Correio Paulinense

Paulínia, 22 de maio de 2024
“GUERRA PARALELA" é o primeiro "Artigo de Domingo", que estreou dia 26

Última atualização em 26 de maio de 2013

[imagem] Enquanto os dois grupos políticos de Paulínia disputam o comando da cidade nos Tribunais Eleitorais, uma guerra paralela, sem limites e sem precedentes, é travada por partidários de ambos, no mundo virtual.   Em comum entre a guerra oficial e a paralela, apenas o interesse pelas vantagens do poder, independente do escalão em que cada um se encaixa ou venha a se encaixar. 
No campo judicial os combatentes se enfrentam com instrumentos jurídicos (ações, recursos, embargos, liminares, entre outros), garantidos por lei a “representantes e representados”, “recorrentes e recorridos”. Já as armas utilizadas no território “sem lei” da internet são bem diferentes e de diversos “calibres imorais e ilegais”.
Desde que tudo isso começou, ainda no ano passado, a FAMÍLIA ALHEIA virou algo banal – bem banal. Pais, mães, maridos, esposas e filhos se tornaram alvos das maledicências, calúnias e difamações, praticadas por ensandecidos em busca de uma vitória que, NA VERDADE, não é deles.  O tempo lhes mostrará isso. Dívidas pessoais de todos os tipos, sexualidade, vida conjugal, doenças e  até quem já morreu  – nada foi poupado.  Nem o SANTO NOME DE DEUS tem escapado. Tudo isso foi e continua sendo utilizado em nome de um interesse, além de hipócrita, mentiroso: que estão defendendo a população paulinense. Ah, se estivessem mesmo!
Claro que a população não está alheia a toda esta situação, até porque, além de acompanhar como pode o uso indevido do seu nome, ainda é alimentada de boatos disseminados pelos dois lados, cada um puxando a sardinha para si. Entretanto, quando chamada para se manifestar, a verdadeira população não defende lados e ainda prova que não é burra, como eles pensam. “Eu sabia da substituição, mas muita gente foi enganada”, disse uma paulinense, de 17 anos, ao Correio Popular (Campinas), de ontem, 25. 
No frigir dos ovos, a “guerra paralela” na internet não influenciou em absolutamente nada o resultado proferido pela última Instância Eleitoral, que decidiu em cima de uma legislação falha, confusa e cheia de brechas, usadas oportunamente pelos “tubarões” que disputam o poder.  E nem influenciará nas próximas decisões judiciais sobre a “guerra oficial”. Infelizmente, até agora, o mar de lama protagonizado nas redes sociais só serviu para expor vidas pessoais, famílias e fabricar alguns inimigos mortais. Todas as ações fora do contexto em epigrafe terão consequências, algumas muito sérias. 
Quem demonstrou o que foi capaz de  fazer para provar fidelidade e adoração ao seu “rei”, agora, aguarda com muita expectativa a recompensa final: uma vaga comissionada no Serviço Público Municipal, para, finalmente, VOLTAR A SORRIR! Não é pecado nenhum cobiçar uma vaga no tão disputado setor público, seja pelo voto popular, concurso ou nomeação política. Pelo contrário: é um direito de qualquer cidadão apto para tal. O problema é buscar um objetivo desonrando pessoas e famílias inteiras, seja caluniando ou expondo a intimidade alheia de forma gratuita e vil.
 
Boa parte dos que hoje bradam contra o “rei ainda não deposto”, amanhã bradará contra o “rei a ser posto”, pois a maioria convocada para uma guerra política nunca sentou ou sentará à mesa, para o “grande banquete”.  E os futuros fanáticos fiéis esquecidos? ESTES APRENDERÃO A LIÇÃO.

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