Ramalho pede R$ 90 mil de danos morais por acusações no Facebook

Da Redação
14/10/2018 19:10:15
Ramalho pede R$ 90 mil de danos morais por acusações no Facebook

Uma das imagens que polemizou a viagem de Ramalho e esposa à Europa foi essa, no Estádio Olímpico de Roma

Secretário de Educação de Paulínia move ações de indenização e queixa-crime contra nove pessoas, das quais três já foram ouvidas pela polícia

Uma viagem à Europa, em setembro do ano passado, colocou o casal Luciano Bento Ramalho, secretário de Educação de Paulínia, e Adriana Rodrigues, diretora administrativa do Pauliprev,  no centro de uma polêmica nas redes sociais. Inicialmente, Ramalho negou que estivesse viajando pela França e Itália, no entanto, fotos do casal por pontos turísticos de Paris Roma foram publicadas na rede social Facebook pela própria esposa do secretário.

A partir daí, o que se viu foi uma série de criticas pesadas e acusações graves contra ambos, especialmente, sobre a origem do dinheiro que financiou a viagem internacional. À época, um Artigo de Domingo do Correio repudiou as acusações sem provas feitas contra o secretário e a diretora, bem como alertou os autores das postagens sobre o risco de serem processados por calúnia, injúria e difamação. 

Após Ramalho registrar queixa de calúnia e difamação contra nove pessoas, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso. Três acusados já foram ouvidos na delegacia local, todos em agosto passado. Entre maio e junho deste ano, o secretário de Educação ingressou na justiça com ações de queixa-crime e indenização por danos morais, na qual ele pede R$ 90 mil de reparação pelos danos contra sua honra.

No último dia 9, a promotora Verônica Silva de Oliveira solicitou ao juiz Carlos Eduardo Mendes a designação de audiência de tentativa de reconciliação, entre o autor e os citados na queixa-crime.  Já na quarta-feira, dia 10, a defesa de Ramalho pediu à justiça o prosseguimento da ação por danos morais contra apenas quatro dos nove acusados, já que cinco deles ainda não foram identificados pela polícia, provavelmente, porque os perfis que teriam utilizados para caluniar e difamar o secretário sejam fakes (falsos).

Foto: Facebook/Reprodução

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