Correio Paulinense

Paulínia, 20 de maio de 2024
Moura Junior (PMDB) pretende pagar cerca de 233 milhões públicos para uma empresa “cuidar” do Parque Brasil 500

Última atualização em 24 de setembro de 2014

[imagem] De acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), a Parceria Público-Privada (PPP) Administrativa é uma modalidade de contrato de concessão paga integralmente pela administração pública. Esta é a modalidade que o prefeito Edson Moura Junior (PMDB) pretende usar para entregar o Complexo Parque Brasil 500 aos cuidados de uma empresa privada, por aproximadamente R$ 233 milhões públicos, durante 30 anos. 

O Aviso de Consulta e Audiência Pública, para colher contribuições sobre a viabilidade técnica e econômico-financeira, minuta de edital e do contrato e respectivos anexos, referentes ao processo de Concorrência da PPP Administrativa do Brasil 500, foi publicado na edição de hoje (24) do Jornal Todo dia, de Americana. A Consulta Pública estará aberta a partir de amanhã, dia 25, até 24 de outubro, e a Audiência Pública está prevista para o dia 08 de outubro, das 15 às 17hs, no Salão Nobre da Prefeitura Municipal de Paulínia.  Em tese, a PPP custará ao município cerca de R$ 650 mil, por mês.
“Com finalidade de promover o desenvolvimento da área do Parque Brasil 500, o Município de Paulínia contratará o presente projeto, que contempla soluções urbanísticas para a região, contemplando áreas de entretenimento, culturais e turísticos, proporcionando o desenvolvimento da região, que, isoladamente, o Município de Paulínia teria dificuldades de oferta em prazo razoável, devido ao alto custo envolvido no projeto”, ressalta o aviso, assinado pelo Secretário-Chefe de Gabinete e Presidente do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas – CGP de Paulínia, José Carlos Bueno de Queiroz Santos.
O Parque Brasil 500, composto inicialmente pelo maior sambódromo coberto do interior do país, com capacidade para 14 mil pessoas sentadas, um pavilhão de eventos e uma concha acústica, demolida em 2011, no  então governo José Pavan Junior (PSB), após constatadas graves falhas técnicas, foi construído em 1996 pelo ex-prefeito Edson Moura (PMDB), pai do atual prefeito da cidade, e custou cerca de R$ 100 milhões aos cofres públicos municipais.  Atualmente, o local é um verdadeiro elefante branco, completamente sem uso.
Fotos: Arquivo/CP Imagem

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