Correio Paulinense

Paulínia, 16 de junho de 2026
Paulínia se prepara para implantar protocolo que protege mulheres em situação de risco

Última atualização em 1 de junho de 2026

Além de pedir ajuda verbalmente, vítima pode fazer o Sinal Internacional que tem salvado muitas vidas mundo afora. Imagem: Ilustração


As secretarias de Desenvolvimento Econômico e da Mulher de Paulínia, comandadas por Mariana Rodrigues da Silva e Angela Duarte, respectivamente, convidam empresários do setor de bares, restaurantes, espaços de eventos e similares da cidade para a apresentação do protocolo “Não se Cale”, nesta segunda-feira, 1º de junho, às 19h, na Sala de Licitações do Paço Municipal

“O encontro contará com uma palestra das servidoras Roobia Massafera e Será Manaira Manêra, representantes do Procon Regional do Estado de São Paulo”, diz a pasta de Desenvolvimento Econômico. Instituído por leis estaduais e coordenado pela Secretaria de Políticas para a Mulher de São Paulo, o protocolo obriga a capacitação de funcionários do setor para acolher e proteger mulheres em situação de risco, assédio ou violência dentro dos estabelecimentos.

“O objetivo é oferecer aos proprietários diretrizes e cursos para que seus colaboradores  saibam prestar auxílio adequado às vítimas, desde a saída do local em segurança até o acionamento da rede pública de saúde e segurança”, explica a secretaria.

Socorro
A mulher que se sentir em risco em um bar, por exemplo, deve chamar um funcionário do estabelecimento, relatar o fato e pedir ajuda. Caso isso não seja possível, em razão do grau de perigo, ela pode fazer discretamente o Sinal Internacional de Ajuda (Signal for Help): levantar a palma da mão, dobrar o polegar para dentro e fechar os outros dedos por cima dele.

Caso algum funcionário identifique uma mulher fazendo esse gesto, a recomendação é não confrontar o agressor, tentar mantê-la em segurança e acionar as autoridades.

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