Correio Paulinense

Paulínia, 22 de abril de 2024
R$ 3 MILHÕES A MENOS PARA CONSTRUÇÃO DE CASAS: em 2 Extraordinárias, CÂMARA aprova SUBVENÇÃO DA APAE e 1º Crédito Adicional do Governo Dixon (PP)!!!

Última atualização em 20 de fevereiro de 2017

Boaaaaaaaaaaaaaa taaaaaaaaaaaaarde, meus amoooooooooores!!! Em duas sessões extraordinárias (segunda e terceira do ano), na manhã desta segunda-feira (20), a Câmara da City votou e aprovou, por unanimidade, o Regime de Urgência, a legalidade e o mérito da “Subvenção da APAE” (PL do Executivo 03/17), contemplada este ano com R$ 1,5 milhão, após um longo período de sérias dificuldades financeiras.  Alunos e diretores, como o queridíssimo Genésio Pires, administrador financeiro da entidade, acompanharam emocionados as votações e foram muito acarinhados pelos vereadores.  Mas, em tempo e apenas anotando, a presidente da APAE é a advogada Verônica Lenart, que sucedeu Valmir Brustolin no ano passado, e não Genésio como citaram alguns edis. A subvenção, agora, segue para sanção do prefeito Dixon (PP). 
Atendida a APAE, os vereadores citaram a necessidade de a atual administração atender  também outras  entidades importantes da city, como AUPACC (Amigos Unidos Por Amor Contra o Câncer), citada pela vereadora Fábia Ramalho (PMN), durante a votação do PL 03/17. Dinheiro para contemplar outras instituições tem, pois ainda restam cerca de R$ 4 milhões no caixa da Secretaria de Promoção e Desenvolvimento Social (Seprodes), exclusivamente, para esse fim (VEJA). Por outro, lado as entidades precisam estar com as contas em dia, para receberem o subsídio.  
Os vereadores votaram também (na segunda extraordinária) a legalidade do primeiro pedido de “abertura de crédito adicional suplementar” do governo Dixon (PP), no valor de R$ 3 milhões. Esse valor vai reforçar o caixa da Câmara Municipal, que de R$ 27 milhões passa a ter R$ 30 milhões, para gastar este ano. Na verdade, R$ 30 milhões para 2017 foi o valor que o ex-presidente legislativo e atual vice-prefeito Sandro Caprino (PRB) havia solicitado ao então prefeito Pavan (PSDB), no ano passado, mas o espirituoso aprovou somente R$ 27 milhões. 
Como ninguém apresentou Emenda ao Orçamento, alterando a dotação da Câmara, o jeito foi o atual presidente Dú Cazellato (PSDB) pedir para o Prefeito mandar o PL do crédito adicional suplementar e resolver logo a questão. Agora, a segunda votação (mérito) da proposta deve acontecer na terceira sessão ordinária, às 18h30, do dia 02 de março (quinta-feira), por conta do feriadão de Carnaval e aniversário da City
Assunto encerrado? Não. Preciso compartilhar com vocês o seguinte: os R$ 3 milhões a mais para Câmara vai sair da Secretaria de Habitação, mais precisamente dos R$ 17 milhões reservados para a construção de casas populares e obras de infraestrutura este ano.  No Orçamento 2017, elaborado no ano passado pelo então governo Pavan (PSDB), casas populares e infraestrutura eram contemplados com apenas R$ 2 milhões. 
Porém, antes de ser votada e aprovada em plenário, a peça orçamentária deste ano recebeu  14 Emendas Modificativas, sendo uma do vereador Fábio Valadão (PRTB), outra de Edilsinho Rodrigues (PSDB) e doze de Tiguila Paes (PPS), dentre elas, a de nº 07/2016, que garantiu os R$ 17 milhões, principalmente, para construção de conjuntos habitacionais populares na city
Aprovado o remanejamento dos  R$ 3 milhões para a Câmara, o caixa habitacional cairá para R$ 14 milhões – um exceleeeeeeeeeeente valor, que dá para realizar o sonho da casa própria de muita gente que precisa. Agora, se o prefeito Dixon (PP) cismar de continuar “remanejando, remanejando, remanejando” dinheiro da Habitação para outros fins, não vai sobrar nem para um tijolo, quanto mais para uma casa inteira. Tomara que ele não cometa o erro grosseiro de ignorar a falta de moradia na city.

Ainda falando em milhões públicos, coincidentemente, pelos menos os valores de dois contratos emergenciais, sem licitação, fechados pela atual administração começam com 13, o número do PT, antigo partido do prefeito Dixon, hoje 11 (PP). Quase R$ 13 milhões e 200 mil reais para a merenda e quase R$ 13 milhões e 400 mil reais para a Corpus. 
A diferença entre os dois contratos é que um (merenda) tem duração de 180 dias (seis meses)  – cerca de R$ 2,2 milhões/mês – e o outro (coleta de lixo) de 90 dias (três meses) –  cerca de R$ 4,5 milhões/mês.  Segundo afirmação do governo Dixon (PP), os devidos e legais processos licitatórios para contratar os dois serviços já estão em andamento. 
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Bem, meus amores, por é só. Uma semana repleta de harmonia, felicidades, realizações, MUUUUUUUITAS BÊNÇÃOS E PROTEÇÃO DO REI DOS REIS. Beeeeeeeeeeeeijos e abraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaços!!!

Foto: Reprodução

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