Correio Paulinense

Paulínia, 31 de maio de 2026
Paulínia se prepara para implantar protocolo que protege mulheres em situação de risco

Última atualização em 31 de maio de 2026

Além de pedir ajuda verbalmente, vítima pode fazer o Sinal Internacional que tem salvado muitas vidas mundo afora. Imagem: Ilustração


A Secretaria da Mulher de Paulínia, comandada por Angela Duarte, convida empresários do setor de bares, restaurantes, espaços de eventos e similares da cidade para a apresentação do protocolo “Não se Cale”, nesta segunda-feira, 1º de junho, às 19h, na Sala de Licitações do Paço Municipal.

“O encontro contará com uma palestra das servidoras Roobia Massafera e Será Manaira Manêra, representantes do Procon Regional do Estado de São Paulo”, diz a pasta. Instituído por leis estaduais e coordenado pela Secretaria de Políticas para a Mulher de São Paulo, o protocolo obriga a capacitação de funcionários do setor para acolher e proteger mulheres em situação de risco, assédio ou violência dentro dos estabelecimentos.

“O objetivo é oferecer aos proprietários diretrizes e cursos para que seus colaboradores  saibam prestar auxílio adequado às vítimas, desde a saída do local em segurança até o acionamento da rede pública de saúde e segurança”, explica a pasta municipal da Mulher.

Socorro
A mulher que se sentir em risco em um bar, por exemplo, deve chamar um funcionário do estabelecimento, relatar o fato e pedir ajuda. Caso isso não seja possível, em razão do grau de perigo, ela pode fazer discretamente o Sinal Internacional de Ajuda (Signal for Help): levantar a palma da mão, dobrar o polegar para dentro e fechar os outros dedos por cima dele.

Caso algum funcionário identifique uma mulher fazendo esse gesto, a recomendação é não confrontar o agressor, tentar mantê-la em segurança e acionar as autoridades.

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