Correio Paulinense

Paulínia, 19 de maio de 2024
Luan Santos da Silva, de 9 anos, usa um cateter devido ao acúmulo de secreção no pulmão e nos pâncreas, provocado pela doença

Última atualização em 23 de abril de 2014

[imagem] A dona de casa Glauciene Silva, moradora no São José II, denunciou agora a pouco ao Correio Paulinense Online que o Hospital Municipal de Paulínia não tem agulha de cateter e nem o medicamento Azitromicina para atender o filho dela, Luan Santos da Silva, de 9 anos, internado desde ontem (22).  Luan sofre de um doença chamada fibrose cística, que provoca o acúmulo de secreção no pulmão e no pâncreas. “O remédio eu tive que comprar e ele disseram que ia tentar me reembolsar”, contou a dona de casa.  

Ainda segundo ela, o cateter que o filho tem no umbigo precisa ser operado por uma agulha especial. “Como o hospital também não tem agulha para cateter os enfermeiros ficam furando ele até encontrar uma veia para aplicar a medicação”, afirmou a mãe e lamentou: “Os médicos colocaram o cateter nele justamente para evitar esse sofrimento. É muita judiação”. A mãe finalizou dizendo que, geralmente, Luan costuma ficar internado 15 dias, devido os cuidados redobrados que a doença exige. 
Tentamos falar com o HMP sobre o problema, mas ninguém atendeu a nossa ligação na sala da direção. 
Foto: Reprodução

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