Correio Paulinense

Paulínia, 30 de maio de 2024
“TOCANDO O TERROR”: querem “esvaziar” a DP; CÂMARA: todos já foram “LÁ e CÁ”; O “noivinho” NUNCA FOI SECRETÁRIO; e a “RC" fraudada, hein?

Última atualização em 29 de junho de 2016

[imagem] Boaaaaaaaaa taaaaaaaaarde, meus amoooooores!!! Todo mundo sabe que a maioria dos funcionários da Delegacia da City é formada por servidores públicos municipais, cedidos pela Prefeitura para atender a população nos mais diversos setores da Polícia Civil – administração, plantão, cartório, investigação, entre outros. Tem sido assim, há décadas. E, se não fosse isso a delegacia já teria fechado as portas ou estaria prestando um péssimo serviço à sociedade paulinense, devido ao pequeno número de servidores estaduais que trabalham na Civil da CityQuerer mudar isso da noite para o dia, sem qualquer planejamento, e ainda “tocando o terror” (como se diz na gíria policial) em quem trabalha pela segurança coletiva é, no mínimo, um ato tresloucado e irresponsável. 

Segundo uma fonte, é justamente isso que o secretário de Segurança Pública, Fábio Feldman, quer fazer com os 11 guardas municipais que há anos trabalham na DP da City.  “Ele está usando o Estatuto da GM para esvaziar a delegacia, sem o menor planejamento”, afirmou minha fonte. Se permanecerem na DP, os GMs poderão sair prejudicados em alguns pontos, como, por exemplo, em  certos benefícios concedidos pela corporação. Recuperar os GMs para a corporação, de forma tão brusca, é prejudicar seriamente o funcionamento de dois dos mais importantes setores da Civil: INVESTIGAÇÕES GERAIS E PLANTÃO POLICIAL, onde vários guardas atuam. E como vão ficar o trabalho de combate ao tráfico de drogas, entre outros crimes, e o atendimento à população no plantão de ocorrências? É preciso pensar nisso – OU NÃO? Em minha opinião, largar a Polícia Civil na mão, repentinamente, é largar também a população que dela precisa e, indiretamente, “facilitar” para a bandidagem. 
Mudando de assunto, o prefeiturável Mário Lacerda (PRP) encrencou-se com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mandou bloquear bens em seu nome no valor de até R$ 16 milhões. O bloqueio, segundo o TCE, visa garantir o ressarcimento de eventuais prejuízos causados aos cofres da Pauliprev, pelo investimento feito no Golden Tulip Belo Horizonte, um hotel cinco estrelas na capital mineira.  Indicado pela Plena Consultoria, alvo da operação “Fundo Perdido” da Polícia Federal, o investimento foi feito durante a gestão de Lacerda na presidência da previdência dos servidores públicos municipais. Em março de 2014, o Correio impresso denunciou o esquema, alertando sobre os riscos para a aposentadoria do funcionalismo. Hoje, mais de dois anos depois, a Pauliprev ganha as páginas da imprensa nacional com a decisão inédita do TCE.
A decisão do TCE contra Lacerda, coloca em xeque, por tabela, investimentos similares, ou seja, em fundos imobiliários, feitos pela atual gestão da Pauliprev. Na planilha de março do instituto constam três investimentos no setor, totalizando R$ 37.590.813,63, incluindo um de mais de R$ 19 milhões na BR Hotéis. Atenção servidores públicos, contribuintes da Pauliprev, leiam o que disse ao Estadão Alexandre Sarquis, auditor do TCE, sobre esse tipo de investimento: “Aplicar dinheiro em fundo de investimentos imobiliários não é a mesma coisa que ser dono de imóveis, é mais prático, mas também é mais arriscado. Se os imóveis investidos pelo fundo perderem valor, o credor não pode ficar com um deles para se ressarcir, ocupá-lo ou alugá-lo, por exemplo. O investidor fica com a aplicação registrada pelo valor em que foi feita a compra em seu balanço, e, paulatinamente, vai perdendo valor sem ter o que fazer com ele. ‘Vira pó’, como diz o jargão.”. Pois é, precisa falar mais alguma coisa?
Na sessão da Câmara de ontem (28), o vereador Tiguila Paes (PPS) chegou a sugerir a criação de uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) para investigar atos da antiga e atual gestão da Pauliprev. Caso a ideia ganhe força entre os vereadores e a CEI acabe sendo instalada mesmo, quem sabe, mais coisas não poderão vir à tona. 
Como também sou leitor, algumas coisas que leio me divertem e outras arrepiam meus fios pixains. No último fim de semana, uma das manchetes do Tribuna foi essa: “Jurandir Matos insulta secretário de Pavan”. A pessoa que, segundo o jornal,  Jura teria insultado trata-se de William Silva, diretor de marketing institucional da Prefeitura, que nunca foi Secretário Municipal, muito menos de Governo, uma pasta para a qual o escolhido precisa ter muito respeito, prestígio e competência no mundo político, o que, seguramente, não é e nunca foi o caso desse rapaz. 
O que ele sabe fazer bem é “mandar e desmandar” (com total aval superior, claro) na assessoria de imprensa municipal, onde o “prazo de sobrevivência” de novos jornalistas nomeados tem girado em torno de seis meses, no máximo – o novo contratado da assessoria que não fique esperto, pois com o “marqueteiro” ninguém poooooooode!!! – Ninguém, digo, subalterno a ele, claro.
Falando em marketing, lembrei.  Já faz um tempinho, um Secretário me contou sobre uma “RC” (Requisição de Compra), acho que de 7 mil e uns quebrados, de impressão de material institucional que foi impresso na própria Prefeitura e não em gráfica particular. Deu o maior rebu, quando descobriram. Depois disso, não falei mais com o Secretário sobre o assunto.  Será que pagaram, hein? Já estou verificando isso. E eu que pensei que nem existia mais a categoria “ladrãozinho de galinha”.
Falando em marketing2, o prefeiturável Tuta Bosco (PPS) dominou as capas da imprensa escrita local, sexta e sábado. Como a “união faz a força”, essa está dando uma “força” e tanto ao presidente do PPS Municipal, segundo avaliam aliados do pré-candidato a Prefeito da City. “Ninguém chuta cachorro morto”, me disse um deles. É um jargão, mas apropriadíssimo. 
Falando em imprensa, na sessão de ontem (28) o queridíssimo Fábio Valadão (PRTB) disse que não gostaria de ler em “lugar nenhum” que ele e os outros nove colegas pavanistas, que votaram contra seis Emendas à LDO 2017 da City (leia matéria) são contra cultura nos bairros, câmeras de segurança na city, ampliação de redes de esgotos, mais academias ao ar livre, e cursos de qualificação profissional. Oxi! E não foram? Justificaram, mas foram. Essa é a realidade, sem distorções. 
Aliás, preciso rasgar, novamente, sobre um assunto. Na era Moura Junior (PMDB), os vereadores aliados entravam mudos e saiam calados das sessões, sobre os problemas da city, e alguns até detestavam quando eram chamados de mouristas. Agora, digo, desde fevereiro do ano passado, quando outra vez viraram pavanistas, continuam agindo do mesmo jeito. Já a oposição que detonava o governo do filho de Moura, hoje, calou-se diante de tudo que antes explorava exaustivamente nos microfones legislativos.

Nada contra, pois governista não pode mesmo meter o pau no prefeito que apoia, conforme as regras do jogo político, aqui ou em qualquer lugar do mundo. Agora, ficar apontando o dedo para colegas que viraram oposição, como se, politicamente falando, isso fosse uma “falha de caráter”  é questionar o próprio “caráter político”, pois todos, SEM EXCEÇÃO, seja defendendo na Câmara ou disputando eleições, já estiveram, um dia, “lá e cá” (leia-se, com Moura e Pavan). Tenho o histórico de tooooooooodos. 

Bem, por hoje é só. Que NOSSO SENHOR JESUS CRISTO CONTINUE NOS ABENÇOANDO E PROTEGENDO. Muitos beeeeeeeeeeijos e abraaaaaaaaaaaços!!! Au revoir!

Foto: Correio Imagem/Arquivo

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