Correio Paulinense

Paulínia, 22 de maio de 2024
Luta pelo povo uma ova! O que tem acontecido na Câmara é baderna com nomes, rostos e até supostos mandantes

Última atualização em 18 de novembro de 2013

[imagem] O que tem a ver agredir fisicamente um profissional da imprensa e ainda danificar o seu material de trabalho, com “lutar pelos interesses da população?”.  O que tem a ver ameaçar bater em “perdedores”, com “lutar pelos interesses da população?”. O que tem a ver ficar chamando vereadores para briga corporal, com “lutar pelos interesses da população?”.  O quem tem a ver ameaçar de deixar vereador paraplégico, com “lutar pelos interesses da população?”.  O que tem a ver quase bater na mãe de um vereador, com “lutar pelos interesses da população?”. O que tem a ver “contratar” baderneiro de fora para vir aqui xingar e insultar vereadores e até procurar um jornalista da cidade, com “lutar pelos interesses da população?”. O que tem a ver um grupo de diretores e cargos de confiança de um governo apoiar baderna e baderneiros, com “lutar pelos interesses do servidor público?”. 

Desde o dia 16 de julho passado, quando o atual governo assumiu, por ordem do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), as sessões da Câmara Municipal de Paulínia transformaram-se em um verdadeiro “circo dos horrores”, estrelado por pessoas ligadas direta (cargos de confiança) e indiretamente (partidários à espera de cargos) aos “prefeitos” Edson Moura e Edson Moura Junior (PMDB). Aliás, a avant-première do “espetáculo”, em cartaz há oito sessões consecutivas, aconteceu dia 1º de janeiro deste ano, quando mouristas fanáticos quase lincharam a vereadora Siméia Zanon (PROS), na época PSDC, e o vereador  Fábio Valadão (PROS), na época do PTB. Motivo: Siméia e Valadão votaram em Marquinho Fiorella (PP) para Presidente da Câmara e não em Custódio Campos, o petista que virou mourista e era o candidato do ex-prefeito Edson Moura. Valadão não foi agredido, mas o pai dele, Geraldo Nasário, foi. 
Mas se este passado recente foi tenebroso, o presente está sendo mais ainda. A baderna instalada na Câmara tem nomes, rostos e até supostos mandantes. Nomes: JOSÉ NILTON DE SOUZA E AMILTON CESAR, vulgos Zé Nilton e Cezinha, respectivamente.  Enquanto espera pela nomeação (se é que será nomeada) no governo Moura Junior (PMDB) a dupla provoca a desordem na Câmara, usando de uma maneira sórdida o exercício da democracia e os interesses da população paulinense.  
Zé Nilton foi o “homem” que agrediu o jornalista Moreira Junior (Rádio Mania), na última sessão legislativa. “Perdedor toma pau hoje. Tem matéria aqui não seu porra”, disse Zé Nilton, enquanto desferia um golpe contra o jornalista Moreira Junior e o celular que ele usava para gravar o tumultuo causado por ele e outros mouristas. Cezinha é o “homem” que incita a baderna, provoca partidários de outros políticos, grita palavrões contra vereadores e chama pessoas para briga. Dois autênticos vândalos políticos, a serviço do  atual governo municipal, ESTA É A VERDADE!
Mas se para sagrar-se campeão do Brasileirão, com quatro rodadas de antecedência, o Cruzeiro precisou contratar reforços antes de começar a temporada, os baderneiros políticos Zé Nilton e Cezinha também precisavam de um “reforço”, para defender o desgoverno que a Justiça Eleitoral Brasileira (leia-se TSE – Tribunal Superior Eleitoral) instalou na cidade há 121 tristes dias. Rodrigo Pavane, morador de Campinas, integrante do diretório do PDT (Partido Democrático Trabalhista) de Campinas, conhecido como “boca de aluguel” e com uma extensa ficha de badernas nas Câmaras Municipais, região afora, foi o “contratado”. 
Pavane “estreou” em Paulínia na sessão do dia 15 de outubro, pulou a do dia 29 e voltou a atacar na de terça-feira, dia 12. Entre os principais alvos do baderneiro político  importado estão os vereadores Tiguila Paes (PRTB), Fábio Valadão (PROS), Danilo Barros (PCdoB) e as vereadoras Siméia Zanon (PROS) e Ângela Duarte (PRTB), todos opositores do atual governo. A ordem é detonar quem ousa enfrentar os “dois prefeitos”.  Até o jornalista Mizael Marcelly está na mira deste vândalo, que não vota e nem mora em Paulínia, mas se comportou nas sessões como verdadeiro CIDADÃO PAULINENSE. Porém, desse sujeito trataremos depois, com maiores detalhes. 
A partir da sessão de 15 de outubro quem vai às sessões da Câmara tem que passar por um detector de metal e pegar uma senha para entrar no Plenário. A medida tomada pelo presidente Marquinho Fiorella (PP) visa evitar superlotação e, sobretudo, garantir a integridade das pessoas e dos vereadores, que estão vulneráveis à bandidagem política, daqui e de fora. Neste dia, Fiorella (PP) mandou a Polícia Militar e a Guarda Municipal retirarem do Plenário o servidor público Rogério Douglas de Souza (Chefe do Serin nomeado pelo prefeito Moura Junior (PMDB) com um salário mensal de R$ 4.350,01) por tentativa de depredação contra o patrimônio público. Antes de Souza, Fiorella já havia feito a mesma coisa com Mechinha Aguiar, outro cargo de confiança do atual prefeito, que queria brigar com todo mundo na sessão do dia 20 de agosto. 
Já na última sessão, dia 12, que o clima passou de pesado para pesadíssimo, a Guarda Municipal e a Polícia Militar fizeram um cordão de isolamento entre a plateia mourista e os vereadores.  Entretanto, os baderneiros Zé Nilton e Cezinha, além de Rodrigo Pavane, comparsa deles, aprontaram todas e não foram retirados do recinto. UM ABSURDO. Assistindo a toda esta lama o Secretário Municipal de Segurança Pública, Cícero Brito, que tem se comportado como um verdadeiro guarda-costas de luxo dos baderneiros.   Ele “discutiu” com o campineiro Pavane, mas não o retirou da Câmara por desordem. Após o baderneiro Zé Nilton agredir o jornalista Moreira Junior, Brito apenas lhe perguntou:  “porra, você quer queimar a gente?”.
Diante de tudo o que ocorreu na última sessão da Câmara concluímos  que a SITUAÇÃO FUGIU COMPLETAMENTE DO CONTROLE. O MINISTÉRIO PÚBLICO PRECISA SER ACIONADO PARA PROIBIR A ENTRADA NAS PRÓXIMAS SESSÕES DA CÂMARA MUNICIPAL DE PAULÍNIA DOS “SENHORES” JOSÉ NILTON DE SOUZA, AMILTON CEZAR E RODRIGO PAVANE, baderneiros políticos da pior espécie, que tumultuam os trabalhos e, sobretudo, colocam em risco segurança das pessoas que vão à Câmara, cobrar dos vereadores de forma civilizada e democrática.  Essas “tranqueiras” (politicamente falando) devem ser excluídas das sessões, antes que acabem provocando uma tragédia. 
Zé Nilton agrediria um jornalista, Cezinha atingiria o rodapé e um morador de Campinas viria para Paulínia levantar a bandeira dos Moura, todos, a troco de nada? Reflitam sobre estas questões e concluam quem são os MANDANTES  FINANCIADORES DESTES BADERNEIROS POLÍTICOS. 

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