É PROIBIDO FISCALIZAR! Oposição zanga quem defende liberdade para Moura Junior (PMDB) governar a seu bel-prazer

Da Redação
31/08/2014 18:07:00
É PROIBIDO FISCALIZAR! Oposição zanga quem defende liberdade para Moura Junior (PMDB) governar a seu bel-prazer

[imagem] O título “É proibido fumar” (2008), estrelado pela diva Glória Pires e filmado em e com recursos de Paulínia, inspirou o título do artigo de hoje. Ao mesmo tempo que a fiscalização cerrada da atuação do prefeito e dos gastos da prefeitura, em defesa da boa aplicação e gestão do dinheiro público, fortalece cada vez mais o papel  da oposição na cidade, provoca a ira de “empregados públicos de confiança”, vereadores aliados e parte da mídia, que defendem escancaradamente a imoral e ilegal liberdade para Moura Junior (PMDB) governar a seu bel-prazer. Eis a campanha “É PROIBIDO FISCALIZAR!


Dos atuais 11 (onze) partidos políticos – PSDC, PSB, PTdoB, PP, PCdoB, PPS, PTB, PRB, PT, PRTB e PROS – com representantes na Câmara de Paulínia, apenas três (os marcados em negrito) atuam contra o “jeito moleque” de se administrar um orçamento bilionário, que deveria atender com eficiência e qualidade as demandas da população, mas, claramente, não tem atendido. Dentre os vereadores dos partidos de oposição, apenas dois – ANGELA DURTE (PRTB) e FÁBIO VALADÃO (PROS) – adotaram a chamada “linha dura”, com discursos que revelam as contradições entre o que prega e faz o atual governo municipal e ações que têm impedido Paulínia de ficar totalmente submissa ao livre arbítrio do prefeito.

Mas se ser oposição, por regra, nunca é fácil, opor-se ao poder de um grupo acostumado a mandar e desmandar, comprando tudo e todos, é mais difícil ainda. A máquina pública oficial é usada para financiar uma “máquina paralela”, cuja principal missão é desqualificar todas as ações contrárias aos interesses políticos e, sobretudo, financeiros, de quem atualmente “manda no pedaço”. Em qualquer lugar do país, o vereador que tenta exercer ou efetivamente exerce o seu papel de fiscalizador do prefeito representa uma ameaça direta aos interesses de grupos poderosos, que se alimentam de uma única fonte: A CORRUPÇÃO.  E para garantir o “pão deles de cada dia”, são capazes de tudo.

Angela e Valadão são “personas non gratas” no “mourismo”, que não aceita ser questionado e muito menos contrariado. Para este grupo político, atualmente no comando de Paulínia, Vereador deve, no máximo, pedir lombadas, sugerir nomes de ruas, criar Dia disso, Semana daquilo, só. Pedir Informações sobre atos do Prefeito, nem pensar, pois isso é “afronta grave”. Juntos, Angela e Valadão somam mais de 60 (sessenta) Requerimentos sem respostas de Moura Junior (PMDB). Enquanto o Prefeito não responde o que, por lei, deveria responder, seus “fiéis” defensores não perdem tempo em revidar, “burramente”, Angela e Valadão.

Em vez de provarem que a cidade não vive o pior caos social, político e administrativo da história, com todos os setores essenciais destruídos, os dependentes da existência do mourismo, sem levarem em consideração que na era digital as “pernas das mentiras” ficaram mil vezes mais curtas e as verdades a apenas alguns cliques, escrevem que Angela e Valadão são contra projetos importantes para o município, na tentativa de jogar a opinião pública contra os vereadores. Por sua vez, o povo, vítima de todas as atrocidades combatidas ferrenhamente por Angela e Valadão, não aceita ter a sua inteligência subestimada pelo governo e responde à altura, apoiando todas as ações contra os desmandos da administração. Resultado: o “mourismo” vive “atirando no próprio pé”.

Usando a velha tática de desarticular seus adversários, custe o que custar, para impedir o surgimento de novas lideranças, capazes de extirpá-lo de vez, o “mourismo” está assinando a própria “sentença de morte”. Se as eleições municipais fossem hoje, sem sombras de dúvidas, o modelo de gestão pública praticado atualmente na cidade seria esmagado nas urnas e a RENOVAÇÃO executada ao pé da letra pelo eleitorado, que não aceita mais bancar as megalomanias dos “falsos deuses políticos”.  

Fotos: Lucas Rodrigues/CP Imagem

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