Novela “Posse de Moura Junior” completará uma “gestação” e vídeo revela que Adriana Scoff tem...

Da Redação
02/07/2013 09:37:00
Novela “Posse de Moura Junior” completará uma “gestação” e vídeo revela que Adriana Scoff  tem “amizades inadequadas”, profissionalmente falando.

Bom diaaaaaaaaaaaaaaa meus amores! Ontem o Brasil acordou Tetracampeão da Copa das Confederações e a Coligação “Sorria Paulínia” na expectativa da posse de Edson Moura Júnior. A torcida brasileira soltou o grito de “o campeão voltou”, mas a “mourista” continua com ele entalado na garganta. Alguém “marcou” a posse para hoje (02), avisou ao grupo todo, mas esqueceu de avisar ao TSE, que avisa ao TRE, que avisa à Paulínia.  O Tribunal Superior Eleitoral entrou em recesso ontem e só volta em agosto. Portanto, esta novela pode levar no mínimo mais 30 dias para terminar, isso se não estender-se por mais 30, 30, 30 e por aí vai...

Gente, no próximo domingo, dia 7, este verdadeiro folhetim político completará NOVE MESES, já que o primeiro capítulo foi ao ar dia 7 de outubro passado. Em média, uma novela dura exatamente isso. Misericórdia!  Era pra ser no primeiro capítulo (Paulínia), NÃO FOI. Era pra ser no segundo capítulo (TRE), NÃO FOI. Era pra ser no terceiro capítulo (TSE), NÃO FOI. Oxe! Que macacada é esta? Então, QUANDO SERÁ? Dá licença!

O problema é que os protagonistas desta trama deixam seus seguidores com os nervos à flor da pele. Todo dia é uma chuva de “Yes, Yes, Yes, Yes” e nada. Sem sarcasmo nenhum, isso só traumatiza quem espera ansiosamente pelo “grande momento”. Por que ficar criando expectativa nas pessoas, quando sabiam que a publicação do Acórdão não empossaria Moura Júnior imediatamente (empossou?). Por quê? 

Pra mim isso não passa de malvadeza e falta de respeito com o próprio grupo, que é alimentado diariamente de “meias verdades”, quando a “verdade toda” fica restrita a quatro, cinco, seis pessoas somente. Enquanto isso o festival de “chupa pra lá, pra cá” continua nas redes sociais, com pessoas ridicularizando e sendo ridicularizadas. 

Uma baixaria sem cabimento, provocada também pela falta de coragem de chamar o grupo, colocar as cartas na mesa e explicar os trâmites judiciais, até a bendita posse. O “prefeito de fato” (Moura pai), que conhece muitííííííííííííííííííííííííssimo bem como isso funciona na prática, deveria mandar imprimir um explicativo e distribuir aos seguidores dele e de seu filho, para não deixar tanta gente à beira de um colapso nervoso.  

Em vez disso, Lúcia Abadia pede para o grupo não acreditar em fofocas, mas não diz em que as pessoas devem acreditar e muito menos aponta uma data. Ah, me poupe! Se não pode jogar TOTALMENTE aberto com os companheiros “mouristas”, então pra quê ficar disparando “Yes”, de segundo em segundo? Isso sim deixa o grupo angustiado, toda vez que o dia termina “NOT”. Tá parecendo Moura repetindo “sou candidato, sou candidato, sou candidato” e depois, na última hora, teve que admitir: “o candidato é meu filho”. Concordam?

É óbvio que um líder como o ex-prefeito Edson Moura jamais demonstrará fraqueza  - jamaaaaaaaaaaaais´, embora seja feito de carne e osso como qualquer mortal que fraqueja várias vezes ao longo da vida. Mas quem disse que chamar o grupo e esclarecer a verdade sobre a posse do filho é sinônimo de fraqueza?  Quem disse que chamar o grupo e explicar possíveis complicações na diplomação e posse do filho, devido à reprovação das contas do Vice Bonavita é fraqueza? Quem disse que chamar o grupo e alertar sobre a possibilidade do filho ser condenado por compra de votos é fraqueza? Não é mesmo. Basta acrescentar um “N” para transformar FRAQUEZA em FRANQUEZA (sinceridade). Tenho certeza que se assim agisse o grupo estaria bem menos aflito e angustiado. Estou errado? 

Por falar em franqueza, parece que Adriana dos Santos Bucoff, diretora do Cartório Eleitoral da city não foi tão franca comigo, quando disse que não tinha “alma mourista” e muito menos intimidade com advogados e partes envolvidas em processos eleitorais, também sob os seus cuidados. Um vídeo publicado ontem no YouTube  (CLIQUE ABAIXO) mostra a lindinha conversando , trocando beijos e abraços com uma testemunha de acusação e a mãe de um advogado responsável por ações eleitorais contra o atual prefeito José Pavan Júnior. Apesar de o fundo musical ser muito engraçado, o assunto é sério.

[video] 

No meu entendimento, qualquer funcionário público municipal, estadual ou federal tem todo o direito de gostar ou não deste ou daquele político. Portanto, não é crime Adriana gostar de Moura ou desgostar de Pavan. Agora, como Chefe do Cartório Eleitoral, que trata diretamente das lides (disputas judiciais) entre ambos, é no mínimo inadequado ela ter tanta intimidade com pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, nos processos.  Seria a mesma coisa da Meritíssima Marcia Yoshie Ishikawa, juíza eleitoral da city, ser flagrada frequentando a casa do faraônico, do espirituoso ou de qualquer pessoa ligada a eles.  Ou não seria? 

Como Diretora do Cartório, Adriana é uma funcionária de Confiança do Judiciário Eleitoral, com atribuições importantes e até decisivas, como, por exemplo, analisar contas de candidatos a cargos públicos (ela aprova ou desaprova contas), citar partes (autores e réus), publicar editais, receber recursos, entre outras.  Sendo assim, uma funcionária deste quilate não deveria criar laços, além das portas do cartório, com autor, réu, testemunha ou parentes deles. Isso em minha opinião.

Por conta destas “relações inadequadas” (profissionalmente falando), o Ministério Público Eleitoral de Paulínia já recebeu três pedidos para investigar a conduta profissional da servidora. Um fato inédito na city. Pelo menos em quase 21 anos de trabalho nunca acompanhei esse tipo de denúncia contra um funcionário da Justiça Eleitoral de Paulínia. 

Vejam bem: não estou aqui incriminado e muito menos julgando Adriana Bucoff. Não denunciei ninguém, não gravei ninguém, não postei no YouTube pra todo mundo ver e muito menos estou afirmando que as imagens provam alguma coisa. Apenas estou opinando sobre fatos que se tornaram públicos e cabe à Justiça o parecer oficial e final sobre tudo isso. Espero que a lindinha consiga, sobretudo, provar que as suas “amizades inadequadas” (profissionalmente falando) nunca influenciaram qualquer ato profissional seu. Tomara!

Bem, por hoje chega. Uma terça-feira abençoada para todos nós, sempre sob o OLHAR PROTETOR DE NOSSO BONDOSO DEUS! Beijos, abraços e até quinta-feira ou a qualquer momento em edição extraordinária. Au revoir! 

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