Correio Paulinense

Paulínia, 20 de maio de 2024
Secretário de Saúde prometeu para ontem (14), mas segundo a mãe de Denis o alimento ainda não chegou

Última atualização em 15 de julho de 2014

[imagem] Dênis Ismard Marciano, 29 anos,  e Rogério Nunes, de 32, vivem em estado vegetativo, depois de sofrerem acidentes de moto e no trabalho, respectivamente. Desde então, ambos passaram a depender da Prefeitura de Paulínia para se alimentarem. Como perderam a capacidade de comer pela boca, Dênis e Rogério se alimentam, via sondas, de uma dieta enteral, que custa R$ 25,00 a caixa.  Sem dinheiro para comprar o alimento de seus filhos, as famílias dos pacientes estão vivendo um drama, desde que a atual administração da cidade parou de fornecer a dieta.

O caso foi denunciado sexta (11) pela EPTV/Campinas, que conversou com o Secretário de Saúde de Paulínia, Renato Cardoso. Segundo Cardoso, nesta segunda-feira (14), a Prefeitura realizaria uma compra emergencial do produto, para atender os dois pacientes, até a solução definitiva do problema.

Nossa reportagem conversou na manhã de hoje (15) com Maria Aparecida Marciano, mãe de Dênis. Segundo dona Maria, até agora, nem ela, nem a mãe de Rogério foram chamadas para retirar a dieta de seus filhos. “Confiei na palavra do Secretário (Renato Cardoso), mas até agora nada”, disse a mãe. Uma terceira família, que também tem um caso igual ao do Dênis, assistiu a reportagem da EPTV e sensibilizada doou quatro caixas da dieta para ele. Dona Maria conta que dividiu as caixas com a mãe de Rogério. “Estamos misturando a dieta com leite de soja, para render mais”, afirmou ela.  Indignada com o descaso da Prefeitura, dona Maria desabafou: “Eles não sabem o que é uma mãe irada por seu filho. A minha paciência está acabando, junto com a dieta do Dênis”. LEIA ARTIGO SOBRE O CASO
Telefonema
De acordo com dona Maria, na manhã de hoje, o vereador Sandro Caprino (PRB) entrou em contato com ela. “Ele me pediu para aguardar até as duas horas da tarde, pois caso ninguém da Secretaria me ligasse ele iria tentar resolver o problema”, disse a dona de casa.
Procuramos o secretário Renato Cardoso, mas a atendente Shirlei, da pasta de Saúde, informou que ele não  encontrava-se no local.
Foto: Reprodução/EPTV Campinas

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