Quem praticou a política do “QUANTO PIOR, MELHOR”, em 2014: a população que reclamou do desgoverno ou o governo que...

Da Redação
04/01/2015 18:11:00
Quem praticou a política do “QUANTO PIOR, MELHOR”, em 2014: a população que reclamou do desgoverno ou o governo que desgovernou?

[imagem] Durante todo o ano de 2014 todas as pessoas e órgãos de comunicação que ousaram discordar do governo Moura (PMDB) e criticar o jeito deles de “governar” foram acusadas de defenderem e praticarem a política do “quanto pior, melhor”, taxadas de oposição maldosa, meia dúzia, mentirosa, xingadas de bobas, vagabundas e babacas. Para integrantes do primeiro escalão municipal, o pesadelo de administração que aí está é inconteste. Alguns deles tentaram impedir o trabalho da imprensa, gravaram vídeos “zuando” adversários, hostilizaram e humilharam quem encontraram no caminho – e assim continuarão fazendo.  Tudo, não em defesa do governo e muito menos de um governo justo, capaz e eficiente, como 41% dos eleitores acreditavam que seria, mas sim apenas e tão somente dos gordos salários de assessor disso, diretor daquilo e secretário daquilo outro. 


A teoria difundida pelo grupo mourista de que fazer denúncias de corrupção ou críticas contra o governo municipal é apostar no "quanto pior, melhor" não passa de uma tentativa torpe de desqualificar o trabalho da imprensa e também a opinião pública, que assistem a olhos nus tudo o que vem acontecendo no município.

MAS, NA VERDADE, QUEM PRATICOU A POLÍTICA DO “QUANTO PIOR, MELHOR”,  O ANO PASSADO INTEIRO, FOI O PRÓPRIO GOVERNO. Quanto menos dinheiro para APAE, melhor. Quanto mais caro o IPTU, melhor. Quanto mais cargos de confiança, melhor. Quanto mais editais superfaturados, melhor. Quanto mais Secretarias melhor. Quanto mais PPP’s bilionárias, melhor, Quanto mais tapete vermelho, melhor. Quanto pior a merenda escolar, melhor. Quanto menos creches funcionando, melhor. Quanto menos viaturas nas ruas, melhor. Quanto menos instituições sociais, melhor. Quanto menos dieta enteral, melhor. Quanto mais lotado o HMP, melhor. Quanto menos dinheiro para a saúde, educação e segurança, melhor. Quanto menos PAS, melhor. Quanto menos remédios e matérias básicos, melhor. Quanto menos casas populares, melhor. Quanto menos transporte escolar, melhor. Quanto mais trios elétricos no Carnaval...ops!..no Natal, melhor. Quanto mais taxa de energia elétrica, melhor. Quanto mais vereadores submissos, melhor. Quanto menos exames e consultas, melhor. Quanto mais cassações, melhor.  E por aí vai...

Na virada de 2013/2014 o governo prometeu que tudo iria melhorar. E melhorou, para pior. O ano passado foi um dos mais negros da história paulinense e terminou deixando a população com a sensação de que o pior, pior mesmo, ainda pode estar por vir. Deus tenha misericórdia deles e de nós! Pendurado (quase caindo) na Prefeitura, o grupo mourista parece ter jogado a toalha política, de vez, e decidido que, agora, o que importa é permanecer no “poder, pelo poder”, provando, a cada liminar conseguida, que NEM A JUSTIÇA CONSEGUE BARRÁ-LOS. A APROVAÇÃO POPULAR QUE SE DANE. 

Se chegarem até o final do mandato lançarão medidas eleitoreiras, visando a quase impossível reeleição, pois a população não acredita mais no “bordão enganador”: PALAVRA DE MOURA! Caso contrário, continuarão, até onde forem, judiando da máquina pública e, sobretudo, das pessoas usuárias dos serviços essenciais. Com um forte e fiel aliado na Presidência da Câmara Municipal e mais 10 vereadores garantidos, eles continuarão autorizados pela maioria legislativa à seguirem trucidando o Município, através de projetos faraônicos, que deixarão poucos “muito bem” e milhares “muito mal”. 

Segundo eles, “2015 será o ano da Cidade Feliz”, cujos os habitantes (Prefeito, Vice, Secretários, Diretores, integrantes do escalão menor e Vereadores aliados) continuarão mamando nas tetas públicas, goste a “meia dúzia” ou não. Já os quase 100 mil habitantes da Paulínia Real que se virem e se contentem - sem reclamar, denunciar ou criticar -  com a Saúde, Segurança, Habitação e Educação atuais, pois isso é o MÁXIMO QUE ELES PROVARAM SER CAPAZES DE OFERECER!

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