Correio Paulinense

Paulínia, 25 de maio de 2024
“Será um ganho extraordinário”, diz médica sobre UTI Pediátrica no HMP

Última atualização em 12 de janeiro de 2022

De acordo com Sílvia R. Tolomelli Borges, médica pediatra da rede municipal de saúde, o governo Du Cazellato (PL) estuda implantar uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica no Hospital Municipal de Paulina (HMP). “O que será um ganho extraordinário ao cuidado já prestado à população”, comentou ela. 
A afirmação foi feita em resposta (Ofício 138/22) do governo municipal ao vereador Alex Eduardo (Cidadania), que solicitou informações (Requerimento 1.315/21) sobre a possibilidade de Paulínia contar com um hospital exclusivo para crianças. No documento, a pediatra destaca que o HMP presta uma excelente assistência a crianças e adolescentes. 
“Contamos com enfermaria pediátrica com instalações novas e totalmente adaptadas com brinquedoteca e sala de recursos de terapias ocupacionais, berçário, setor de enfermaria para recém nascidos que tiveram alta de cuidados intensivos e que necessitam de cuidados intermediários antes de alta para enfermaria comum, pronto socorro com profissionais pediátricos em sua totalidade com formação técnica, sala de parto, retaguarda com leitos de observação no pronto socorro infantil, um inclusive de isolamento, quando houver necessidade”, afirmou.
Também segundo a médica, recentemente, os profissionais do HMP que tratam de menores vítimas de violência sexual foram capacitados para prestar um atendimento “integral e humanizado” aos pacientes. “Tanto a equipe de assistência direta como laboratório e farmácia”, frisou. “Acredito sermos altamente capacitados ao cuidado das nossas crianças e adolescentes, nos quesitos capacidade profissional e estrutural, tanto que até as famílias dos municípios próximos diariamente procuram voluntariamente atendimento no Hospital Municipal de Paulínia e retornam, tamanha a satisfação com o atendimento e a resolutividade do cuidado”, acrescentou.
A pediatra ainda pontuou a importância da atenção básica à saúde na qualidade de vida das pessoas. “Vejo, atualmente, oportunidade única para sedimentarmos a educação da promoção à saúde, pautando cada vez mais a atenção básica como um dos alicerces para a melhoria da qualidade de vida das pessoas, desde a infância. Urge a necessidade de sensibilizarmos sobre a importância das práticas de prevenção às doenças, no cuidado multiprofissional humanizado e que não se restringe às quatro paredes de um consultório médico. Não quero, obviamente, tirar a importância do atendimento hospitalar quando se faz necessário, mas antes direcionar os holofotes ao que pode ser o primeiro grande passo para que nossas crianças diminuam a necessidade desse “atendimento à doença”, concluiu.
Mizael Marcelly
Foto: Ilustração

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