Última atualização em 19 de fevereiro de 2026

Especializada em políticas e gestão públicas, a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) vai levantar o número de moradores de Paulínia que ainda não possuem casa própria. De acordo com a Secretaria de Habitação, é o primeiro passo rumo à criação de um inédito e amplo plano que, além de resgatar, visa ampliar o acesso à moradia no município.
Nos próximos seis meses, a FESPSP vai diagnosticar a atual realidade habitacional da cidade, através de estudos e pesquisas de campo, ou seja, ouvindo moradores de bairros como São José, Bom Retiro, Jardim Planalto e Betel. “Vamos desenvolver um plano habitacional perene e que vai ouvir a população de perto”, afirmou o secretário Marcelo Mello.
No último dia 9, técnicos da fundação apresentaram a dinâmica do trabalho a vereadores e servidores públicos com participação direta no desenvolvimento do Plano Municipal de Habitação. “Para garantir transparência, colaboração e participação ampla”, afirmou Mello e completou: “No encontro foi discutido também sobre a abertura do cadastro para moradias que será iniciado após a entrega do plano, que deve ocorrer no final de julho”.
Segundo o prefeito Danilo Barros (PL), a cada quatro cidades brasileiras, apenas uma realiza esse tipo de trabalho. “A habitação precisa andar junto com o desenvolvimento urbano, e esse plano é um projeto para perdurar para os próximos 20 anos de forma consistente e estruturada”, afirmou.