amigo, doutor Mário Ferreira Junior.
Mário, de pronto, mandou preparar a lei da subvenção do Lar dos Velhinhos e de quebra a verba foi aumentada dos míseros R$ 1.193,27 para R$ 5 mil. A denúncia saiu na edição do “Notáveis de Know-How” do dia 6 de janeiro de 1995 e já na edição seguinte, dia 13, Dr. Mário anunciou a Lei, que deveria ter sido elaborada dois anos antes e mandada para a Câmara, prontinha “da Silva”  em apenas uma semana. Agora, dois detalhes superimportantes: Moura (PMDB) sucedeu o seu adversário político Pavan Junior (PSB) e a diretoria do Lar dos Velhinhos, juridicamente conhecido como Sociedade Joana Elisabete, era ligadíssima justamente ao espirituoso. Isso sugere alguma coisa parecida com que está acontecendo hoje com as entidades da city? Pois é, pois é!?!?!
O jornalista Silvio Mota, que compõe a assessoria de imprensa de Moura Junior (PMDB) comentou o mistério que envolve a falta do Habite-se do prédio da APAE de Paulínia. Mota tentou me alfinetar (digo tentou, porque não chegou nem perto) perguntando por que eu não havia colocado na matéria sobre o Habite-se, que a entidade também não conseguiu o documento durante a gestão Pavan (PSB). Vejam que o medo de perder um salário como o que a Prefeitura de Paulínia City paga é tão grande que algumas pessoas acabam perdendo o raciocínio e o senso, de uma só vez. “Ora, caro colega de profissão, Silvio Mota, o pai do seu prefeito, que deveria ser o primeiro a praticar o princípio da legalidade na época em que administrou diretamente a city, entregou uma obra com uma grave irregularidade: sem um documento (o Habite-se) fornecido pelo órgão (a Prefeitura) que ele próprio comandava. Como se não bastasse isso, ele voltou ao poder quatro anos depois da entrega, ficou mais oito anos na ‘cadeira’ e  também não liberou o Habite-se da APAE. Quem de fato tem a obrigação de responder por que a Apae não tem Habite-se: Moura pai ou Pavan?”.
Continuando para Silvio Mota.Agora, o mistério em torno disso é muito maior do que você pode imaginar. Mas já que o assunto lhe interessa tanto, vou lhe dar algumas dicas para você produzir uma pauta espetacular. Levanta a construtora responsável pela obra da sede da APAE e pergunta à ela quantos barracões ela construiu na área da entidade e quantos Moura pai, como prefeito, mandou pagar. O número eu sei: são 5 (cinco), mas lá no local só tem dois. E aí? Pergunte ao pai do seu prefeito a metragem total da área que ele como prefeito desapropriou e doou para a APAE, na época, e depois peça ajuda à um amigo topógrafo (você uma pessoa tão influente, vindo da televisão, deve ter um, com certeza) para medir a área  ocupada hoje pelos dois barracões da APAE. Cuidado: recomendo um forte tranquilizante, duas horas antes de conhecer a metragem. Então, caro colega de profissão, nem precisa agradecer pela pauta, pois estamos aqui para colaborar”.
Agora tenho que colaborar é comigo mesmo. Estou varado de fome e vou encher o meu “bucho, véio de guerra” (gargalhaaaaaaaaaaaadas). Uma semana abençoada por NOSSO PAI CELESTIAL, O SENHOR DOS EXÉRCITOS para todos nós. Milhões de beijos e abraços. Au revoir! 

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