Grupo vai revisar contratos de imóveis alugados pela prefeitura

Da Redação
23/11/2019 14:11:52
Grupo vai revisar contratos de imóveis alugados pela prefeitura

Segundo a prefeitura, redução de despesas públicas é uma das metas do prefeito tucano

Segundo portaria baixada pelo prefeito Du Cazellato (PSDB), a finalidade é controlar e reduzir gastos com aluguéis, que consomem pelo menos R$ 3 milhões por ano

Quatro servidores da Prefeitura de Paulínia foram designados pelo prefeito Du Cazellato (PSDB) para analisar e revisar todos os contratos de imóveis alugados pelo município, com a finalidade de controlar e reduzir gastos com prédios particulares.

Criado pela Portaria 634/2019, publicada no Semanário Oficial desta quinta-feira (21), o grupo de funcionários públicos terá as seguintes atribuições: “negociar a redução dos valores de locações com os respectivos locadores ou responsável legal; avaliar a necessidade, oportunidade e conveniência das despesas com locações de imóveis, em consonância com as metas previstas no Plano Plurianual, na Lei do Orçamento Anual e Lei de Diretrizes Orçamentárias, bem como nos programas de governo; exercer o controle das despesas, em consonância com os dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal; estudar e propor as diretrizes para a redução das despesas municipais correspondentes as locações de imóveis”.

Gastos com aluguéis

No mês de agosto de 2017, a Prefeitura de Paulínia, em resposta ao Requerimento 225/2017, do vereador Fábio Valadão (PRTB), informou gasto mensal de R$ 246.970,13 com aluguel de 20 imóveis particulares, o que representa uma despesa extra anual de R$ 2.963.641,56 (dois milhões, novecentos e sessenta e três mil, seiscentos e quarenta e um reais e cinquenta e seis centavos).  

No ano passado a prefeitura alugou 14 (quatorze) imóveis particulares, segundo extratos de locação publicados no Semanário Oficial do Município. O aluguel mais barato foi de R$ 7.226,00 e o mais caro de R$ 28 mil. No mesmo período, o município prorrogou 13 (treze) aluguéis, cujos preços variam entre R$ 7.229,99 e R$ 30 mil mensais, e rescindiu apenas a locação do imóvel na Rua Malavazzi, onde funcionava a Saúde Mental.

Foto: Divulgação/PMP

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