Everaldo Campos, 36, estava em um bar e testemunhas contaram à polícia que os disparos foram feitos por um homem encapuzado

Da Redação
03/10/2014 16:43:00
Everaldo Campos, 36, estava em um bar e testemunhas contaram à polícia que os disparos foram feitos por um homem encapuzado

[imagem] Por volta das 23h30min de ontem (2), Everaldo Campos, 36 anos, foi alvejado por mais de cinco tiros no Bar Vila João, no João Aranha. Ele foi socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência), mas não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo a caminho do Pronto Socorro Municipal de Paulínia. Testemunhas contaram à Polícia Civil que os disparos foram feitos por um homem encapuzado. O suspeito e um comparsa conseguiram fugir e a polícia ainda não tem pistas de quem sejam. 


No local, a polícia conseguiu recolher mais de 20 cápsulas deflagradas, segundo análises preliminares, de uma pistola 380. Na manhã de hoje, policiais estiveram no local do crime,  mas o bar estava fechado. O SIG (Setor de Investigações) da Polícia Civil de Paulínia já está trabalhando no caso e uma das hipóteses levantadas é que o crime teria sido um “acerto de contas”. A vítima tinha várias passagens pela polícia e, supostamente, estava envolvida com o narcotráfico.   

Antecedente

Em abril de 2004, Everaldo de Campos foi preso, juntamente com o açougueiro Valdevino Ferreira Caldeira, 32, pelo assassinato da professora Odete Emídio de Souza, 30.  Segundo a polícia, eles confessaram o crime, o qual teria sido encomendado por Sidney Alves de Fares, 37, ex-marido da professora.  Odete, que dava aula na escola do Morro alto, foi abordada pelos acusados quando chegava em casa, na Vila Nunes, após deixar a filha na casa do pai, no bairro São José.

A vítima foi levada no próprio carro para um canavial em Cosmópolis e lá executada com dois tiros na cabeça. Everaldo e Valdevino disseram que receberiam R$ 10 mil pelo crime. O suposto mandante do assassinato pagaria os pistoleiros com o dinheiro do seguro do Corsa, encontrado incendiado em uma zona rural Artur Nogueira. Na época do assassinato da mãe, a filha da professora tinha apenas cinco anos. 

Foto: Reprodução/Jornal TodoDia

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