Correio Paulinense

Paulínia, 20 de maio de 2024
Por total falta de provas, Câmara rejeita denúncia de homem que tentou “extorquir” Tiguila (PPS)

Última atualização em 13 de março de 2018

Por unanimidade, a Câmara Municipal rejeitou na noite desta terça-feira (13) a denúncia de Jurandir Francisco Carneiro contra o vereador Tiguila Paes (PPS). Carneiro havia acusado o parlamentar de participação em um esquema de venda irregular de casas, descoberto pela Polícia Civil de Paulínia no ano de 2015.  
A denúncia, protocolada por Carneiro no dia 15 de fevereiro, não foi acompanhada de nenhuma prova ou indicação de prova, conforme determina o artigo 5 do Decreto-Lei 201/1967. A Procuradoria Jurídica da Casa, então, oficiou o denunciante para que fizesse a juntada de provas, para que a denúncia pudesse ser votada.  Carneiro teve 5 (cinco) dias úteis para corrigir a falha, mas não apresentou nenhuma prova e, a Procuradoria recomendou o arquivamento da denúncia.
“A justiça foi feita, pois,este cidadão está cometendo verdadeiros crimes contra mim e a minha família. Eu já o denunciei na Polícia Civil, que está investigando, além de calúnia, injúria e difamação, possível crime de extorsão contra mim, pois ele pediu dinheiro para retirar a denúncia da Câmara e eu repudiei, porque jamais poderia me dobrar diante de um extorquidor barato, que me acusou criminosamente e ainda queria levar vantagem”, disse o vereador.
Extorsão
O Correio teve acesso a mensagens de texto trocadas por Jurandir Francisco Carneiro e Eleandro Durante, na noite deste sábado (24). O tema da conversa foi a denúncia que Carneiro apresentou na Câmara Municipal, dia 15 passado, contra o vereador Tiguila Paes (PPS). O denunciante manda o seguinte recado para o vereador:  “Eu que (ro) vc (você) fala para o tiguila que se ele me pagar o meu dinheiro com juros eu segunda cedo retiro a denúncia”.  
Na sequência, Carneiro afirma que o vereador sabe que “vai perder o mandato, porque é réu em um processo”, sugerindo que “pagar” pela retirada da denúncia seria um bom negócio para o parlamentar. O denunciante acusa o Tiguila (PPS) e familiares de participação no caso de venda irregular de casas, descoberta pela polícia em outubro de 2015, quando três pessoas foram presas e, atualmente, respondem em liberdade.  
Foto: Facebook/Reprodução

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