Correio Paulinense

Paulínia, 29 de maio de 2024
“Mistério”: PREFEITO, SECRETÁRIA DE CULTURA, CÂMARA, NINGUÉM SABIA QUE EMPRESA ATUA NO TEATRO, SEM CONTRATO, DESDE 2008?; E, A INTERVENÇÃO NOS ESTÚDIOS PAULÍNIA, INTERESSOU A QUEM?

Última atualização em 7 de junho de 2016

[imagem] Boaaaaaaaaaaaaa taaaaaaaaaaarde, meus amoooooooooooooores!!! Eitaaaaa!!! A “velha política” tá cada dia pior, surtando com tudo e com todos. Misericórdia! A “vítima” da vez, daqueles que perderam de vez o controle emocional e o bom senso (inclusive, o do ridículo), é o ex-secretário de Planejamento Esdras Pavan, que declarou apoio ao prefeiturável Palito (Solidariedade). Pra quê!!! Foram pra cima dele com a mesma “arrogância, prepotência e grosseria” de sempre. Funcionário público de carreira, Esdras foi secretário na gestão do espirituoso Pavan (PSDB) 2009/2012, mas resolveu apoiar outro grupo político. Pra quê!!! Foi incluído imediatamente na “lista negra” da “velha política”, aquela que chama de “traíras”, entre outros adjetivos “carinhosos”, todos que dela se afastaram ou foram afastados. Danou-se! Além de tudo, a “velha política” foi tomada pelo “espirito de possessão”. Saí pra lá! Tá amarrado! Ninguém pode deixá-la, todo mundo lhe pertence – #SQN. Ah, vááááááááá!!!!!!

Sugiro uma sessão de exorcismo, pois “espirito possessivo” não é do bem! Agora, o mais nojento nisso tudo é ver protagonistas da “velha política”, que já mudaram de lado tanto quanto macaco pula de galho, se achando os verdadeiros “senhores” da “moral e dos bons costumes” políticos – ah, thaaaaaaa!!! Essa gente CONSPIRA CONTRA O PRÓPRIO GRUPO, mente, engana e usa companheiros, se beneficia do poder, da máquina pública e de tudo que lhe renda “algum”, mas vive “botando boneco” nas redes socais. Eles são os “bão” e os outros são tudo “porcaria”. Coitados! Uma coisa é certa: as máscaras sempre caem – em um, dois, três…!!! Avanteeeee!!!!
A participação de cargos de confiança da Prefeitura, os Chamados “CCs”, no último concurso público da city foi muito questionada nas redes sociais. Pelo que li, muitos sentem cheiro de “maracutaia” nisso. Ou seja, que por integrar o quadro de confiança do governo municipal essa categoria de servidor público, em tese, seria automaticamente beneficiada – ou seja, aprovada no concurso. NÃO CONCORDO. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Todo servidor nomeado (CC) tem o direito de que querer ser servidor concursado. NÃO TEM ILEGALIDADE ALGUMA NISSO. O sujeito se inscreve, paga a taxa que todo mundo paga, estuda, faz as provas, e no final é aprovado ou reprovado – pronto. Agora, detectando-se alguma irregularidade posterior no concurso em si, aí sim, deve-se apurar, independentemente do tipo de irregularidade e de quem tenha sido eventualmente beneficiado por ela. Agora, partir do princípio que por ser “CC” já “tá dentro” é pré-julgar desnecessariamente. ASSIM, PENSO!
Falando em pensar, ando pensando no resultado da intervenção decretada dia 30 de dezembro passado pelo espirituoso Pavan (PSDB) na concessão administrativa dos Estúdios Paulínia e Museu do Cinema do Polo Cinematográfico da City. Faz cinco meses que o interventor Marcelo Mello (Secretário de Obras e Serviços Públicos) assumiu a administração dos estúdios, que, nesse período, não receberam nenhuma produção – a última foi a novela “Escrava Mãe” (Record), que terminou de ser gravada dia 15 de outubro passado. Ninguém quer filmar em Paulínia, por conta da intervenção. Aliás, a quem interessou essa intervenção, hein? Essa é uma pergunta pertinente, pois bombando os estúdios já rendem pouco, parados, então, é mais prejuízo certo para o município. 
Prejuízo é a palavra-chave. Considerando a mensalidade da concessão de R$ 4,1 milhões por mês e que há pelo menos 15 meses a concessionária Estúdios Paulínias, Construção e Administração de Estúdios SPE Ltda não recebe um centavo da Prefeitura, pelas minhas contas, a dívida já passa dos 60 milhões – dinheiro que vai sair do bolso do contribuinte paulinense e não dos bolsos de Edson Moura (PMDB), que assinou o contrato da concessão em 2008, e nem do espirituoso Pavan (PSDB), que autorizou a construção dos estúdios e do museu em 2009. Ah, se o espirituoso, quando assumiu em 2009, tivesse revogado a PPP dos Estúdios, do mesmo jeito que revogou a criação da “bilionária” Paulínia Filmes (ambas invenção de Moura)! Milhões públicos não teriam sido, literalmente, jogados fora.  

O contrato da PPP foi tão bem amarrado, que caso o interventor Marcelo Mello decida recomendar a rescisão definitiva da concessão, já condenada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), a multa para o município será de R$ 200 milhões ou mais. É muito dinheiro. Misericórdia! Pensem em tudo que poderia ser feito pela saúde, educação, habitação, segurança e social da city, com essa fortuna. Não é bom nem pensar.

Mas as “parcerias cinematográficas” de Paulínia City são mais “misteriosas” do que imaginamos. A Telem S/A, uma das quatro empresas que integram a PPP dos Estúdios, presta serviços de cenotecnia no Theatro Municipal “Paulo Gracindo” sem contrato para isso (LEIA MATÉRIA). Como pode? Como e quanto ($$$$) a empresa recebe pelos serviços prestados? Durante oito dias, fui em busca de respostas para essas perguntas na Prefeitura, na Telem, e na agência de empregos Expert Consultoria em RH, que está contratando para o teatro. Cada um respondeu como “pôde”. Contratar sem licitação é ilegal – ou não? Com dispensa de licitação, por notória especialidade, como foi a contratação de R$ 280 mil do IDP do ministro Gilmar Mendes, já deu o que falar, imaginem sem licitação nenhuma? 
O diretor da Telem, Frederic Breyton, me disse que quem opera o “Paulo Gracindo” é a Secretaria de Cultura. “Não operamos o Teatro no sentido amplo, temos apenas esta equipe técnica prestando serviços de cenotecnia”, explicou o executivo. Então, o que a Secretária de Cultura, Fernanda Cândido, tem a dizer sobre isso? Ela sabe que a Telem opera no teatro sem contrato? Se sabe, está sendo conivente com algo, aparentemente, ilegal? Não é possível que uma empresa atue sem contrato dentro do teatro, desde 2008, com nove funcionários uniformizados, dando expediente de domingo a domingo, sem que ninguém soubesse ou saiba de nada. Vão vendo. 
Quando a Telem S/A interrompeu os serviços no teatro, em outubro passado, foi um sururu danado por conta do suposto desaparecimento de alguns equipamentos do “Paulo Gracindo”. Aí, quando alguém falou em registrar queixa na polícia, o Gabinete do Prefeito imediatamente teria “brecado”, alegando justamente a falta de contrato da empresa com a Prefeitura. Resultado, se equipamentos desapareceram mesmo e não foram recuperados, mais prejuízo para a city. Todo mundo ficou sabendo desse quiproquó. 
Também não é possível que essa empresa pague funcionários e todos os demais custos para operar no teatro, sem receber nada da Prefeitura – concordam? Só resta saber quanto e de que forma ela recebe. A Câmara Municipal tem obrigação de ver isso. O Ministério Público (MP) precisa ser provocado para apurar se há ou não irregularidade. O nosso papel de informar, foi feito. Agora, cabe aos órgãos competentes apurar os fatos e concluir pela legalidade ou não dos mesmos.
Uma semana abençoadíssima para todos nós, sempre guiados e protegidos por NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Muitos beijos e abraços. Au revoir!

Foto: Correio Imagem/Arquivo

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