


Os grevistas reivindicam aumento salarial de 12%, participação nos lucros e resultados de R$ 2 mil, auxílio alimentação de R$ 300,00, pagamento de 100% pelas horas extras em dias úteis e 150% sobre as horas excedentes nos sábados e domingos, plano de saúde com cobertura nacional e três dias de folga para os trabalhadores, que moram em outras cidades, poderem visitar as suas famílias.
Segundo o sindicato da categoria, a oferta das empresas para resolver o impasse está bem aquém das necessidades dos trabalhadores, principalmente no quesito reajuste salarial. Os patrões apresentaram um aumento de 8,5%, mas a classe não aceitou e decidiu cruzar os braços por tempo indeterminado.


