Os principais fatos que marcaram o pior ano da história político-administrativa de Paulínia

Da Redação
28/12/2014 23:30:00
Os principais fatos que marcaram o pior ano da história político-administrativa de Paulínia

[imagem] 2014 começou com o “Palácio 28 de Fevereiro” se chamando “Palácio Cidade Feliz”, um “apelido de mau gosto” aprovado pelos vereadores Gustavo Yatecola (PTdoB), Sandro Caprino (PRB), Danilo Barros (PCdoB), João Mota Pinto (PSDC), Zé Coco (PTB), Marquinho da Bola (PSB), Du Cazellato (PP), Edilsinho Rodrigues (PPS), Custódio Campos (PT) e Marquinho Fiorella (PP), no finalzinho de 2013. Jogaram a data da Emancipação do Município no lixo, em reverência ao líder de um projeto político, comprovadamente fajuto. A população foi à praça assinar contra o desrespeito à história da cidade, mas de nada adiantou e Paulínia acabou desmembrada em duas: a Feliz (Palácio) e a Infeliz (a Real).


Começou a pior página da história da Paulínia Real, escrita a 26 mãos implacáveis (pai, filho e vereadores aliados).  Reduziram drasticamente o dinheiro da APAE, AUPACC, Casa do Menor e Lar São Francisco de Assis e tiraram tudo de outras cinco importantes entidades assistenciais. Centenas de crianças, inclusive especiais, foram atingidas e sofrem as consequências até hoje. Reduzidas a pó, as entidades pediram ajuda aos vereadores, mas “não deu em nada”.

O colunista Lucas Rodrigues (Puro Esporte) destacou (20/01) a falta de apoio aos atletas de alto rendimento, que fizeram das tripas coração e colocaram o nome da cidade nos pódios de várias modalidades, como o jiu-jitsu de Emerson Mi e o Judô do clã Mercival. A coluna Puro Esporte mostrou também que, apesar da dotação de quase R$ 18 milhões da SER (Secretaria de Esporte e Recreação), faltou lanches para o handebol, transporte decente e seguro para os atletas, entre outros “pormenores”. Rodrigues ainda gritou contra o abandono dos equipamentos e praças esportivas, como o ginásio Vicente Amatte e o campinho do Bom Retiro, que terminam o ano do mesmo jeito. Mas o ano esportivo teve uma excelente notícia: “Daniel Jorge assumiu o comando da Seleção Brasileira de Bicicross”. Da escolinha de bicicross, que teve a subvenção municipal 100% cortada, para técnico do BMX nacional, o piloto paulinense encheu Paulínia de alegria e orgulho.

Na sala de imprensa do “Palácio Feliz”, o secretário de Habitação Danilo Garcia recebeu centenas de compradores do Residencial Pazetti, pedindo agilidade na entrega das casas que compraram, com muito sacrifício. Garcia culpou a Caixa Econômica pela demora e prometeu providências. Os módulos 1 e 2 do residencial foram entregues três e quatro meses depois, respectivamente, após essa reunião. Já o triste capítulo do terceiro e último módulo veio bem depois. O presidente do PauliPrev, Mário Lacerda começou o ano sorrindo à toa, com R$ 8 milhões (R$ 3,5 milhões este ano, R$ 3,7 milhões em 2015 e R$ 790 mil em 2016) garantidos no Plano Plurianual (PPA), para a construção de um suntuoso prédio de 7 (sete) andares, onde funcionará a previdência do funcionalismo municipal. A doação da área para a construção foi aprovada pela Câmara e transformada em lei pelo prefeito nos dias 30 de setembro e 02 de outubro, respectivamente.

No início do ano (29 de janeiro) veio à tona o escandaloso edital de mais de R$ 17 milhões para o Carnaval 2014 e outras festas. O pregão, que provocou a saída de Mauro Stopatto da direção de Licitações, acabou cancelado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e pela Justiça de Paulínia. Nesse mesmo dia, uma compradora do Residencial Pazetti passou mal e desmaiou em frente ao “Palácio Feliz”. O também fotógrafo Lucas Rodrigues registrou a moça caída no chão e o assessor de imprensa Raoni Zambi tentando impedir que o registro fosse feito.

Fevereiro começou com uma excelente notícia: Paulínia ganha a primeira escola de teatro musical, totalmente gratuita do país. Patrocinado pela Brasil Oil, do empresário Tuta Bosco, e dirigido pela renomada Fernanda Chamma, o Estúdio Broadway, no Jardim Fortaleza, resgatou o Projeto Paulínia Ao Vivo, extinto pelos “chefes” do “Palácio Feliz”. Dezenas de crianças e adolescentes tiveram de volta a oportunidade de despontarem nos palcos da dança, canto, sapateado e artes cênicas. Denunciado pela Promotoria Pública de Araraquara, por venda de combustível adulterado, Moura Junior pediu para o processo ser encaminhado ao Tribunal de Justiça (TJ), pois, como prefeito, tem direito a foro privilegiado.

Enquanto isso: a cidade era tomada por centenas de palmeiras, que custaram os “olhos da cara” aos cofres municipais, e pelos primeiros boatos sobre supostas invasões no Residencial Pazetti; Paulínia vira  enredo da tradicional escola de samba Vai-Vai, que termina em 9º lugar no desfile das escolas de samba de São Paulo; CBN divulga que Vai-Vai recebeu dinheiro em troca da homenagem aos 50 Anos de Paulínia, no Sambódromo Paulistano; Moura Junior manda pagar R$ 270 mil à Vai-Vai; com as arquibancadas interditadas por falta de segurança, o sambódromo paulinense tem o pior carnaval de sua história; a prefeitura paga cerca de R$ 23 mil por cada edição do Semanário Oficial do Município; Moura Junior tenta torrar R$ 900 mil públicos com três escolas de samba de fora, o jornalista Mizael Marcelly denuncia e sete vereadores - Custódio Campos (PT), Angela Duarte (PRTB), Doutor João Mota (PT), Danilo Barros (PCdoB), Simeia Zanon (PROS), Tiguila Paes (PRTB) e Fabio Valadão (PROS) -  derrubam a proposta; pais, alunos e funcionários da EMEFM Prefeito José Lozano de Araújo protestam contra mudança da escola para o São José II. Fevereiro terminou com muitas vaias para o prefeito Moura Junior, que, irritado, xingou as pessoas de babacas, em pleno aniversário do cinquentenário de Paulínia, no ginásio “Agostinho Faváro”.

Em março, o presidente do Pauli Prev, Mário Lacerda revelou que R$ 70 milhões dos servidores de Paulínia foram investidos em fundos indicados pela empresa Plena, acusada pela Polícia Federal de fraudar previdências municipais de várias cidades brasileiras; Câmara anuncia vagas para estagiários, mas a proposta termina o ano no papel;  paraibano de Soledade, poeta, escritor e jornalista, Raimundo Lonato é homenageado pela Câmara Municipal com o título de Cidadão Paulinense; a Construtora Mello Azevedo informou que o 1º módulo do Residencial Pazetti estava 100% construído, pronto para ser entregue.

Abril começou com Moura Junior prometendo entregar o 1º módulo do Pazetti, a partir do dia 7, mas a entrega só aconteceu no Feriado de Tiradentes; Tiguila Paes (PRTB) anunciou que a Prefeitura forneceria transporte às crianças das creches conveniadas ao Proeb, a promessa não foi cumprida e o vereador entrou com representação no Ministério Público; a Justiça Eleitoral cassou os mandatos e os direitos políticos de Moura Junior e Bonavita, por fraude eleitoral, começando assim a série de cassações, durante o ano inteiro; Fiorella (PP) assume interinamente no lugar do prefeito cassado e aceita pedido de exoneração de Wilson Machado, secretário de Indústria e Comércio;  TRE concede liminar e prefeito reassume Secretário Arthur Freire impede a entrada dos diretores da Associação do Pazetti na entrega parcial do primeiro módulo do residencial; na entrega, Moura Junior (PMDB) chama “Menezes” de favela, xinga Pavan (PSB) de pilantra e é vaiado pela população; Tribunal de Contas (TCE) suspende mais um edital suspeito, dessa vez o de R$ 114 milhões para reforma dos prédios públicos. 

A dona de casa Glauciene Silva, moradora no São José II, denunciou que o Hospital Municipal de Paulínia não tinha agulha de cateter e nem o  Azitromicina para atender o filho dela, Luan Santos da Silva, de 9 anos, portador de fibrose cística; APAE dispensa 98 alunos por falta de dinheiro para mantê-los nas salas de aulas; Ex-diretora de Educação protagoniza barraco, durante a eleição do Conselho Municipal de Saúde (CMS). 

A manchete de maio foi a frase “Meu pai entrou no hospital com dores nas pernas e saiu de lá morto”, de Fernanda Menali de Castro, filha do querido e conhecido advogado Ivan Roberto Alves de Castro, que faleceu, aos 62 anos, no Hospital Municipal de Paulínia. Na época, entrevistamos com exclusividade Fernanda e Nathalia, a outra filha do doutor Ivan. A família suspeitou de negligência médica e contratou perícia, para apurar a causa mortis. Porém, até hoje, o resultado não foi divulgado. Já o fato policial do mês foi protagonizado por um fugitivo da justiça, que manteve uma dona de casa e uma adolescente de 14 anos reféns, durante quatro horas, no bairro João Aranha. A operação de resgate das vítimas envolveu cerca de 30 policiais, daqui e de Campinas. De volta à Saúde, o Laboratório Menezes ameaçou rescindir o contrato de exames de biópsia, porque estava sem receber pelos serviços havia sete meses. A Justiça eleitoral cassou, pela segunda vez este ano, Moura Junior e Bonavita, dessa vez, por uso indevido do Jornal Tribuna (do secretário Wilson Machado) e site Alerta Paulínia (do secretário Arthur Freire) nas Eleições 2012. Por fim, o crítico de cinema Rubens Ewald Filho é contratado por R$ 360 mil, para trabalhar uma vez por ano, e 2º Módulo do Pazetti é entregue aos compradores. 

No quinto dia de junho, o deputado Campos Machado (PTB) inaugurou comitê político na cidade; o vereador Sandro Caprino (PRB) pediu que andarilhos fossem retirados das ruas e anunciou que a Prefeitura havia comprado mais de 20 milhões em medicamentos; derrotado nas eleições 2012, o ex-vereador Neco Vieira pediu a cadeira de Tiguila Paes (PRTB), mas a Justiça Eleitoral negou; O ex-vereador Amarildo Rodrigues (PTdoB) também não foi atendido pela Justiça Eleitoral, ao pedir o lugar de Fiorella (PP); Moura Junior anunciou R$ 800 mil em prêmios para os vencedores da versão internacional do Festival de Cinema de Paulínia; Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investigou as irregularidades na saúde municipal encerra os trabalhos e apresenta relatório recheado de apontamentos e sugestões, porém sem responsabilizar ninguém; os vereadores Marquinho Fiorella (PP), Danilo Barros (PCdoB), Sandro Caprino (PRB), Edilsinho Rodrigues (PPS). Dú Cazellato (PP), Ze Coco (PTB), Marquinho da Bola (PSB), Gustavo Yatecola (PT do B) e João Pinto Mota (PSDC) derrubaram a Emenda, de autoria do trio Angela Duarte (PRTB), Simeia Zanon (PROS) e Fábio Valadão (PROS), que obrigava a Copersucar construir um ginásio de esporte no Bom Retiro, em troca do direito de uso do subsolo público de Paulínia; alunos da escola Parque dos Servidores, que funcionava embaixo do sambódromo cobraram transferência para um local adequado; prefeito nega segurança para o “Lozano” no São José II e a escola acaba invadida por ladrões, que levam todos os computadores; o mês termina com o prefeito Moura Junior (PMDB) protocolando na Câmara 5 Projetos de Lei, criando 5 novas Secretarias, com mais de R$ 63 milhões de custos para o município, até 2016. 

O início de julho foi marcado pela divulgação das imagens feitas pelo vereador Fábio Valadão (PROS), mostrando “pinos de cocaína” espalhados na quadra esportiva de escola do Morro Alto, e também pela chegada à Câmara Municipal do polêmico Projeto de Lei 37/14, destinando as casas do último módulo do Residencial Pazetti aos moradores do Acampamento Menezes. O ex-assessor especial Paulo Gomes, pediu exoneração do cargo pelo Facebook e declarou guerra aos “dois prefeitos” (pai e filho) da cidade; a ministra Luciana Lossio, do Tribunal Superior Eleitoral, concedeu liminar ao ex-prefeito José Pavan Junior, que pôde disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado; falta de dieta enteral para pacientes em estado vegetativo envergonha a cidade e mobiliza dezenas de pessoas solidárias; enquanto isso, Moura Junior descansava em Miami (EUA); Pela segunda vez, prefeito tentar fazer o milionário “Pregão das Festas”, mas o TCE barra, de novo; no dia 22 começou a versão internacional do festival de Paulínia e astros internacionais desfilaram no tapete vermelho, para praticamente ninguém.

O início das transmissões das sessões pela internet, dia 5 de agosto, tornou o trabalho do Legislativo Paulinense muito mais transparente e acessível à população. No oitavo mês do ano, o prefeito Moura Junior só havia pago apenas uma das 10 parcelas de 24 mil, aprovadas pela Câmara para a APAE, deixando a situação financeira da entidade ainda mais crítica; TCE divulga lista estadual de “fichas sujas” e Paulínia esteve representada pelo ex-prefeito Edson Moura, a prima dele Simone Moura, o atual vice-prefeito Bonavita e os ex-vereadores Gordura e Jaiminho; vereadores mouristas aprovaram, em primeira discussão, o polêmico “PL 37”, que ficou conhecido como “PL do Menezes”;  O Correio Paulinense Online denunciou a contratação de diretor para museu que não existe; Ídolo nacional, Giba do vôlei é recebido pela vereadora Angela Duarte (PRTB) e visita a escola Padre Narciso, no João Aranha, onde funcionará um dos projetos que levam a assinatura do campeão olímpico; o vereador Custódio Campos (PT) lança “CEI da Educação”, mas apenas três vereadores (Angela, Doutor João Mota e Valadão) assinam e ideia não vinga; por fim, Renato Netto Cardoso é exonerado do cargo de Secretário de Saúde e a pasta termina o ano sem titular. 

Setembro foi um mês marcado por grandes acontecimentos. No dia 2, em sessão tumultuada, com intervenção até da Justiça, os vereadores Custódio Campos (PT), Simeia Zanon (PROS), Ze Coco (PTB), Sandro Caprino (PRB), João Pinto Mota (PSDC), Du Cazellato (PP), Marquinho da Bola (PSB) votaram “sim” ao “PL do Menezes”, responsável por uma série de fatos lamentáveis antes, durante e depois de sua aprovação. Nesta sessão, o vereador Sandro Caprino (PRB), principal defensor do “PL do Menezes”, tentou impedir nosso fotógrafo, Lucas Rodrigues, de fotografá-lo. Ainda no campo da habitação, o Correio Paulinense Online destacou que, apesar de todas as denúncias feitas contra a FDDIP de Marco Antonio de Paula, o Capivara, a entidade continuava atuando livremente na cidade. O vereador Tiguila Paes (PRTB), presidente da Comissão de Habitação da Câmara, anunciou que convidaria Capivara para uma audiência, o que não aconteceu até agora. Em pleno 7 de Setembro, Paulínia foi destaque na matéria especial “Compra de Votos” do Fantástico (Globo). O ex-prefeito Edson Moura e o filho dele, Edson Moura Junior, apareceram distribuindo dinheiro em troca de votos. As imagens mostradas pela revista eletrônica foram extraídas dos vídeos “Só Papai”, que pipocaram na rede em setembro de 2012, ano eleitoral. No dia seguinte à reportagem, aconteceu a primeira audiência do caso, no Fórum de Paulínia. 

Uma reportagem do Correio Paulinense Online questionou a contratação da BR Arbitragem e Eventos Desportivos, por R$ 473 mil. Na ocasião, o secretário de Esporte, Marcos Bortoloti, explicou que a empresa só receberá pela arbitragem, efetivamente, prestada. Também denunciamos que, embora aprovado pela Câmara no mês de maio, o repasse de quase R$ 107 mil enviados pelo governo federal para a APAE e Casa do Menor, ainda não havia sido feito. Na Saúde, a Prefeitura deixou de pagar o aluguel das empilhadeiras do Centro de Distribuição de Medicamentos e os equipamentos ficaram parados. Por outro lado, o prefeito Moura Junior pediu e a Câmara Municipal deu autorização para ele terceirizar a saúde. 

Como gasto público “é bobagem”, Moura Junior (PMDB) anunciou a Parceria Público-Privada (PPP), de mais de um R$ 1 bilhão, que promete transformar o Parque Brasil 500 no maior complexo de turismo, negócios e entretenimento do país. Com 31 anos de magistério e 28 de direção escolar, a educadora Rosemar Vissoto foi vítima de acusações infundadas, provocadas pelo boletim de ocorrência registrado contra ela, na delegacia, por William Souza Rodrigues, nomeado diretor de museu, mesmo a cidade não tendo um museu funcionando atualmente. A queixa foi explorada pela imprensa mourista e o caso está na Justiça. O mês das flores também foi de homenagens. Os renomados Pedrinhos do Cartório e da Mecânica Santa Luzia receberam os Títulos de Cidadãos Paulinenses, assim como o jornalista e editor-chefe deste portal, Mizael Marcelly.

Everaldo de Campos, acusado de ter matado a professora Odete Emídio de Souza, em abril de 2004, foi morto com cinco tiros em um bar no João Aranha, no segundo dia de outubro. Relembre outros fatos do mês: audiência pública da PPP do Parque Brasil 500 foi marcada por denúncias de irregularidades;  os vereadores Tiguila Paes (PRTB), Danilo Barros (PC do B), Edilsinho Rodrigues (PPS), Zé Coco (PTB), Dú Cazellato (PP), Marcos Roberto de Bernarde, o Marquinho da Bola (PSB), Sandro Caprino (PRB), Gustavo Yatecola (PT do B) e a vereadora Simeia Zanon (PROS) aprovaram a terceirização da saúde, sem saberem o que de fato seria terceirizado e  muito menos quanto a terceirização custaria aos cofres públicos; Justiça impede prefeito de contratar quase 18 milhões em estruturas para eventos; Prefeitura divulga contemplados com casas do Residencial Vida Nova, mas lista gera confusão, porque muitas pessoas sorteadas em junho do ano passado ficaram de fora; TRE marcou  julgamento de Moura Junior (PMDB), por fraude eleitoral, para 12 de novembro.

O mês de novembro começou com a homenagem, dia 4, do Correio Paulinense Online ao aniversário de 1 ano da morte da jornalista e ex-primeira-dama de Paulínia, Regina Mattos; no mesmo dia, o vice-prefeito Bonavita foi assaltado em um bar da cidade; vereadores, vice-prefeito e secretário de habitação se reúnem com a Caixa e banco promete rever lista de contemplados do Residencial Vida Nova; O Correio Paulinense Online mostra R$ 85,2 milhões reservados no Orçamento 2015, para a construção de um centro de convenções no Parque Brasil 500; médicos oncologistas do Hospital Municipal cancelam campanha “Novembro Azul”, por falta de material na rede; Prefeito lança novo edital para aquisição de cestas básicas e aumenta o valor do contrato em mais de 17 milhões; falta de combustível para abastecer a frota municipal deixa viaturas da GM paradas no pátio da corporação; Prefeitura divulga lista do Vida Nova, revisada pela Caixa, mas apenas 7 das 58 pessoas cortadas reconquistaram o direito à moradia; a vereadora Angela Duarte (PRTB) denuncia o prefeito Moura Junior ao Ministério Público pelo caos na saúde; No dia 14, a Prefeitura divulgou uma lista com 179 nomes de pessoas pré-aprovadas para as casas do módulo 3 do Pazetti; no dia 15 sorteou as casas dos moradores do Residencial Vida Nova; no dia 16 sorteou as unidades do Pazetti, dentro do Acampamento Menezes, e na madrugada do dia 18 para 19 os “sorteados” invadiram as casas do residencial; Mas novembro terminou marcado também por duas novas cassações (terceira e quarta, somente este ano) dos mandatos do prefeito e vice da cidade. 

O mês de dezembro começou com a quinta cassação de Moura Junior (PMDB), decretada no dia 3, pela juíza eleitoral de Paulínia, Marta Brandão Pistelli. Quatorze dias depois, o prefeito atingiu a marca de 6 cassações, tornando-se o primeiro “hexacassado” da história paulinense. Apesar de tantas condenações, por fraude eleitoral e compra de votos, Moura Junior foi beneficiado por liminares concedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que o mantém no cargo, até as decisões finais. Enquanto isso, a Câmara Municipal elegeu como o seu novo presidente, a partir de janeiro de 2015, o vereador Sandro Caprino (PRB), líder do governo “hexacassado”, e terminará nesta segunda-feira (29) a votação do Orçamento do próximo ano, estimado em R$ 1.244.471.000,00 (um bilhão, duzentos e quarenta e quatro milhões, quatrocentos e setenta e um mil reais). Em jogo, na segunda e última votação do Orçamento 2015, estarão também as 13 Emendas, de autoria da vereadora Angela Duarte (PRTB) e Doutor João Mota (PT),que tiram todo o dinheiro (R$ 85,2 milhões) do centro de convenções e parte da dotação do polo cinematográfico para áreas essenciais, como saúde, educação, segurança e habitação. 

DINHEIRO A CIDADE TEM PARA UM ANO NOVO PRÓSPERO, PRINCIPALMENTE EM SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E HABITAÇÃO, MAS CORREMOS UM GRANDE RISCO DE CONTINUARMOS COM UM PREFEITO INCOMPETENTE, PREPOTENTE E IRRESPONSÁVEL, ALÉM DE BOA PARTE DOS VEREADORES COMPACTUANDO COM O MAU USO DOS RECURSOS PÚBLICOS!

Foto: Arquivo/CP Imagem

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