Correio Paulinense

Paulínia, 29 de maio de 2024
Quem comemorou “Ano Novo, Vida Nova” em julho está de ressaca até hoje e os “salvadores” prometem um 2014 ainda mais “espetacular”

Última atualização em 5 de janeiro de 2014

[imagem] Ano Novo, Vida Nova. Todo ano é o mesmo clichê. As pessoas fazem mil promessas, planejam mudar isso e aquilo, mas, na maioria dos casos, tudo continua como antes.  Muitas vezes o desejo de mudança vai embora junto com o efeito dos drinques da “virada” e o que fica é apenas a desagradável ressaca, curada com outros goles no primeiro dia do tão esperado “Ano Novo, Vida Nova”. 

Politicamente falando, Paulínia teve um réveillon em pleno meio de 2013 e a ressaca do que seria a VIRADA do século resiste até agora, no “Ano Novo, Vida Nova”.  No dia 16 de julho do “Ano Velho” fogos, champanhes, “buzinaços” e até “ceia” de graça pra todo mundo anunciaram o início de uma nova era e o fim de todos os problemas sociais de uma das cidades mais ricas da Federação. No alto das escadarias do Theatro Municipal “Paulo Gracindo” os “Dois Prefeitos”, juntamente com seus homens e mulheres de confiança, foram ovacionados por milhares de pessoas convictas que o “Ano Novo, Vida Nova” havia chegado mais cedo por aqui, trazendo, sobretudo, saúde de primeiro mundo para todos. 
Mais de 6 meses depois da tão esperada “virada política” o certo revelou-se altamente duvidoso, a euforia virou desânimo e a esperança de mais emprego, habitação, segurança, saúde, educação, transporte, entre outras promessas, esfacelou-se ao longo dos meses e a cada ação fora do script tomada pelos homens que se colocaram como uma “benção” na vida de uma população carente, principalmente, de moralidade na administração pública. 
No finalzinho do ano, os “homens de boa-fé” resolveram maquiar a cidade com palmeiras, flores, soldadinhos de chumbo, roupas em árvores e um festival para celebridades que sequer sabem de que lado fica o Bom Retiro, mas sentem o cheiro da grana dos moradores daquele bairro, láááááááá do Rio de Janeiro.  “Foi o que deu pra fazer nos seis primeiros meses de governo”, justificaram os “homens de boa-fé”.

Eles são “modestos”, pois fizeram muito mais. Fecharam o Caco e a AIJ, a creche Júlio Perini II, cederam o Ginásio Agostinho Fávaro para o “golpe da casa ecológica”, cortaram as horas extras do funcionalismo, pioraram consideravelmente a Saúde, Educação, Segurança, entre outras inúmeras ações surpreendentes. Mas eles não gostam de divulgar o que fazem.

Inicialmente a Câmara Municipal parecia verdadeiramente disposta à não curvar-se diante dos “dois prefeitos”, mas essa impressão caiu por terra no dia 23 de dezembro passado. Os 10 vereadores que passaram por cima da importância do “28 de Fevereiro” para todos os paulinenses e autorizaram a volta do fracassado slogan político “Cidade Feliz” como nome do Paço Municipal deixaram bem claro (claríssimo) que estão juntos com o atual governo para o que der e vier, até mesmo contra a história da própria cidade que os elegeu.
Pois é, para 2014 os “dois prefeitos” prometem um “choque de gestão” ainda maior e mais surpreendente. Porém como eles governam no estilo “pegadinha do malandro”, ou seja, anunciam uma coisa e fazem outra, é bom a população preparar-se para tudo, pois as surpresas que estão por vir são imprevisíveis. Ainda mais com o apoio “incondicional” da maioria dos Vereadores, não podemos duvidar de absolutamente nada.  O negócio é seguir a vida, mas nunca se conformar com o “SEJA O QUE ELES QUISEREM”!

Foto: Reprodução/Internet

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