Correio Paulinense

Paulínia, 23 de maio de 2024
“EMERGENCIAL” levado pela CORPUS poderia ter CUSTADO R$ 2 milhões A MENOS; Protocoladas na Câmara REPRESENTAÇÕES contra Dixon (PP).

Última atualização em 23 de março de 2017

Booooooooooooooa nooooooooooite, meus amooooooooooores. Gente, e agora? Ontem (22), noticiamos em primeira mão que a Justiça proibiu a Prefeitura de pagar a Corpus pela coleta sanitária, objeto do contrato emergencial de mais de R$ 13 milhões, por 90 (noventa) dias, fechado no início de janeiro. Eita gota serena! Será que a Corpus vai continuar recolhendo o lixo da city, mesmo correndo sério risco de não receber pelo serviço prestado? A pergunta é super pertinente porque, como a proibição é provisória, no final do processo o juiz Carlos Eduardo Mendes pode impugnar o contrato em definitivo. E, pelo que apurei hoje (23), são grandes as chances de o “emergencial milionário” ser cancelado.
Vamos lá. A Prefeitura contratou a Corpus, sem licitação, por 13.378.621,14 (treze milhões, trezentos e setenta e oito mil, seiscentos e vinte e um reais e quatorze centavos), ou R$ 4.459.540,38 (quatro milhões, quatrocentos e cinquenta e nove mil, quinhentos e quarenta reais e trinta e oito centavos) mensais, durante três meses. Os lotes de serviços contratados foram:

Lote 01:
Coleta, transporte e disposição final ambientalmente adequada de resíduos domiciliares; coleta, transporte e disposição final ambientalmente adequada de materiais recicláveis; coleta, transporte e disposição final ambientalmente adequada de resíduos volumosos; coleta, transporte e disposição final ambientalmente adequada de resíduos da construção civil; coleta, transporte e disposição final ambientalmente adequada de resíduos dos serviços complementares de limpeza urbana; implantação, operação, manutenção e higienização de contêineres de 1.000 litros e de 3.000 litros, varrição manual e mecanizada de vias e logradouros públicos; varrição pontual e varrição de praças, parques e calçadões.
Lote 02: Serviços complementares de limpeza urbana de capina manual e mecanizada; roçada manual e mecanizada; gestão de resíduos e limpeza de prédios públicos; manutenção e manejo de áreas verdes; poda de árvores e gramados; retirada de árvores, irrigação, limpeza de bocas-de-lobo e de galerias com destinação final ambientalmente adequada.
Muito bem. Aí, a empresa Filadélfia Locação e Construção Eireli cobrou pelos mesmos dois lotes e meses de serviços R$ 11.305.623,06 (onze milhões, trezentos e cinco mil, seiscentos e vinte e três reais e seis centavos), ou R$ 3.768.541,02 (três milhões, setecentos e sessenta e oito mil, quinhentos e quarenta e um reais e dois centavos) mensais. 

Uma diferença global de R$ 2.072,998,08 (dois milhões, setenta e dois mil, novecentos e noventa e oito reais e oito centavos), ou R$ 690.999,36 (seiscentos e noventa mil, novecentos e noventa e nove reais e trinta e seis centavos) a menos por mês. Inconformada por ter oferecido um preço menor e mesmo assim perdido a concorrência, a Filadélfia contestou judicialmente a contratação.
Agora, vejam como os governantes adooooooram deixar a população doida, muito doida, sem saber em quê e em quem acreditar. Quando assumiu, Dixon (PP) espalhou uma dívida herdada de R$ 300 milhões, falou em decretar calamidade financeira, suspendeu pagamentos a fornecedores, enfim, a Prefeitura estava no maior “miserê”. Aí, uma empresa oferece um serviço por um valor mais barato, mas quem leva o contrato é justamente quem cobra mais caro? Quando digo que a matemática com o dinheiro público é diferente, tem neguinho que rasga a “cinta-liga”, de ódioooo. Que venha o desfecho!!!
O segundo contrato emergencial do governo Dixon (PP), o da MERENDA ESCOLAR, que também ultrapassa os R$ 13 milhões, só que por 6 (seis) meses, também está sendo muito questionado. Maaaaaaaaaas, neste caso, pelo menos, as informações que me chegam são só elogios à empresa contratada. Uma das merendeiras contratadas me disse que a comida é de boa qualidade, o cardápio variado, sem contar que muitos paulinenses foram empregados. Tomara que esse lado bom não seja estragado por notícias como essa da limpeza pública urbana.
Falando em notícia, o presidente da Câmara Du Cazellato quer emplacar na próxima sessão, dia 28, o Auxílio Alimentação de R$ 800,00 para os servidores do Legislativo e, assim, encerrar de vez o serviço de restaurante, hoje, pilotado pela Alinutri, do querido Nelson Chitico. Apurei que a Comissão de Justiça e Redação da Casa, presidida pelo 1º Secretário da Mesa Fábio Valadão (PRTB) já liberou a proposta para ser votada na legalidade. Depois, o projeto segue para a Comissão de Finanças e Orçamento, sob a presidência de Kiko Meschiati (PRB).
Segundo informações extraoficiais, Du Cazellato (PP) decidiu pautar o polêmico Auxílio Alimentação de quase um salário mínimo vigente, motivado pela suposta disposição de Dixon (PP) em aumentar de R$ 100,00 para 600,00 o vale refeição dos servidores da Prefeitura. Quando o “VR” da Câmara foi anunciado, os funcionários do Paço reclamaram e muito da diferença entre o que eles recebem e o que os da Câmara receberiam. Na época, também segundo informações extraoficiais, o prefeito teria pedido ao presidente para segurar a proposta mais um pouco, até que ele pudesse fazer o mesmo na Prefeitura. Então, será que chegou a hora? Vamos aguardar!!!
Notícia de última hora: a Câmara de Paulínia recebeu na tarde desta quinta-feira (23) duas Representações contra Dixon Carvalho (PP), uma de autoria do advogado Arthur Augusto Campos Freire, ex-secretário de Negócios Jurídicos, no governo Edson Moura Junior (PMDB), e a outra do munícipe Claudinê Moretti Filho. Em ambas, os autores denunciam Dixon (PP) por suposta infração político-administrativa e pedem a cassação do mandato do prefeito. No centro das denúncias, os contratos emergenciais fechado pela Prefeitura com a Corpus Saneamento e Obra Ltda, coleta sanitária, e RC Nutry Alimentação Ltda, merenda escolar.

Os denunciantes querem que a Câmara investigue supostas irregularidades nas duas contratações, sem licitação, que juntas somam quase R$ 27 milhões. Caberá ao presidente do Legislativo, Du Cazellato (PSDB), receber ou não as Representações. Se forem recebidas, as denúncias vão para votação dos vereadores, que decidirão se cabe ou não a abertura de investigação contra o prefeito. Eita nós!!! Será que começou, pra valer, a temporada de fortes turbulências políticas? Vamos acompanhar.

Bem meus amoooooooooooores, por hoje, é só. Um fim de semana esplendoroso para todos nós, abençoado, por NOSSO SENHOR JESUS CRISTO. Muuitos beeeeeijos e abraaaaaaaços!!!. Au revoir! 

Foto: Correio Imagem/Arquivo

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