Correio Paulinense

Paulínia, 30 de maio de 2024
PAULÍNIA, 49 Anos: city comemora quase duas décadas de liberdade polí­tica "presa" por uma disputa surreal de poder, ainda indefinida.

Última atualização em 27 de fevereiro de 2013

Boa taaaaaaaaaaaaarde meus amores! Amanhã, Paulínia celebra 49 Anos de Emancipação Política com quarenta e nove metros de glacê, os louvores do consagrado Regis Danese e os sucessos sertanejos da dupla João Bosco & Vinicius. O palco da festa será o Sambódromo do Parque Brasil 500, a partir das duas horas da tarde. NÃO PERCAM!

Quase cinco décadas depois de conquistar a liberdade política, Paulínia festeja mais um aniversário, vivendo uma disputa inédita, que ficará marcada para sempre na memória de seu povo. Um candidato que nunca foi candidato ? não fez campanha como tal e muito menos tinha plano de governo ? quer assumir ?de direito? a Prefeitura, para devolvê-la ao pai, que também nunca foi candidato, devido a sua folha corrida na Justiça Eleitoral, mas disse que era até o último minuto da véspera eleitoral.

A trama arquitetada por um pai politicamente desnaturado colocou o filho numa situação embaraçosa, com consequências políticas e morais irreversíveis, independente do capítulo final, que será escrito pelo TSE, em Brasília – existem coisas que poder nenhum é capaz de apagar.

O plano era fazer o povo acreditar que o candidato era um, depois trocar por outro, e assim debochar da lei dizendo ?Vote em um e leve dois?, uma noite antes da eleição, e ?Paulínia ganhou dois Prefeitos?, um dia depois da eleição.  Vinte e cinco depois da votação, a Justiça Eleitoral confirmou que Paulínia só teve três candidatos a Prefeito: José Pavan Júnior (PSB), Dixon Carvalho (PT) e Palito (DEM). O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) confirmou e agora só falta a corte eleitoral maior se manifestar.

Os quase 21 mil votos dados ao candidato que só existiu na mente de quem planejou o ?golpe eleitoral? foram anulados. A anulação provocou reações adversas. Por um lado, fanáticos pelo mentor da fraude eleitoral protestam até hoje contra a decisão judicial e, por outro, eleitores que se sentiram enganados lamentam ter caído no conto faraônico.

Paulínia vai festejar 49 Anos no centro de uma situação política surreal: uma pessoa que não foi candidato querendo ocupar o lugar de outra que foi candidato, eleito por quase 18 mil paulinenses, diplomado e empossado pela Justiça Eleitoral ? que precisa decidir finalmente entre a fantasia criada por um ex-prefeito e a realidade decretada por ela mesma, duas vezes, diga-se de passagem.

Como cidadão, sobretudo, o que mais quero é que a Justiça Eleitoral tire logo a nossa amada Paulínia desta angústia política, pois a população, como sempre, foi e está sendo a maior vítima de tudo isso. Enquanto a disputa pelo poder segue nos tribunais, a city não avança nos serviços básicos, quanto mais nos essenciais. Todas as medidas são paliativas, pois as definitivas dependem do desfecho final tão aguardado.

Independente da decisão soberana da Justiça, a favor deste ou daquele, o que todos nós queremos é a situação resolvida pelo bem de tudo e de todos. Isso é o que nos importa, pois uma cidade da importância de Paulínia não pode continuar prisioneira da sede de vingança e poder, de quem quer que seja.

“PAULÍNIA, QUE DEUS ILUMINE A JUSTIÇA,FAZENDO PREVALECER A TUA ORDEM, O TEU DESESENVOLVIMENTO E, SOBRETUDO,  O BEM COMUM DO TEU POVO. OBRIGADO POR ME ADOTAR E POR TUDO QUE TENS FEITO POR MIM. FELIZ ANIVERSÁRIO E UM BEIJO NO CORAÇÃO”.

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