Correio Paulinense

Paulínia, 30 de maio de 2024
“Sem comunhão parcial de bens, casamento com o mourismo” fez vereadores chutarem a “palavra dada” e os 1ºs compradores do Pazetti que corram atrás do prejuízo, pois os Moura mandam no pedaço!

Última atualização em 3 de setembro de 2014

[imagem] Boaaaaaaaaaaaaaaaa taaaaaaaaaaaaarde meus amoooooooores! Gente do céu, depois da sessão de ontem baixou um furacão nervoso na city. Misericórdia! Mesmo com todas as portas fechadas tive que me segurar na cadeira para não sair pela chaminé da churrasqueira, levado pelo vento, sabe-se lá de quantos quilômetros/hora (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). Deus é Mais! O estrago pela city foram muitos. Aqui, na minha rua, uma daquelas lixeiras grandes foi arrastada e entrou no capô de um carro, uma árvore porte médio foi arrancada pela raiz, o portão de uma casa dobrado ao meio e por aí vai. Por enquanto não recebemos nenhum balanço geral da Defesa Civil, mas graças a Deus os estragos ficaram apenas no campo material. Agora vamos ao outro “furacão”, que foi a 16ª Sessão.

Desde a chegada do Projeto de Lei 37/14 à Câmara, no último dia 3 de julho, todos os meus comentários foram e são fundamentados nos discursos de todos os vereadores, favoráveis ou contrários ao PL mais polêmico do ano. Não inventei e nem invento nada. Todos os discursos dos vereadores que se posicionaram contra o que foi aprovado pela maioria foram gravados e estão disponíveis no nosso canal no YouTube. É só assistirem! Envenenados por uma alma sebosa, que de honesta e cristã não tem absolutamente nada, tem vereadores achando que eu quero mandar no trabalho deles.  Tadinho de mim. 
Então quer dizer que ELES NÃO CUMPREM A SUAS RESPECTIVAS PALAVRAS COM MAIS DE 600 FAMÍLIAS E EU QUE LEVO A CULPA? Ah, da licença. Fica até vergonhoso usarem esse tipo de argumento. Em vez de inventarem lorotas, me atribuindo um poder ou uma pretensão que nunca tive, ELES DEVEM EXPLICAR POR QUE PROMETERAM UMA COISA E FIZERAM OUTRA.  Ah, não me façam rasgar mais um tubinho (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). Caprino (PRB), Zé Coco (PTB) e João Mota Pinto (PSDC) votariam contra o projeto mesmo. E aí deles se não votassem (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). 
Agora que culpa eu tenho se Du Cazellato (PP) pegou o microfone, disse para centenas de pessoas do Pazetti que brigaria para as casas do terceiro módulo não serem “doadas” por prestações de 300 reais e ontem votou contra a própria palavra dada, sem sequer abrir a boca? Que culpa eu tenho se Custódio Campos (PT) prometeu que ele, o PT e a bancada petista na Câmara apoiavam e apoiariam a luta dos moradores do Pazetti , contra a desigualde de direitos, e na votação usou o “selo” do Programa Minha Casa Minha Vida, para fazer o contrário? Que culpa eu tenho se a  vereadora Simeia Zanon (PROS) disse que aprovou a Lei do Pazetti e que os direitos deveriam ser os mesmos para todos, mas “comoveu-se” com as crianças presentes na sessão e, “por isso” acabou votando SIM ao projeto que fere o princípio da igualdade, tão defendido pela própria? Que culpa eu tenho se Marquinho da Bola (PSB) foi solidário às famílias do Pazetti, disse que ajudaria resolver o problema da melhor forma possível e a forma que ele encontrou foi votando contra o clamor dos moradores do residencial? Tem culpa eu (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas)? É muita palhaçada.
Tudo bem que de setembro do ano passado (quando esses vereadores prometeram tudo isso aos moradores do Pazetti, na própria Câmara Municipal) para cá muitas coisas, politicamente falando, mudaram. Naquela época, exceto Custódio, esses vereadores ainda não eram “chegados” dos Moura (pai e filho) e sem pensarem no futuro acabaram prometendo o que hoje, politicamente falando, foram impedidos de cumprir. Absolutamente nada contra as alianças políticas dos vereadores, pois cada um sabe onde o calo aperta. Porém, neste caso, o “casamento” com o mourismo deveria ter sido com “separação parcial de bens”. Ou seja, o que eles prometeram antes da “troca de alianças”, politicamente falando, deveriam cumprir e depois que fizessem e votassem em comum acordo, entre eles. Esse é o meu pensamento.

Agora, ninguém merecia ouvir as desculpas esfarrapadas sobre a total falta de palavra, que ouvimos ontem Não sei quem foi pior: aqueles que abriram a boca para justificar o injustificável ou quem simplesmente apertou o “botão f…..”, sem abrir o bico. Se ninguém tivesse empenhado a palavra, certamente não estariam sendo cobrados da forma que estão sendo. Agora, como encarar a população depois de uma lama dessas? Como pedir votos nas casas dos módulos I e II, nas próximas eleições? No “três” nem adianta ir, pois lá todos os votos já têm dono (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). 
Se os vereadores Tiguila PAES (PRTB) e Gustavo Yatecola (PTdoB) tivessem ido à sessão e votado contra o PL 37, como também haviam prometido, o placar teria empatado em 7 a 7 e a bucha sobraria para o presidente Fiorella (PP), que decidiria a parada com o seu “voto de minerva”. Neste cenário, o placar certamente seria 8 a 7, a favor do projeto. Fiorella (PP) deve tá comemorando as ausências dos dois colegas, até agora, afinal livrou-se de uma baita enrascada. Tá certo!

Os “dois prefeitos” (principalmente o pai) conseguiram o que queriam: aprovaram o projeto e provaram que mandam no pedaço, sim  – os aliados só obedecem. Por outro lado, de quebra, eles ainda plantaram a discórdia entre os moradores do Menezes e do Pazetti e certamente já lavaram as mãos, antecipadamente, diante do que eventualmente venha acontecer, de hoje em diante. Um fato inédito, jamais visto na city. Em vez da união, o Poder Público implanta a desunião entre a população. Tomara Deus que as consequências não sejam desastrosas, como se espera.

No final das contas, os vereadores que PROMETERAM UMA COISA e FIZERAM OUTRA não podem ficar bravos porque estão sendo cobrados. QUEM MANDOU PROMETER? Por acaso, alguém colocou uma arma nas cabeças deles? Como diz Bonavita (PTB), “ninguém é obrigado prometer, mas prometeu tem que cumprir”. Da minha parte, como jornalista, apenas engrosso o coro contra esse tipo de atitude. A Câmara teve quase um ano para exigir do governo Moura Junior (PMDB) uma outra saída que atendesse não apenas os moradores das áreas invadidas, mas todas as famílias que esperam pela casa própria há décadas, sem causar prejuízos à ninguém. Nesse período foram várias reuniões com representantes do Menezes e do Pazetti. Ai eu pergunto: serviram para quê? Pelo visto, só para politicagem. 

O resultado da votação de ontem mostrou que nenhum vereador aliado teve peito para sentar com os Moura (pai e filho) e exigir uma solução, como o próprio Marquinho da Bola (PSB) disse, boa para ambos os lados. Nenhum vereador sugeriu, oficialmente, um projeto de lei do Executivo específico para as famílias ainda sem a casa própria, incluindo as do Menezes, Fazendas Santa Terezinha e Paraíso. Simplesmente ficaram no camarote, esperando chegar na Câmara o que eles já sabiam que chegaria, para no final aprovarem, sem a menor preocupação com a palavra dada, o que disseram que não aprovariam. E agora? Agora eles seguem “obedientes” como sempre e quem quiser que corra atrás do prejuízo. 
Falando nisso, vou tratar de correr atrás do meu (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas).  Que NOSSO MISERICORDIOSO DEUS CONTINUE CONOSCO. Beijos e abraços. Au revoir!

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