A decisão foi do juiz da 1ª Vara Cível de Paulínia, Carlos Eduardo Mendes; neste momento casas do Menezes estão em...

Da Redação
20/11/2014 21:54:00
A decisão foi do juiz da 1ª Vara Cível de Paulínia, Carlos Eduardo Mendes; neste momento casas do Menezes estão em chamas

[imagem] Horas depois de moradores do Acampamento Menezes ocuparem, na manhã de ontem (19), cerca de 140 casas do 3º Módulo do Residencial Pazetti, no bairro Saltinho,  o juiz da 1ª Vara Cível de Paulínia, Carlos Eduardo Mendes, determinou a REINTEGRAÇÃO DE POSSE de todos os imóveis invadidos.  O Correio Paulinense Online teve acesso à informação, através do site do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo.


O pedido de conversão da decisão que impedia a invasão em reintegração de posse foi feito ontem mesmo, pelos advogados da Associação de Moradores do Residencial Pazetti. “Devido a natureza fungível da medida liminar já deferida, de interdito proibitório, expeça-se mandado de reintegração de posse, dos imóveis objeto deste feito, devendo instruir o mandado uma xerocópia da petição inicial, com o detalhamento de cada imóvel abarcado por esta decisão”, decidiu o juiz.

Ainda não há informações se a Prefeitura de Paulínia já foi notificada desta nova decisão judicial. Por outro lado, a juíza da 2ª Vara Cível, Marta Brandão Pistelli, decidiu manter a liminar que proíbe a prefeitura de entregar as casas do módulo III do Pazetti. Portanto, a “entrega” realizada ontem (19) permanece sendo considerada ilegal.

Nossa reportagem apurou que a reintegração de posse deve ser organizada e cumprida pelo comando regional da Polícia Militar de Campinas, em até 20 (vinte) dias. À PM local já foi solicitada segurança permanente no Residencial Pazetti, para evitar que mais casas do terceiro módulo sejam invadidas.

Fogo

Enquanto isso, as antigas casas ocupadas no Menezes pelos novos moradores do Pazetti estão em chamas. Durante à tarde, segundo informações, máquinas da empresa Corpus derrubaram as casas que estavam desocupadas.

Ainda não se sabe se o incêndio na área de construções clandestinas foi acidental ou proposital. A imagem que ilustra esta matéria foi feita agora há pouco, por um colaborador deste portal. 

Foto: Colaborador do Correio Paulinense Online

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