ABJETO, IRRESPONSÁVEL, MENTIROSO, LEVIANO E BAIXO: a decadência jornalística de ZAMBI; Cadê a matéria do Juiz?; “DIXON, CADÊ O CARNÊ DE...

Da Redação
23/03/2018 22:03:39
ABJETO, IRRESPONSÁVEL, MENTIROSO, LEVIANO E BAIXO: a decadência jornalística de ZAMBI;  Cadê a matéria do Juiz?; “DIXON, CADÊ O CARNÊ DE IPTU?

A cena de 2014: o jornalista Raoni Zambi tenta impedir fotógrafo do Correio de registra a mulher caída na Prefeitura

Booooooooooooa nooooooooooooooite, meus amooooooooooooores!!! Agenda parlamentar movimentadíssima, dá nisso: 34 dias sem o bate-papo nosso de cada dia. Então, nem vou perder tempo, pois, os “bafos e babados” estão gritando.  Todas as pessoas, sem exceção, com quem conversei sobre Raoni Zambi, até hoje, podem atestar que sempre me dirigi ao colega de profissão, sobretudo, com muito respeito. A ele próprio, várias vezes manifestei meu respeito. No entanto, infelizmente, Zambi provou que, jornalisticamente falando, não merece nenhum respeito da minha parte – PERDA TOTAL.

Primeiro, quarta-feira passada (14), ele me ligou pedindo um posicionamento do vereador Tiguila Paes (PPS) sobre um episódio ocorrido um dia antes, após a sessão da Câmara. Depois de ele me relatar o babado, respondi que o vereador não se posicionaria sobre um fato que  não presenciou e muito menos participou.  E, orientei o que Zambi, como jornalista, deveria saber de “cor e salteado”: que ele procurasse ouvir as pessoas envolvidas no caso, claro. Mesmo assim, o colega “bateu o pé”, mas, além de ficar sem posicionamento, ainda comprometeu uma parte do meu respeito por ele e, para minha surpresa, hoje (23), jogou uma “pá de cal” no que ainda restava.

A nota “Salvar a pele”, publicada na coluna de Zambi desta sexta-feira, demonstra o JORNALISTA ABJETO, IRRESPONSÁVEL E MENTIROSO em que ele, infelizmente, se transformou.  Vamos ao texto da nota: “O talentoso jornalista Mizael Marcely (Marcelly), assessor do vereador Tiguila Paes (PPS), conversou (com) a Procuradoria da Câmara para tentar um acordo para arquivar a CP (Comissão Processante) que apura suposta quebra de decoro contra seu assessorado (Tiguila Paes) e Kiko Meschiati (PRB). O procurador (Dr. Thiago) respondeu que cumprirá a lei. De acordo com a minha fonte, que pediu anonimato, o curso das investigações seguirá como um rio caudaloso, tranquilo e sempre na direção ao mar”.

Repito, ABJETO, IRRESPONSÁVEL, MENTIROSO,  e acrescento: LEVIANO, BAIXO E BARATO, jornalisticamente falando.  Praticamente, o “Gilmar Mendes, do Jornalismo Paulinense”.  Jamais tratei de qualquer tipo de acordo envolvendo a CP, citada por Zambi, com quem quer que seja e desafio a “fonte” do colega ou ele próprio provar o contrário.  DESAFIO. Como se não bastasse, Zambi envolveu o procurador da Casa, Thiago Carvalho de Moura Lopes, e ainda, ao dizer que procurei o doutor para “tentar um acordo para arquivar a CP”, demonstrou, também, ignorância total sobre o assunto.

Quem disse que Comissão Processante (CP) se arquiva? Uma vez votada e recebida pelo Plenário, Comissão Processante se instala e se encerra, em até 90 (noventa) dias. O que se pode arquivar, “caro colega”, é a DENÚNCIA que gera uma CP, e mais: somente a maioria dos vereadores pode fazer isso, logo após a leitura em Plenário, ou quando a própria CP, antes do início da fase de instrução, conclui pela improcedência das acusações. Procurador, não tem essa prerrogativa, apenas emite parecer sobre a legitimidade do denunciante e as provas indicadas na denúncia, “amado”.

Então, como tentar acordo para arquivar uma coisa que não se arquiva?  Mas, meus amores, não se espantem com a ignorância de Zambi, pois, mesmo com tantos anos de jornalismo,  ele sequer sabia que sessão extraordinária não é remunerada, portanto, o vereador não precisa justificar a falta.  Eu que “ensinei”.

A atuação jornalística de Zambi entrou em decadência a partir de 2013, quando foi nomeado assessor de imprensa do governo do ex-prefeito Edson Moura Junior (MDB). Ele se envolveu em várias brigas públicas, ameaçou bater em pessoas, protagonizou cenas bizarras nas redes sociais, como o “vídeo tocando trombone”, entre outras esquisitices incompatíveis com o cargo público que ocupava e, sobretudo, com a nossa profissão. 

Recentemente, Zambi denunciou supostas ofensas verbais e ameaças de agressões contra a equipe do jornal em que trabalha, o Aqui Paulínia. As imagens do vídeo postado na matéria mostram algumas pessoas discutindo no saguão da Câmara, a Guarda Civil intervindo e acabando com a discussão, em dois minutos. Zambi disse que iria procurar a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) para comentar o assunto. Bravoooooooo!!! Qualquer tentativa de intimidar o trabalho da imprensa é inaceitável, devendo ser combatido e repudiado com rigor.

Mas, vejam que curioso. Em 2014, mais precisamente no dia 29 de janeiro, Raoni Zambi, então assessor de imprensa de Moura Junior,  tentou impedir o fotógrafo do Correio Paulinense, Lucas Rodrigues, de registrar uma moça desmaiada na porta da Prefeitura Municipal, durante um protesto contra a ex-administração. Zambi foi pra cima de Lucas, que não cedeu à pressão e fez a imagem que ilustra esta edição.   Em outra ocasião, Zambi também ameaçou o nosso fotógrafo e várias vezes tentou impedi-lo de cobrir eventos oficiais do antigo governo mourista. Pois é, um ato contra a liberdade de imprensa se torna mais grave ainda quando parte de um profissional da área.

Afastado da cena, desde que Moura Junior (MDB) foi cassado em fevereiro de 2015, Zambi ressurgiu com força, em janeiro do ano passado, junto com o governo Dixon (PP). Embora não ocupe cargo na imprensa oficial, o colega “optou” por defender com “unhas e dentes” a mais vergonhosa e desastrada administração da história paulinense. Um direito dele, pois, cada um sabe de suas necessidades. Maaaaaaaaaas, jornalisticamente falando, não precisa descer tão baixo, como vem fazendo. Atualmente, simplesmente, ele parece ter abandonado a mais importante regra do jornalismo: checar a informação, antes de publicá-la. Pelo visto, “qualquer um” serve de fonte, e, qualquer coisa que ouve “compra” e “vende” para o seu público.  Lamentável.

Outro sintoma da decadência jornalística de Zambi é “não sustentar o que escreve”. Cadê a matéria “JUIZ QUE AFASTOU VEREADORES ESTEVE EM CENA DE POSSÍVEL ASSASSINATO E FOI PUNIDO EM INVESTIGAÇÃO SOBRE DROGAS”, que ele escreveu e assinou sobre o magistrado Carlos Eduardo Mendes, da 1ª Vara Cível de Paulínia?  Era “fake News”, deletou por conta própria ou a mando de alguém?  Deplorável!!! Jamais me submeteria a um constrangimento profissional desses. Há 25 anos, assino embaixo e mantenho (impresso ou online) tudo o que escrevo, seja sobre o fato que for ou sobre quem quer que seja.

Fakes. Na mesma coluna em que MENTE sobre mim, Zambi critica as “mentiras” divulgadas contra a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada na semana passada, no Rio de Janeiro.  Hipócrita. Antes, ele dispara: “Só os covardes latem sem mostrar o focinho”. Discordo. Tem covardes que latem mentiras e mostram os focinhos. 

Não tenho absolutamente nada contra a pessoa de Raoni Zambi. Agora, como jornalista ele precisa, URGENTEMENTE, rever seus conceitos e desenvolver o seu trabalho com responsabilidade e respeito à profissão e às pessoas sobre as quais escreve. No meu caso e em tantos outros, Zambi agiu e tem agido muito rasteiro, sem critério nenhum, tudo em nome de um governo mequetrefe, mentiroso, enganador e que tanto mal tem feito à city. Mas, comigo não. Não tenho medo do debate, pois, debato com a verdade e sem rodeios.

E, por falar no governo mequetrefe, nem o Carnê do IPTU eles conseguiram entregar. Imaginem o Hospital (era em dezembro, passou para fevereiro, já estamos terminando março e nada),  a Ponte da Rhodia, a Ponte sobre o Rio Atibaia, o uniforme e material escolar, o Bosquinho, o Pier do Parque da Represa, e por aí vai. Uma vergonha.

Bem, meus amooooooores, por hoje, é isso. UM FIM DE SEMANA ABENÇOADO E PROTEGIDO POR DEUS. Muuuuuuuuuuuitos beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeijos e abraaaaaaaaaaaaaaaços!!! Au revoir!!! 

Foto: Lucas Rodrigues

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