Correio Paulinense

Paulínia, 22 de maio de 2024
Tiguila Paes quer saber da Caixa quantas famílias paulinenses conseguiram casa no Residencial Pazetti

Última atualização em 10 de junho de 2013

[imagem] Os primeiros 126 futuros moradores do Residencial Pazetti foram conhecidos em novembro do ano passado, no Auditório “Carlos Tontoli” da Prefeitura de Paulínia. Na ocasião, representantes da Administração Municipal, Construtora Mello de Azevedo e Caixa Econômica Federal definiram, através de sorteio, apenas o tipo de imóvel para cada família, pois todas elas já haviam conseguido financiamento com a Caixa. “A diferença das unidades é que os terrenos variam entre 211 até 484 metros e, além disso, no loteamento existem ainda 36 unidades independentes, não geminadas”, explicou a Prefeitura, através da assessoria de imprensa. 
Além das 126 definidas no ano passado, outras 246 unidades do residencial, localizado em um loteamento fechado no bairro Saltinho, deverão ser entregues ainda este ano. As casas contam com três quartos e são destinados a famílias com renda mensal entre 3 (três) e 10 (dez) salários mínimos, cadastradas no Programa de Ação Social (PAS) da Prefeitura, moradoras da cidade há pelo menos cinco anos consecutivos e que não possuem outro imóvel.
Enquanto as famílias já chamadas comemoram a realização do sonho da casa própria, outras andam se queixando por não terem conseguido o financiamento junto à Caixa. Esta questão provocou o Requerimento 133/13, de autoria do vereador Tiguila Paes (PRTB), votado e aprovado na sessão legislativa do ultimo dia 04. O vereador pede informações a Caixa Econômica Federal sobre os critérios adotados para o financiamento do Residencial Pazetti e também a quantidade de famílias paulinenses aprovadas até agora. 
“Tenho recebido muitas famílias reclamando que não conseguiram o financiamento, mesmo preenchendo os requisitos exigidos. Além disso, elas alegam que muitos dos futuros moradores do Residencial Pazetti são de fora. Porém, para chegar a alguma conclusão e sugerir medidas para resolver o problema preciso ouvir o que a Caixa tem a dizer sobres estas questões”, explicou Tiguila Paes.
A Caixa Econômica Federal não tem um limite de prazo para responder o pedido de informações feito pelo vereador. “Espero que a instituição responda o mais rápido possível, para que possamos esclarecer a população sobre isso”, finalizou ele. 
Foto: Fabio Gomes/CP Imagem

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