Correio Paulinense

Paulínia, 22 de maio de 2024
Símbolo da luta pela volta dos Moura ao poder, Lucia Abadia desabafa: “em troca recebi desprezo, fui maltratada e até perseguida por pessoas que comiam no meu prato”.

Última atualização em 25 de março de 2014

[imagem] Booooom diaaaaaaaa meus amoooooores! Semana passada, mergulhei de cabeça na 258ª edição impressa do Correio Paulinense (sábado,22), principalmente, na matéria especial sobre o escândalo Plena Consultoria, um assunto que exigiu dedicação total. Foram várias pesquisas, ligações, conversas, levantamento de dados, números, datas, enfim, tudo que pudesse deixar as coisas bem explicadinhas. Acho que conseguimos. Mas, agora, não posso deixar passar batido o desabafo da amada Lucia Abadia sobre as “almas sebosas”, que estão acabando com a city, desde julho do ano passado. Pra começar, Abadia foi muito benevolente ao não digitar em LEITRAS MAIÚSCULAS os nomes de PAI e FILHO. Ah foi!

Vou destacar apenas um trecho do texto, onde a empresária resume tudo. “Trabalhei praticamente 2 anos inteiros para um grupo de pessoas, na verdade abandonei todos meus negócios, abandonei até minha família, minha SAÚDE (quase morri com pneumonia) e me doei de CORPO E ALMA em busca do resultado positivo de uma missão, saímos vencedores e eu SEI E MEU PAI LÁ EM CIMA também sabe o quanto me dediquei. Sabe o que recebi em troca ?????? Simplesmente DESPREZO, (foi) MALTRATADA E ATÉ PERSEGUIDA POR PESSOAS QUE COMIAM NO MEU PRATO. Nunca pedi cargos e muito menos nada ilícito, pois graças a Deus não precisei disso a minha vida inteira e não seria agora que precisaria. Mas gostaria de um mínimo de respeito e um mínimo de reconhecimento”.
Eis aí a prova de como os Moura (pai e filho) tratam as pessoas que lutam ao lado deles. Durante sete meses, de outubro de 2006, quando Moura Junior (PMDB) também foi impugnado pela Justiça Eleitoral, até maio de 2013, quando o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) assinou embaixo a maior fraude eleitoral de Paulínia e do Brasil, dando permissão para o filho assumir em 16 de julho, Lucia abadia foi o símbolo da batalha judicial que travou-se em Brasília. Diariamente, ela fez uma verdadeira peregrinação pelos corredores e gabinetes mais importantes da Praça dos Três Poderes, pedindo pelos “dois ingratos”, segundo ela. 
Abadia até americanizou o jeito de traduzir cada passo positivo do processo em Brasília. YESSSSSSS virou um bordão, curtido e comentado por centenas de mouristas, que frequentavam a página da empresária no Facebook, todos os dias. A cada postagem chovia “yesssssssssssss”.
No período em que gastou vários “saltos 15” fazendo as “correrias” pelos Moura (pai e filho), inclusive bancando despesas do próprio bolso, Abadia teve a sua vida (pessoal e empresarial) esmiuçada e muitas vezes exposta de forma vil e covarde, nas redes sociais. Mesmo sendo duramente criticada e caluniada, por fakes e até pessoas reais, nunca desceu do salto e manteve-se firme na defesa desse “povo”, até o “YES FINAL”, dia 16 de julho passado. Mas, quem disse que algum dia gente como Lucia Abadia teve importância para os Moura? É ruim hein! Nunca teve e nunca terá. Os que hoje ainda defendem o governo, assim permanecerão até pai ou filho os chamarem para brincar de “nós estramos com os pés e vocês com as bundas”.  YESSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS!!
Mudando de assunto. A semana passada inteira o Posto do INSS da city ficou sem internet, imprescindível para atender as pessoas que precisam agendar perícia, aposentadoria, calcular carnê em atraso, entre outros serviços. Um passarinho me contou que o serviço só foi normalizado ontem, 25. Isso é um descaso total, principalmente com os idosos aposentados ou em fase de aposentadoria. Isso porque Moura Junior (PMDB) chamou os Cargos de Confiança para exigir, entre outras coisas, que eles atendam bem a população. E ele, como “prefeito” (mesmo entre aspas), não deveria ser o primeiro a ATENDER BEM A POPULAÇÃO? Além de não dá condições para os funcionários atenderem bem a população, ainda deixa faltar o básico: café, água, açúcar, material de limpeza. Maravilha!
Na verdade, o Posto do INSS não faz parte do mapa desta administração. O setor está jogado às traças, sem estrutura nenhuma, mudaram de prédio e não informaram à população. Nem para anunciar no Semanário Oficial do Município, que custa aos cofres públicos quase R$ 23 mil por semana. E cadê o Chefe do Serviço de Informática da Prefeitura, nomeado por Moura Junior (PMDB), com um salário mensal que ultrapassa os R$ 4 mil? Ele tá fazendo o que na Prefeitura? Será que ainda está calculando a evolução da Escola de Samba Vai Vai, entre os carnavais 2013 e 2014? Ah dá licença. 
O INSS ficou mais de três meses sem impressora, por falta de um simples cabo e Rogério Douglas Pedro de Souza não resolveu o problema. Quem desatou o nó foi a poderosa Nanci Galligani, mas isso depois que eu rasguei o verbo aqui. Agora, o INSS fica uma semana sem net, a população é prejudicada e outras vez o gabinete é chamado para resolver o problema. Então, pra que serve o Chefe do Serin? Até agora, só para dar prejuízo aos cofres públicos. Sim, porque o funcionário que não rende, seja na rede pública ou privada, é prejuízo certo. Não quer trabalhar, vaza. O que não pode é a população pagar um salário altíssimo à uma pessoa que não tá nem aí pra ela. Não gostou? Chama o Marquinho Somar (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas).
Aliás, falando em Marquinho Somar, o “ex rei dos espetinhos” agora (dizem) é o “rei” da Saúde de Paulínia. Vai ver é por isso que o setor está uma “belezuraaaaaaaaaaaaaaaaaaaa”(gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). Tido como homem de confiança do prefeito Moura Junior (PMDB) e do Secretário Renato Cardozo, Somar não é cargo comissionado e nem funcionário público de carreira, mas parece que “manda” onde chega na Saúde. Tenho recebido várias reclamações de funcionários da Saúde que dizem ser maltratados e até humilhados por Somar. 
Se isso for verdade mesmo, alguém tem que tomar providências. É inadmissível uma pessoa que não é funcionário ficar entrando e saindo, mandando e desmandando, seja aonde for.  E mesmo que fosse, ninguém tem o direito de maltratar ninguém. Depois que eu digo que esse governo é uma verdadeira zona acham ruim. O gabinete precisa apurar isso, URGENTE. Apurar e tomar as devidas providências, caso sejam necessárias. 
O Doutor Arthur saiu da SNJ (Secretaria dos Negócios Jurídicos), advogou para os Moura, mas já está de volta. Ele ficou tão pouco tempo exonerado “a pedido” que a cadeira nem esfriou. Agora deixem-me perguntar uma coisa: será que o truque da “exoneração a pedido” vai virar rotina na vida do Secretário Jurídico? Estou perguntando isso porque o Doutor Arthur é advogado em quase todos os processos dos Mouras (pai e filho). Será que ele renunciou à todos, sem exceção?  Existe uma denúncia no MP (Ministério Público) de Paulínia contra ele, justamente pedindo para apurar isso.“A volta dele não é ilegal, mas sim um casuísmo medonho”, me disse um respeitado advogado da city. Se o governo não se preocupa com falta de competência, vai ligar para casuísmo? 
Falecido recentemente, o maravilhoso Paulo Goulart passou anos lembrando as plateias do teatro brasileiro que era proibido o uso de telefone celular, durante os espetáculos. Pena que não chegaram à contratá-lo para educar também a classe política brasileira. Assim como na Câmara e no Senado, o péssimo hábito de ficar falando ao telefone em Plenários e Plenarinhos, durante sessões ou reuniões para discutir assuntos de interesses da população, espalhou-se pelo país. Em Paulínia, esta falta de educação tem sido constante.
Na visita do presidente das APAES de São Paulo, deputado Ubiali, o vereador Tiguila Paes (PRTB) usou o Nextel, durante a fala do visitante. Já o líder do governo mourista Sandro Caprino (PRB)  ficou falando ao celular enquanto o gerente local da Sabesp, Marcelo Oliveira, dava explicações importantes sobre a atuação da companhia na city. E por fim, na última sessão da Câmara, dia 11, o presidente da Casa, Marquinho Fiorella (PP), nem prestou atenção a fala da vereadora Simeia Zanon (PROS), porque estava de “papo” no telefone e ainda por cima com a mão na boca, para evitar a leitura labial. 
Mal educados, politicamente falando, que precisam aprender a respeitar colegas vereadores, autoridades convidadas e a população presente nas sessões e reuniões. Além do mais, eles precisam prestar atenção nos assuntos para poderem fazer a parte que lhes cabe, como parlamentares. Mais do que uma crítica, deixo aqui uma DICA.
Por falar nos edis, hoje tem sessão na Câmara e posso adiantar que a Palavra Livre vai pegar fogo – e põe fogo nisso. O destaque da 2ª Parte –  Ordem do dia é a discussão única e votação do veto total do prefeito Moura Junior (PMDB) ao Projeto de Lei 02/14, para todos os estabelecimentos de saúde, públicos ou privados, informarem em local visível o número de pessoas à espera de atendimento, bem como o tempo aproximado que cada uma será atendida. O prefeito não concorda com o vereador Tiguila Paes (PRTB) e vetou total. Entretanto, para virar fato o veto precisa ser aprovado pela Câmara. 
Vejam bem, o projeto é perfeitamente constitucional, já existe uma lei federal neste sentido,  e ao meu ver trazê-la para Paulínia será uma demonstração de respeito aos usuários da Saúde, principalmente a pública. Mas, Moura Junior (PMDB) bateu o pé três vezes e disse: não quero, não quero e não quero. Querer não é poder. Ou será que neste caso é?

Mais uma vez, depende dos vereadores cederem ou não à mais um capricho de Moura Junior (PMDB). Não existe razão para a Câmara aprovar esse veto. TEM QUE DERRUBAR e mostrar que os interesses da população está acima dos caprichos de um prefeito está querendo virar especialista em vetar tudo que é a favor do povo. Quem votar a favor do Prefeito tem que ter um argumento muito bom, se é que isso é possível. 

Bem meus amore, por hoje é só. Uma semana abençoada por NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, tudo de bom, muita proteção e bênçãos. Grandes beijos e fortes abraços. Au revoir!

Foto: Jutiele Fotografias

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