Correio Paulinense

Paulínia, 21 de abril de 2024
“MAS ELE NÃO VAI CALAR MINHA VOZ. SÓ SE ME MATAR, NÉ?”; Um “NEGATIVO” pode estar valendo ouro; Com base em Decreto, Dixon (PP) cobra mais de R$ 15 mil por cópias de documentos públicos!!!

Última atualização em 1 de junho de 2017

Boaaaaaaaaaaaaaa noooooooooooite, meus amooooooooooooooores!!! A manhã de quarta-feira (29) marcou a semana política na city. Após muitas especulações, Aristides Aparecido Ricatto entregou a Secretaria de Governo, fechando a quinta baixa no secretariado pepista, desde janeiro. Embora pareça, não é mais uma simples exoneração, tão comum no serviço público. Envolve, entre outras coisas, onze anos de amizade e uma intensa relação política, marcada por vários capítulos “especiais”, até a conquista do Poder Executivo Municipal, em outubro passado. Ricatto e Dixon, Dixon e Ricatto, foram cúmplices durante muito tempo e, agora, baseado nas declarações públicas do ex-secretario, protagonizam um rompimento litigioso e que, aparentemente, poderá render muitos babados cabeludos.
Ricatto prometeu “trabalhar” para “arrancar” Dixon do cargo e deu a entender que tem “munição” suficiente para executar tal “feito”. Por outro lado, apurei que, antes de pedir para Ricatto escolher entre sair por conta própria (como o ex-secretário fez) ou esperar ser exonerado da pasta, Dixon resumiu para um poderoso advogado as “cartas” que o ex-secretário e amigo teria nas mangas, contra ele, e pediu o “parecer” do doutor sobre eventuais consequências. “Isso não dá em nada”, teria avaliado o advogado, que, segundo informações, tem entre seus clientes o senador afastado Aécio Neves. Meeeeexe!!!!
Bem, toda história, claro, tem dois lados, cada um com seus motivos e razões. Ricatto chamou a imprensa e rasgou o verbo e, como último ato na administração pepista, assinou “ao vivo” a carta de exoneração. Já o prefeito Dixon (PP), até o presente momento, se mantém em silêncio sobre o assunto. Na minha visão, acima dos motivos que levaram a tudo isso, deve ser colocado os interesses da city. Ricatto, até então, era considerado o “número 1” do governo municipal, justamente pela estreita relação que sempre teve com o prefeito Dixon (PP). Como homem de frente das campanhas de Dixon à Prefeitura, Ricatto acompanhou e participou de tudo. A campanha do ano passado, cujos gastos estão sub judice, foi toda coordenada por ele, que, inclusive, segundo apurei, também fez captação de recursos, e pode, se quiser, esclarecer muitas coisas à Justiça Eleitoral. 
Como ex-secretário de Governo, ele esteve dentro do governo, por cinco meses. Antes do mandato pepista iniciar, com o aval do então prefeito eleito Dixon, articulou diretamente para eleger o querido Du Cazellato (PSDB) Presidente do Legislativo, desagradando muitos do grupo dixista. Ricatto é o tipo de aliado “pau pra toda obra” e como tal, certamente, fez muitas coisas a pedido do ex-patrão e amigo Dixon. Agora, o que ele fez, de certo ou errado, somente o próprio pode falar, delatar, colaborar com a Justiça, como queira fazer.

“MAS ELE (Dixon) NÃO VAI CALAR MINHA VOZ. SÓ SE ME MATAR, NÉ?”, afirmou aos jornalista. Por isso, muita gente está na expectativa, aguardando o que realmente Ricatto fará. Bem, se o ex-secretário tiver informações sobre eventuais atos ímprobos praticados na Prefeitura, que traga tudo à tona, dê nomes aos bois, pois, certamente, a Justiça fará a parte dela.

No dia seguinte à polêmica saída de Ricatto, foi a vez da contadora Fernanda Alves da Silva deixar a pasta de Recursos Humanos (SMRH), como eu havia antecipado em uma das colunas passadas. Na noite do mesmo dia, no teatro municipal, Dixon (PP) reuniu os comissionados de seu governo para uma espécie de “integração” e aproveitou a oportunidade para apresentar  o novo titular da SMRH, cujo nome só sei o primeiro, Pedro. Ele deu uma palestra para cerca de 300 cargos presentes. Segundo informações, Fernanda, que foi contadora da última campanha de Dixon (PP), decidiu deixar o governo por não concordar, também, com algumas “ordens” que vinham de cima. Com ela, seis nomeados por Dixon (PP) dia 1º de janeiro já pegaram seus banquinhos e saíram de fininho. Eitaaaaa!!!!
ATUALIZAÇÃO: O nome completo do novo secretário de Recursos Humanos da city é Pedro José Gonçalves. (Às 14:03 – 02/06/17)

Chegou aos meus ouvidos que um certo “negativo” poderá  causar uma tremenda reviravolta em um caso muito polêmico, que chocou a todos, quando veio à tona em 2009. O material estaria sendo disputado a peso de ouro. Misericórdia!!! Como não estou completamente certo da veracidade desse bapho, não entrarei em maiores detalhes. Maaaaaaaaaas, caso se confirme, rasgarei bonito, aqui, para vocês, meus amooooooooores.
Aliás, falando em rasgar, o assessor especial do prefeito Dixon (PP), Israel Mascarenhas, deveria ser menos arrogante e mais educado ao debater com integrantes de grupos políticos da city, na rede social Facebook. Independentemente de quem debate com ele ser aliado ou adversário do governo que o nomeou, esse comissionado tem que entender que seu salário de mais de R$ 11 mil por mês não sai do bolso do prefeito Dixon (PP), mas sim do bolso dos contribuintes paulinenses, incluindo aqueles que são tratados por ele com desdém e empáfia, só porque não compartilham da mesma opinião dele, em relação a administração da qual faz parte.  Além disso, como assessor especial, ele deveria saber que é a “imagem e semelhança” do prefeito que o contratou. É o que eu acho.
Gente do céu, quando penso que já vi de tudo na política da city, aparece uma “cabeluda” como nunca vista antes. O vereador Kiko Meschiati (PRB) solicitou ao prefeito Dixon (PP), por meio do Requerimento nº 88, de 11 de abril de abril de /2017, aprovado no Plenário do Legislativo, “cópias integrais do contrato e de todos os aditamentos contratuais da contratada Planova Planejamentos e Construções S/A, bem como medições e eventuais modificações em projetos, planilhas de preços e cronograma físico e financeiro”. A Planova é a empresa que executa a interminável obra de reforma e ampliação do Hospital Municipal de Paulínia (HMP).
Pois bem. No dia 9 de maio, o próprio prefeito respondeu o Requerimento de Kiko. Segundo o prefeito, todos os documentos da Planova totalizam cerca de 21 mil folhas, distribuídas em 103 volumes, por isso, a Câmara Municipal teria que pagar R$ 0,83 (oitenta e três centavos) por cópia, pois a Prefeitura está em contenção de despesas. Vale registrar que o serviço de fotocópias da Prefeitura é terceirizado e, segundo informações, a empresa cobra da Prefeitura 0,08 (oito centavos) por xerox tirada. 
Vão vendo. Surpreso com a cobrança inédita, Kiko (PRB) foi ao Paço Municipal tentar entender o que estava, de fato, acontecendo. Lá, ele foi informado que a cobrança é baseada no Decreto 5911/2010, do então prefeito Pavan (PSDB), que fixou uma tabela de preços em UFP (Unidade Fiscal de Paulínia), usada pela atual administração para enquadrar a solicitação do vereador e chegar ao valor de R$ 0,83 (oitenta e três centavos) por xerox.

No mercado comum, o preço de xerox gira em torno de R$ 0, 30 (trinta centavos), podendo cair de acordo com a quantidade de cópias solicitada.  O vereador, então, mandou que a Guia de Recolhimento fosse gerada – e foi, no valor de R$ 15.355,00 (quinze mil, trezentos e cinquenta e cinco reais) para pagamento até 31 de dezembro deste ano.

Com as pessoas com quem conversei, têm opiniões diferentes sobre a legalidade da cobrança. Maaaaaaaaaas, legalidade à parte, o que chama a atenção é a Prefeitura pagar à empresa terceirizada “oito centavos” por cópia e cobrar de terceiros “oitenta e três centavos”, no mínimo, “cinquenta e três centavos” a mais do preço de mercado. Eita Gota! E é xerox folheada a ouro, é? Pode isso, Chicaaaaaaaaaaaaaa?  
Depois dessa, é colocar a toca de lã na cabeça, meias nos pés, ligar a TV, mergulhar embaixo do edredom, assistir um bom filme e desejar a todos vocês, amaaaaaaaaaaaaados e amaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas, uma noite maravilhosa e um fim de semana espetacular. FIQUEM NA PAZ DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Muitos beijos e abraços. Au Revoir!!!

Foto: Reprodução/Vídeo 

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