Cazellato (PSDB) exonera 13 secretários e 20 assessores especiais

Da Redação
12/11/2018 22:11:34
Cazellato (PSDB) exonera 13 secretários e 20 assessores especiais

Cazellato (PSDB) assumiu a Prefeitura quarta-feira (7), após deixar a presidência da Câmara Municipal

O Correio apurou que nesta terça-feira (13), o prefeito interino de Paulínia deve exonerar mais de 200 ocupantes de cargos comissionados impugnados pela Justiça

O prefeito interino de Paulínia, Du Cazellato (PSDB), exonerou nesta segunda-feira (12), os secretários municipais Reginaldo Vieira (Chefia de Gabinete), Paulo Souza (Meio Ambiente), Valmilson Vieira (Planejamento), Washington Carlos Ribeiro Soares (Administração), Fernando Henrique Queiroz Mais (Cultura), Rui Rabelo (Desenvolvimento Econômico), Luciano Bento Ramalho (Educação), Caio Carneiro (Esporte), Valdir Terrazan (Obras e Serviços Públicos), José Carlos Campos Almeida (Defesa Civil), Pedro José Gonçalves (Recursos Humanos), Emerson Baptista de Oliveira (Segurança Pública) e Eduardo Berenguel (Negócios da Receita).  

Ficaram: Lúcia Helena Giunco (Finanças), Genézio Pires Luiz (Assistência Social), Flávio Xavier de Souza (Governo), Leonardo Viu Torres (Habitação), Yanko Gonçalves Mello (Saúde), Laércio Giampaoli (Transportes), Carlos Alberto Coelho  (Turismo e Eventos),  e Ademar Silveira Palma Junior (Negócios Jurídicos).  Apuramos que, poderá ocorrer mudança na pasta de Governo, ocupada pelo vereador licenciado Flávio Xavier (PSDC). Caso isso ocorra, ele retomará seu mandato na Câmara, atualmente, exercido por Luiz da Farmácia (PP).

Cazellato (PSDB) dispensou, também, 20 assessores especiais nomeados pelo ex-prefeito Dixon Carvalho (Progressistas).  O Correio apurou que, nesta terça-feira (13), o prefeito interino deve exonerar, também, mais de 200 ocupantes dos cargos comissionados julgados ilegais (LEIA) pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), a pedido da Procuradoria-Geral de Justiça do Espado (PGJ). 

Além de cumprir determinação judicial, a medida se faz necessária porque o gasto com a folha de pagamento da prefeitura está, atualmente, acima do teto permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de no máximo 54% e do "limite prudencial" de 51,30% estabelecido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), ambos da receita líquida municipal - O Correio apurou que a folha, hoje, está consumindo 56,8% de tudo que o município arrecada. 

Foto: Arquivo

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