Prefeitura não comparece à audiência de hoje (11), mas deve ser intimada para a próxima, quarta (16)

Da Redação
11/11/2016 22:11:42
Prefeitura não comparece à audiência de hoje (11), mas deve ser intimada para a próxima, quarta (16)

Administração do prefeito Pavan (PSDB) não foi representada em audiência com sindicato e empresas na Procuradoria do...

O Correio apurou que o município deve R$ 7 milhões à empresa Passaredo, que faz o transporte coletivo público

A greve do transporte público coletivo de Paulínia foi suspensa às 15hs desta sexta (11), após a Viação Passaredo pagar 50% do salário atrasado dos funcionários, e prometer o restante para a próxima semana. A quinta paralisação este ano começou anteontem (9), deixando, mais uma vez, milhares de passageiros sem transporte. Os ônibus da LLC Transportes, do grupo Passaredo e que transporta alunos da rede municipal, também voltaram a circular.

Na manhã de hoje, sindicato, empresas e prefeitura deveriam comparecer na Procuradoria Regional do Trabalho, em Campinas, para costurar um acordo visando o fim da greve do transporte coletivo público municipal. Entretanto, apenas representantes da categoria parada e das empresas Passaredo e LLC compareceram. A Prefeitura “não deu as caras”.  Segundo informações, uma nova audiência foi marcada para a próxima quarta-feira, dia 16, e dessa vez, a Prefeitura será intimida a comparecer. 

Pedimos informações à administração José Pavan Junior (PSDB) sobre a ausência da Prefeitura de Paulínia na audiência conciliatória. Por meio da assessoria de imprensa, recebemos apenas e tão somente a seguinte resposta: “A Prefeitura de Paulínia informa que o transporte coletivo municipal retomou as operações no começo da tarde desta sexta-feira (11). O transporte escolar gratuito prestado pela empresa LLC também retomou as operações e os alunos poderão usar o serviço a partir desta tarde”.

O Correio apurou que a Prefeitura deve R$ 7 milhões às empresas de transporte que tiveram seus serviços paralisados. “O último pagamento foi feito dia 7 do mês passado”, afirmou a fonte ouvida por nossa reportagem. “Os pagamentos estão regulares”, afirmou a administração pavanista, em nota ao Correio, ontem (10). 

Foto: Correio Imagem/ Arquivo

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