Correio Paulinense

Paulínia, 27 de junho de 2026
Menores sob proteção judicial serão acolhidos em casas de programa inédito em Paulínia

Última atualização em 27 de junho de 2026

Cada residência do programa atenderá  até 10 crianças e adolescentes, incluindo PcD, em endereços sob sigilo, por motivos de segurança. Imagem: Reprodução/Instagram

O prefeito de Paulínia, Danilo Barros (PL), definiu como “passo histórico” o programa Casa Lar, lançado nesta quinta-feira (25), no Salão Nobre do Paço Municipal. Vinculado à Secretaria de Assistência Social e Proteção à Pessoa, sob o comando de Rita Coelho, o programa contará com residências para crianças e adolescentes, de 0 a 17 anos e 11 meses, sob proteção judicial (medida protetiva) e em situação de risco ou abandono.

“O ideal é que não precisássemos desse tipo de serviço, que todas as crianças pudessem ter dignidade dentro de suas próprias famílias, mas já que o mundo real é diferente, como representantes públicos, temos sempre que buscar alternativas para que o direito primário seja preservado”, destacou Barros.

Para o promotor da Infância e Juventude de Paulínia, André Perche Luke, que participou do lançamento, uma política de proteção e garantia de direitos só é construída com união de esforços. “A Casa Lar é resultado disso, representando uma conquista para nossa cidade”, afirmou, segundo a assessoria de imprensa do governo municipal.

A secretária Rita Coelho ressaltou que com o programa inédito, Paulínia amplia sua rede de apoio voltada para acolher e garantir proteção integral a menores vulneráveis da cidade. “Um avanço para a gestão pública, que agora passa a contar com três modalidades de acolhimento: a Casa do Menor, o programa Família Acolhedora e agora, a Casa Lar. Com eles, podemos oferecer dignidade, respeito e principalmente proteção para nossas crianças e adolescentes”, afirmou.

Cada residência do programa atenderá até 10 crianças e adolescentes, incluindo PcD, em endereços sob sigilo, por motivos de segurança. As unidades contarão com educadores, e o objetivo é que cada casa tenha uma verdadeira rotina familiar. “Com as crianças e adolescentes tomando parte de decisões acerca da rotina, para se reconhecerem como parte integrante do grupo, com direitos e deveres e, assim, criando um vínculo estável entre educador e os assistidos”, concluiu a pasta social.

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