Correio Paulinense

Paulínia, 29 de novembro de 2023
Moura Junior (PMDB) ainda não assumiu aluguéis de prédios da AIJ, conforme acordo firmado no MPT, dia 09 de agosto

Última atualização em 24 de setembro de 2013

[imagem] No dia 09 de agosto a administração Edson Moura Junior (PMDB) assumiu um conjunto de compromissos com o Centro de Ação Comunitária (Caco) e Associação para a Infância e Juventude (AIJ), durante audiência no Ministério Público do Trabalho, em Campinas.  O termo do acordo foi assinado por Arthur Augusto Campos Freire, Secretário dos Negócios de Paulínia, e previa, entre outros pontos, que a Prefeitura arcaria os custos dos prédios alugados pelo Caco e AIJ, bem como adotaria as providências necessárias para a transferência dos contratos de locação, assumindo a condição de locatária.
Passados quase dois meses do acordo, o Correio Paulinense Online apurou que a Prefeitura de Paulínia ainda não pagou os aluguéis dos imóveis onde funcionavam importantes programas sócio-educativos da AIJ. Somente quinta-feira passada (19), os proprietários foram chamados para uma reunião na Prefeitura. Segundo informações, o Jurídico Municipal solicitou aos donos dos imóveis cópias dos contratos de locação e também a avaliação de três imobiliárias diferentes sobre as condições de uso dos prédios. 
“Segundo nos contou um dos proprietários, eles foram informados que a Prefeitura só se responsabilizará pelos aluguéis a partir do momento em que se tornar a locatária dos imóveis”, disse Cássio de Oliveira Marques, ex-funcionário e atualmente voluntário administrativo da AIJ. Cássio informou também que a entidade já havia fornecido  cópias dos contratos de locação à Prefeitura. 
Dos sete imóveis alugados pela AIJ, cinco estão desocupados desde o início de agosto e dois continuam sendo usados pelo programa de acolhimento (Casa Abrigo). 
Segurança
Poucos dias antes de ter a subvenção cortada pela administração Moura Junior (PMDB) e ter sido obrigada a devolver os prédios onde funcionavam os programas, a AIJ estava adequando os imóveis onde funcionavam as duas unidades da Casa Abrigo às exigências do Corpo de Bombeiros para aquisição do AVCB. 
“Como a Prefeitura assumiu as duas Casas e proibiu a nossa entrada nos prédios informamos ao Corpo de Bombeiros esta mudança. Só não sabemos se a Prefeitura deu continuidade ao processo para conseguir o AVCB”, comentou Cássio de Oliveira Marques.
Fotos: Arquivo/CP Imagem

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