Como para “reizão” e “reizinho” o povo que se lasque, mandaram avisar que “só amanhã”...

Da Redação
02/11/2014 17:35:00
Como para “reizão” e “reizinho” o povo que se lasque, mandaram avisar que “só amanhã” – e olhe lá!

[imagem] No dia 22 de julho de 2013 milhares de servidores públicos superlotaram o Pavilhão de Eventos do Brasil 500, para o grande encontro com o herdeiro político do homem que, segundo a própria categoria, foi o maior e melhor prefeito de todos os tempos, sobretudo, para eles. Mesmo que através da figura patética e despreparada (politicamente falando) do filho, a volta da “majestade”, após longos quatro anos e sete meses, foi comemorada pelos servidores como um bilhete de loteria premiado, que chegou para garantir fartura onde eles diziam que estava “fartando” de tudo”. 


Em poucos minutos, o emissário do falso, mas idolatrado “Midas” do funcionalismo, anunciou a grande e tão esperada “boa nova”: o abono salarial, que motivou a maioria da categoria cantarolar durante mais de três meses o refrão “eu quero ele de volta”, da campanha “Sorria Paulínia”. Entretanto, além de não corresponder à encomenda, o presente ainda veio acompanhado de uma surpresinha tão desagradável quanto ele: O FIM DA HORAS EXTRAS. “A partir de hoje, só com a minha autorização”, anunciou o sucessor, causando um esfriamento coletivo na plateia. A decepção provocada foi tão intensa e visível que o “reizinho” gaguejou até no “o-bri-bri-ga-ga-do-do” final. 

Hoje, mais de um ano depois, além de continuar gago (e muito) o sucessor ainda deixou muitos servidores gaguejando, quando abriram o holerite de outubro. “Caaaa-dê mi-mi-inhas hooo-ras ex-ex-ex-tras? Mais um grande susto, em pleno começo de fim de ano, para a categoria que tanto acreditou e defendeu a volta indireta do “falso Midas”. Mas, em vez de irem cobrar do “reizinho” as horas trabalhadas a mais, autorizadas por ele, muitos preferiram penalizar, mais uma vez, a população, cruzando os braços, até receberem. Como para “reizão” e “reizinho” o povo que se lasque, mandaram avisar que “só amanhã” – e olhe lá!

Abono em quatro anos, horas extras cortadas e as autorizadas não pagas, salários atrasando quase todo mês, nada do plano de carreira, serviços sendo terceirizados, as piores condições de trabalhos dos últimos 20 anos, valorização zero e todos que fizeram até greve para “ele voltar” não receberam os dias parados. Se está ficando difícil receber os trabalhados, os parados, só por Deus!  VIVA EDSON MOURA!!! VIVA EDSON MOURA JUNIOR!!! VIVAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!

Foto: Ilustração

Comentar