Correio Paulinense

Paulínia, 19 de maio de 2024
HOJE (8) TEM AUDIÊNCIA DA “COMPRA DE VOTOS”, MOSTRADA ONTEM (7) PELO FANTÁSTICO (Globo). Os “dois prefeitos” fugiram da reportagem global como fogem dos oficiais de justiça da city!

Última atualização em 8 de setembro de 2014

[imagem] Boaaaaaaaaa taaaaaaaaaaaaarde meus amooooooooooores!!! Dois anos depois de bombar no YouTube e virar mais um processo na Justiça Eleitoral, contra os Moura (pai e filho), o maior escândalo político da história da city foi destaque da matéria especial “Compra de Votos”, exibida ontem, 7 de setembro, pelo Fantástico (Globo).  Além dos “dois prefeitos” de Paulínia, o prefeito de Codó e a prefeita de Bom Jesus das Selvas, dois municípios maranhenses, também foram flagrados em vídeos, comprando votos nas eleições de 2012. 


Foram mostradas dezenove cenas da distribuição de dinheiro no quarto de uma casa lá no Bom Retiro e cerca de 5 minutos, dos 11 que durou a reportagem, dedicados à Paulínia City. Participaram da matéria o ministro Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o perito Ricardo Molina, Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios, José Fortunati, presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, o promotor maranhense Gustavo Bueno e a ex-promotora eleitoral de Paulínia Kelly Arantes, que denunciou os Moura. ASSISTA A REPORTAGEM!!!

As três testemunhas ouvidas pelo Fantástico confirmaram que era dinheiro sim o que receberam de Moura. “Ainda falou assim: ‘conto com a sua colaboração no dia tal, lá’. Assim que ele fala: ‘conto com sua ajuda’”, disse uma eleitora paulinense. Foram trinta dias tentando ouvir os “dois prefeitos” da city, mas eles fugiram do repórter investigativo Francisco Regueira como fogem dos oficias de justiça dos quatro cantos do planeta (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). Mas pensem comigo: o que eles poderiam falar ao Fantástico? Que estavam entregando “santinhos” ou receita médica, como disse o prefeito cara-de-pau de Codó (MA), Zito Rolim (PV)?

Quando esse escândalo estourou, no final de setembro de 2012, eu entrevistei com exclusividade Larissa Maciel, que também esteve no quarto com Moura pai e afirmou ter recebido 500 reais dele, em troca do voto. Na época, ainda ouvi um perito de São Paulo, segundo o qual as chances de ser dinheiro o que Moura entregou aos eleitores são de 99%. Na época, a defesa de Moura entrou com um pedido na Justiça para o YouTube tirar os vídeos do ar, mas foi negado. Como se defenderem diante de tantas evidências e testemunhos? Impossível. Por isso, eles não falariam sobre o assunto nem com a CNN americana.

O processo do escândalo vem se arrastando na Justiça Eleitoral de Paulínia há quase dois anos. No mês passado, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) acionou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre a morosidade no julgamento do caso. O processo corre em segredo de justiça, para preservar a integridade física das testemunhas arroladas pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) da city.

Uma nova audiência da compra de votos está marcada para às 14h de hoje, dia 8, quando a Justiça Eleitoral tomará depoimentos de testemunhas de acusação e, provavelmente, de defesa. “Se eles arrolaram testemunhas de defesa, certamente, acabarão desqualificadas no processo, pois são as figurinhas carimbadas de sempre”, me disse uma fonte. 


Desde que assumiu a Prefeitura, em julho do ano passado, Edson Moura Junior (PMDB) já foi cassado duas vezes pela Justiça Eleitoral, em outros processos, e governa a city amparado por liminares concedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O processo da compra de votos é considerado o mais grave de todos, podendo inclusive provocar a terceira cassação do prefeito. “Depois da reportagem do Fantástico, as chances de Edson e o filho conseguirem sucesso em eventuais recursos nas instâncias eleitorais superiores, são quase nulas”, avalia um amigo pessoal dos “dois prefeitos”. 

Bem meus amooooores, opiniões à parte, este caso é um verdadeiro desafio para as três instâncias eleitorais: Paulínia, TRE e TSE.  A promotora Kelly disse com todas as letras: “O candidato (Edson Moura) recebia eleitor por eleitor, pedia o voto do eleitor e dizia que podia ajudar de alguma maneira, perguntava se podia ajudar de alguma maneira. E aí então ele entregava o dinheiro pro eleitor em troca do voto”. Então, agora só resta esperarmos a decisão final, para sabermos se o ex-prefeito Edson Moura está ou não com a razão quando diz que “NEM A JUSTIÇA PARA ELE”.
Uma semana abençoada e cheia de bênçãos para todos nós. Que O ESCUDO PROTETOR DO NOSSO SENHOR JESUS CRISTO NUNCA NOS ABANDONE. Beijos e abraços!. Au revoir! 
Foto: Reprodução/Internet

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