Correio Paulinense

Paulínia, 20 de julho de 2024
Em trinta dias, Paulínia viveu “Medidas impopulares” ou um verdadeiro “Genocídio Social” não anunciado?

Última atualização em 18 de agosto de 2013

[imagem] Anteontem, dia 16, Paulínia fechou o primeiro mês com o Palácio 28 de Fevereiro “sob nova direção”.  Na noite do dia 6 de outubro passado, véspera da eleição, prometeram que a cidade “votaria em 1 e levaria 2” Prefeitos, numa tacada só. Entretanto, quem prometeu omitiu dos eleitores o principal “plano de governo” dos “eleitos”, plano este que os senhores, conhecerão na sequência do artigo de hoje.. 
Em tão pouco tempo já são milhares de crianças, jovens, pais de famílias, pessoas carentes e funcionários públicos vítimas da inexperiência e submissão do “prefeito de direito” e da “mão pesada” do “prefeito de fato”, que acredita já ter nascido rei, com uma “plebe rude” particular, programada para obedecer todas as suas ordens e curvar-se diante de todas as suas vontades. 
Subestimando a inteligência popular o “novo/velho governo” quer incutir na cabeça das pessoas que para melhorar foi preciso cortar as horas-extras do funcionalismo público, dar um abono fajuto em quatro anos, diminuir o salário de 89 servidores de carreira que ocupavam Cargos de Chefia, condenar à falência duas das maiores e mais importantes entidades assistenciais do município, o Caco e a AIJ, entre outras atrocidades administrativas.  São o que eles  chamam de “medidas impopulares”. 
405 pais de famílias desempregados (139 do Caco, 266 da AIJ); 116 jovens aprendizes da AIJ correndo o risco de perderem o primeiro emprego;  8200 pessoas carentes sem atendimento no Caco; 1000 pessoas/mês sem atendimento na AIJ; quase 2300 pessoas que deixaram de receber as cestas emergências do Caco; dezenas de projetos e programas voltados para pessoas e famílias em vulnerabilidade social parados. “MEDIDAS IMPOPULARES”, ou “GENOCÍDIO SOCIAL” NÃO ANUNCIADO? 
A 3ª Promotoria de Justiça de Paulínia sente que pode ter algo de errado por trás das medidas unilaterais do prefeito Edson Moura Júnior (PMDB) e decidiu abrir um inquérito civil público (LEIA A MATÉRIA) para investigá-las a fundo. Será que Moura Júnior poderia mesmo ter cortado as subvenções do Caco e da AIJ, a seu bel prazer, sem avisar, consultar ou pedir autorização à ninguém? Esta é a pergunta central, cuja resposta está agora nas mãos do atuante promotor André Perche Luke, que já investiga supostas irregularidades cometidas por Edson e Regina Mattos e Moura, na época em que o Caco mais recebeu dinheiro dos cofres públicos paulinenses.
A resposta da Justiça ainda estar por vir, mas a da sociedade massacrada pela politicagem maldosa de Edson Moura, Edson Moura Junior e outros membros do atual alto escalão municipal já está sendo ouvida nas ruas. Tudo que Paulínia já viveu nos últimos 30 dias, na verdade, é a sinopse da trama que pode ser obrigada a acompanhar até 2016, isso se os autores sobreviverem politicamente até lá.  Será?

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