Correio Paulinense

Paulínia, 20 de maio de 2024
“Ele está confiante e provará sua inocência”, diz esposa de Kiko Meschiati (PRB)

Última atualização em 25 de junho de 2018

Neste domingo (24) o Correio ouviu com exclusividade Suellen Meschiati, esposa do vereador Kiko Meschiati (PRB). Ela falou sobre a situação do marido na Justiça Federal e sobre o rompimento político dele com Mauro Torres Junior, presidente do Solidariedade (SD) municipal.  De acordo com Suellen, Kiko não é considerado foragido porque o mandado de cumprimento da sentença desfavorável a ele ainda não foi expedido pela Justiça Federal de Campinas. “Estamos aguardando decisões de primeira instância sobre pedidos feitos por nossos advogados. Então, dizer que ele é foragido não condiz com a verdade”, disse ela.  
A esposa do parlamentar afirmou também que ele é inocente e ressaltou que ainda cabem vários recursos à terceira instância federal. “Até lá, meu marido conseguirá provar sua inocência, pois, acreditamos primeiramente em Deus, e depois na Justiça. Ele não pode pagar por uma coisa que não fez. Todos nós estamos sofrendo, mas absolutamente confiantes de que tudo dará certo, porque estamos com a verdade e vamos superar tudo isso”.
Política
Suellen Meschiati fez questão de falar sobre a relação política do marido com  Mauro Domingos Torres Junior, presidente municipal do Solidariedade (SD). Na última quinta-feira (21), o advogado Leonardo Viu Torres, irmão de Mauro, foi nomeado secretário de Habitação (VEJA) do governo Dixon Carvalho (Progressistas). O meio político recebeu a nomeação como uma aliança entre o SD, seu presidente, e o atual prefeito, de quem Kiko (PRB) é opositor na Câmara Municipal. 
“Todo mundo sabe que Mauro e meu marido, além de amigos, caminhavam politicamente juntos. Aí, quando saiu a nomeação do irmão dele (de Mauro) logo começaram a falar que Kiko também estava no pacote, coisa que não é verdade. Meu marido é e continuará sendo oposição a este governo, o qual, como ele sempre diz na Câmara,  está acabando com a nossa cidade. Ele respeita a decisão de Mauro, mas não concorda e, por isso, rompeu politicamente com ele, pois, não quer ver seu nome, mesmo que indiretamente, ligado a essa gente (governo Dixon) que está causando tanto mal a Paulínia”, concluiu. 
Procurado pelo Correio, o presidente do Solidariedade (SD) Mauro Domingos Torres Junior disse à reportagem que não vai comentar o assunto.

Foto: Correio Imagem

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