Correio Paulinense

Paulínia, 20 de maio de 2024
AS “4 MIL BOLSAS” MOURISTAS; A “velha política” nunca aceitou “Mizael Marcelly”; RUTINHA na HARVARD! PSDC diz que pode “compor”; Vão falando, passando e eu, ficando!

Última atualização em 12 de setembro de 2023

[imagem] Booooooom diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, meus amoooooooooooores! Antes dos babados de hoje, quero mandar um beijo enoooooooorme para a amaaaaaaada Rute Alves Pereira, uma paulinense que desembarcou, dia 1º desse mês, na Harvard Medical School, em Boston (EUA), para um pós-doutorado em câncer bucal, no laboratório comandado pelo renomado pesquisador Steven Gygi. Rutinha, que vi menina, formou-se em Biomedicina no Centro Universitário Hermínio Ometto, em Araras, fez mestrado e depois doutorado em fisiopatologia médica na Unicamp, e, agora, está láaaaaaaa na terra do Tio Sam, mostrando “a que foi”. “Estou desenvolvendo uma pesquisa na área de câncer com uma metodologia chamada espectrometria de massas”, me disse, pelo Whats. Serão dois anos longe de casa, dos pais Edna e Jaiminho e do irmão Rafael, mas na bagagem de volta à Paulínia City estará a credencial de uma das mais prestigiadas universidades do mundo. “Parabéns, queridaaaaaaaaaaaaa. Não apenas a sua família, mas todos nós estamos orgulhosos de você. Que Deus te proteja, seeeeeempre”.

Bem, conversei com o presidente do PSDC Municipal, Laercio Giampaoli, sobre o futuro político dos vereadores Flávio Xavier e João Pinto Mota, já que o partido decidiu disputar, também, a sucessão do espirituoso Pavan (PSDB), este ano  Atualmente, Xavier e Pinto Mota integram a base pavanista na Câmara. “Foi uma decisão (a do PSDC lançar candidatura própria à Prefeitura da City) meio rápida, tomada pelas Executivas Nacional e Estadual do partido, por isso, ainda não conversei com eles (os dois vereadores). Mas, claro, eles terão que cumprir a determinação das Executivas e caminharem juntos com o partido”, me disse o presidente. 
Na conversa, Laércio fez questão de ressaltar a importância do PSDC na city. “Nas duas últimas eleições fizemos dois vereadores. Este ano temos 20 pré-candidatos à Câmara e grandes chances de fazermos o mesmo número (de vereadores) ou até mais. O PSDC construiu um trabalho e uma história muito importantes na cidade, sempre colocando a população em primeiro lugar”.  Sobre a decisão do partido disputar, pela primeira vez, a Prefeitura da City, o psdcista frisou que a população é quem vai dar a palavra final. “Se algum nome do partido emplacar na opinião pública, nesta direção, disputaremos. Caso contrário, como a política é dinâmica, não descartamos a possibilidade de compor com o nome (para prefeito) que a maioria da população apontar (por meio de pesquisas) como sendo o melhor para ela”, disse ele. 
Ou seja, se ninguém do PSDC (até mesmo o cunhado de Michel Temer, Karlo Augusto) decolar para a vaga titular da Prefeitura Municipal, o partido deve tentar colocar um dos “seus” na vaga de Vice do candidato detentor da preferência do eleitorado paulinense, que, hoje, tem pelo menos seis opções de escolha: o atual prefeito e pré-candidato natural Pavan (PSDB), Tuta Bosco (PPS), Palito (Solidariedade) Dixon Carvalho (PP), Sanzio Rodrigues (PMDB) e Roberto Yamada (PSOL), esses pré-candidatos já declarados. Segundo o seu presidente, o PSDC decidirá por uma via (lançar mesmo candidato) ou por outra (compor com outro candidato) no período das convenções partidárias, que começa dia 20 de julho e termina em 5 de agosto. 
Mudando de assunto, nem se quisessem,  duas informações sobre a bolsa de estudo concedida pela da Prefeitura da City passariam  “batidas” por esta coluna. A primeira, veio da atual assessoria de imprensa municipal, que aponta as 525 bolsas anunciadas quarta-feira (25) como o recorde do benefício, desde que foi resgatado pelo espirituoso Pavan (PSB) em 2010, dentro do Programa de Ação Social (PAS).  A outra, veio do ex-secretário de Educação João Natanael de Souza, que postou no Facebook ter assinado mais de 4 mil bolsas no período (2001/2003) em que esteve à frente da pasta. 
Pois bem. Na verdade, de 2010 para cá, o recorde do benefício foi registrado em 2012, quando o espirituoso concedeu 600 bolsas, segundo informação da assessoria dele na época, inclusive, publicada nesta edição do Semanário Oficial do Município. A não ser que a informação divulgada tenha sido falsa, equivocada, o que particularmente não acredito, pois não houve nenhuma correção oficial após a divulgação. 
Já o “recorde” dos “recordes” revelado pelo ex-secretário mourista no Facebook impressiona e, se verdadeiro, é o marco dos 41 anos de história da bolsa de estudo da city, criada em 1975 pelo então Prefeito Municipal Reinaldo Calil, e regulamentada por um decreto de 1986 do também ex-prefeito Benedito de Carvalho. Impressionado, comecei a pensar cá com os meus botões. Bem, a bolsa foi extinta dia 15 de outubro de 2002, quando Moura (PMDB), na metade do primeiro dos seus dois últimos mandatos, conseguiu aprovar o Crédito Educativo na Câmara.

Revoltados, estudantes e pais lotaram o Plenário Legislativo, gritaram palavras de ordem, xingaram, jogaram moedas e narizes de palhaço para os vereadores, mais não teve jeito – a maioria aprovou o corte. Contra o corte da bolsa, se não me falhe a memória, apenas os ex-vereadores Mário Lacerda, Mauro Vítor, Doutora Sonia, esses da oposição, e Marquinho da Bola, da situação, na época.   

Oxi! Além de me fazer relembrar cenas do traumático corte da bolsa na era dele (como secretário) e de Moura (PMDB), a informação do ex-secretário também me levou a fazer continhas. Geeeeeente do céu, em apenas dois anos (2001 e 2002) eles concederam quase mil bolsas  (ou mais, já que foram “mais” de 4 mil assinadas no período)  a mais do que o espirituoso concedeu nos últimos seis anos. Foi um média de 2 mil por ano. Eita peste! Danou-se! Deu a bixiga lixa! Deu a borreriana! Chama os “caboco lingo”, as “catirinas”, os “papa figo” e os “boitatá”, pois tem gente que ganha fácil de “Ti Joca” (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas). Misericórdia! Eu pensava que tinha não (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas).
Voltando lá em 2002, o então vereador Mauro Vítor (PSDB) perguntou ao ex-prefeito quantas bolsas a Prefeitura concedeu em 2001.  “867, sendo 729 no primeiro semestre e 138 no segundo”, respondeu o próprio Moura (VIDE PERGUNTA E RESPOSTA). Mauro Vítor, Doutora Sonia e outros vereadores também fizeram a mesma pergunta, dessa vez em relação a 2002, mas o ex-prefeito não “abriu” para nenhum deles. Porém, mesmo sem o número de 2012, é pouquíssimo provável, quase impossível, que Moura tenha concedido numa tacada só, naquele ano, 3.133 bolsas – para fechar a conta das 4 mil que seu ex-secretário diz ter assinado. 
Sendo assim, o ex-secretário que trate de colocar mais um processo de improbidade no lombo do seu ex-chefe, porque os números informados pelo próprio Moura (PMDB) não passam nem perto dos 4 mil revelados por ele no “Muda Paulínia”. Ou que encarne o repórter secreto do Fantástico, aterrisse na portaria do Barão de Café, ligue o megafone e solte a voz: CADÊ AS MAIS DE 4 MIL BOLSAS QUE ESTAVAM AQUI?? Vixi Maria! Como se diz lá em Cachoeira Grande, no Maranhão: “é muita macacada!” Já minha saudosa mamy, Dona Santa, diria: “espia só, que presepada”, no mais puro idioma “pernambuquês”! 
 
Mudando de assunto, outra vez.  Para se atingir a credibilidade alheia o principal requisito é, justamente, ter credibilidade. A mesma coisa com honra ou caráter (bom ou mau, esse todo mundo tem). Caso contrário, é a mesma coisa que “dar murro em ponta de faca, tiro no próprio pé ou enxugar gelo”, como diz a sabedoria popular. Credibilidade não é como certos “apoios políticos” que se compra (à vista ou fiado) em “pardieiros” de luxo ou de beiras de estradas, nem tampouco se adquire “por encomenda”, como recentemente tentou-se “encomendar” (por 150 mil “pilas”, no “gauchês”), o mandato de um “ex-aliado” político”, que errou feio (não se pode negar), mas no campo estritamente pessoal – no político, apenas mudou de posição, o que é perfeita e absolutamente normal, dentro do direito democrático.
Credibilidade não se impõe “pregando”  uma vida pública proba, que não resiste a uma simples “pesquisada” no site de qualquer tribunal – TCE, TJ e por aí vai; tomando os outros por  inferiores e fracos; achando que, por ter uma “inteligência privilegiada”, todo mundo ao seu redor é burro, tolo ou tosco – ou as três coisas juntas; achando que suas posições são soberanas e indiscutíveis; manipulando pessoas ou grupos a seu bel prazer; se fazendo de “defunto, para comer o fiofó do coveiro”. Enfim, em qualquer campo, credibilidade é a uma conquista natural diária – nunca uma coisa que se compra ou se impõe a outrem. 
Dito isso, vamos adiante. Toda vez, a história é a mesma. Cabos eleitorais (graúdos e pequenos) de grupos políticos da city sempre miram suas “metralhadoras” para mim (profissionalmente falando), principalmente em ano eleitoral. Foi assim nas eras Edson Moura, Dude Vedovello, Edson Moura Junior e, agora, não seria diferente. Entretanto, nunca cedi ou temi qualquer tipo de pressão ou ameaça feitas por aliados e articuladores desses governos, todos eles passaram e eu continuo aqui, fazendo o meu trabalho como sempre fiz. De lá para cá, lá se foram quase 23 anos. 
As minhas opiniões, nesta coluna, são opiniões, com as quais as pessoas concordam ou não, afinal, opiniões existem para isso. As minhas informações, neste portal, são informações, e como tais podem ser checadas por qualquer pessoa.  O problema é que a “velha política” nunca aceitou “Mizael Marcelly” colocando o dedo em “feridas e sujeiras” jamais antes abordadas, escancaradas e denunciadas ao público. Nunca. Aí o jeito é me processar, ameaçar ou contratar gente para mim matar, como fizeram na década de 90, plano que acabou não dando certo, graças a Deus primeiramente, e depois a um primo que me contou e ao Doutor Tadeu (ex-delegado da city) que agiu com rapidez, cortando o “mal pela raiz”. 
Os “aperreados” comigo, de hoje, não são tão radicais, mas também não menos perigosos que os de outrora. Até porque, entre eles, existem membros da revoltada “velha política”, ameaçada seriamente de “extinção total”. Em 2012, ensaiaram me dar uma surra, daquelas de deixar qualquer “biba” manca (gargalhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaadas), mas desistiram – Ufa! Ainda bem. Também, colocaram um verdadeiro “exército” de “CC’s”, blogueiros, jornais, colunistas e afins me bombardeando nas redes sociais e em tudo quanto é canto. Me chamaram até de “quadrilheiro”. Pois bem, como costumava dizer um dos “soldados” recrutados contra mim: a verdade é filha do tempo. A verdadeira “quadrilha” (devolvendo o “elogio”) foi banida e eu continuo aqui, fazendo o meu trabalho como sempre fiz.
Hoje, outras personagens da “velha política” e seus seguidores atuam no mesmo “papel”, usando os mesmos “argumentos” usados nos anos 90 e atuais: que sou maledicente, parcial, sem credibilidade e que uso indevidamente meu veículo de comunicação, em favor desse ou daquele político. A única vez que me acusaram de usar meu veículo a favor de um político, o queridíssimo espirituoso Pavan (PSDB), caíram do cavalo. A mais alta corte da Justiça Eleitoral decretou a minha inocência. Como disse lá em cima, opiniões existem para que concordemos ou não com elas, e informações para serem checadas em caso de dúvidas. O resto é “mi, mi, mi” de pessoas que não aceitam ser confrontadas por outras, que elas julgam inferiores a si, em todos os sentidos. Comigo, não. Nada disso me abala ou tira meu foco. Eles vão falando, passando e eu, ficandooooooooooo
Falando nisso, hoje, vou ficando por aqui. Uma semana abençoadaaaaaaaaaaaaaaaa para todos nós, com muitas alegrias, vitórias E PROTEÇÃO DO REI DOS REIS, ÚNICO SALVADOR DE NOSSAS ALMAS. Muitos beijos e abraços! Au revoir

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