Última atualização em 8 de setembro de 2026

“Todo ano o Estado brasileiro recupera valores de corrupção, lavagem de dinheiro, crimes de colarinho branco e crime organizado. Esse dinheiro entra no caixa e se dilui. Por isso, defendo que uma parte disso tenha destino carimbado: um fundo de moradia popular”, declara Bruno Welington, o BW, candidato a deputado federal pelo Partido Social Democrático (PSD).
BW destaca que o déficit habitacional, indicador que mede a falta de moradia no país, não conta apenas famílias que moram de aluguel. “Contabiliza também quem vive em barracos de madeira, em áreas de risco ou divide um cômodo com outra família”, disse. Segundo os dados mais recentes da Fundação João Pinheiro, o Brasil tem hoje um déficit habitacional estimado entre 5,7 e 6,2 milhões de moradias.
Ainda segundo ele, as famílias que pagam aluguel representam a maioria nos indicadores oficiais sobre a falta de moradia popular no país. “Quem ganha até três salários mínimos entra numa conta em que o aluguel sobe e o salário não acompanha. Quando falta, o caminho costuma ser um só: se mudar para mais longe, para uma casa pior, para uma área sem asfalto, sem esgoto, sem transporte”, ressalta.
O candidato afirma que o “fundo de moradia popular” ajudaria em reformas, urbanização de comunidades e na compra da casa própria. “É devolver para a população, em forma de teto, o que foi tirado dela”, finaliza.